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Onde ficava essa aglomeração em Natal?

Esse monte de gente está esperando em um antigo prédio histórico de Natal, que já foi museu e hoje está abandonado.

Esse monte de gente está esperando um ônibus para o seu destino na Rodoviária de Natal, também conhecida como Rodoviária Velha. Mais para frente vamos explicar o porquê deste nome.

Apesar do nome, a sua construção aconteceu em 1963 e inaugurada como Estação Rodoviária Presidente Kennedy, na época que Natal foi financiada pelo “Aliança para o Progresso” do governo Norte-Americano. 

Localizada na Praça Augusto Severo, no bairro da Ribeira, a rodoviária foi projetada seguindo os princípios da arquitetura moderna da época.

Clique na imagem abaixo, a seguir, para ampliar:

Naquela época, o então governador, Aluísio Alves, era fã deste estilo e quase todos os prédios apresentavam este estilo. Desde o tradicional Hotel Reis Magos até a Rodoviária de Natal.

O espaço recebia viagens interestaduais e intermunicipais. Entretanto, recebeu o nome de Rodoviária Velha na década de 80, quando construiu o Terminal Rodoviário na Cidade da Esperança.

A Rodoviária Velha já foi museu, mas encontra-se em estado de abandono

Em 2007 aconteceu a restauração completa da edificação e em 2008 ocorreu a instalação do Museu de Cultura Popular Djalma Maranhão.

O museu visava preservar a cultura popular potiguar num espaço de cerca de 350 metros quadrados, onde estava exposto um acervo de aproximadamente 1.500 peças, de cerca de 400 artistas populares.

]O visitante ainda podia acessar os “totens eletrônicos”, que possibilitavam conhecer, em textos, fotos e vídeos, um pouco da vida e obra dos artistas populares potiguares. Além disso, havia três grandes telões instalados em salas especiais que exibiam mais de 200 horas de vídeos de forma contínua. O museu também dispunha de espaço para exposições temporárias.

A sua administração estava sob a tutela da Fundação Capitania das Artes (Funcarte), órgão da Secretaria Municipal de Cultura. Sem contar que a Praça Augusto Severo, administrada pelo Governo do Estado está em reforma, sem previsão de ficar pronta.

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Onde ficava essa aglomeração em Natal?

Esse monte de gente está esperando em um antigo prédio histórico de Natal, que já foi museu e hoje está abandonado.

Esse monte de gente está esperando um ônibus para o seu destino na Rodoviária de Natal, também conhecida como Rodoviária Velha. Mais para frente vamos explicar o porquê deste nome.

Apesar do nome, a sua construção aconteceu em 1963 e inaugurada como Estação Rodoviária Presidente Kennedy, na época que Natal foi financiada pelo “Aliança para o Progresso” do governo Norte-Americano. 

Localizada na Praça Augusto Severo, no bairro da Ribeira, a rodoviária foi projetada seguindo os princípios da arquitetura moderna da época.

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Naquela época, o então governador, Aluísio Alves, era fã deste estilo e quase todos os prédios apresentavam este estilo. Desde o tradicional Hotel Reis Magos até a Rodoviária de Natal.

O espaço recebia viagens interestaduais e intermunicipais. Entretanto, recebeu o nome de Rodoviária Velha na década de 80, quando construiu o Terminal Rodoviário na Cidade da Esperança.

A Rodoviária Velha já foi museu, mas encontra-se em estado de abandono

Em 2007 aconteceu a restauração completa da edificação e em 2008 ocorreu a instalação do Museu de Cultura Popular Djalma Maranhão.

O museu visava preservar a cultura popular potiguar num espaço de cerca de 350 metros quadrados, onde estava exposto um acervo de aproximadamente 1.500 peças, de cerca de 400 artistas populares.

]O visitante ainda podia acessar os “totens eletrônicos”, que possibilitavam conhecer, em textos, fotos e vídeos, um pouco da vida e obra dos artistas populares potiguares. Além disso, havia três grandes telões instalados em salas especiais que exibiam mais de 200 horas de vídeos de forma contínua. O museu também dispunha de espaço para exposições temporárias.

A sua administração estava sob a tutela da Fundação Capitania das Artes (Funcarte), órgão da Secretaria Municipal de Cultura. Sem contar que a Praça Augusto Severo, administrada pelo Governo do Estado está em reforma, sem previsão de ficar pronta.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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