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[Artigo] Ozzy, see you on the other side

Há 15 anos, o Ronnie James Dio partiu. Agora, o Ozzy Osbourne partiu. Conseguiu se despedir, praticamente morreu no palco e na sua terra, conforme ele sempre dizia em entrevista que era o seu desejo. Dos meus 12 aos 32 anos acompanhei a sua trajetória. Os discos do Sabbath e da carreira solo me fizeram rir, chorar, balançar, gritar ou questionar a sociedade. Lembro quando escutei “Iron Man” pela primeira vez e ficar encantada visualmente com “No More Tears”. Por falar em lágrimas, impossível quem é fã de Ozzy não esteja agora com alguma lágrima na sua face. Hoje, vamos ficar lembrando de sua simpatia com a imprensa, das frases inesperadas ou lembrar de seus bordões no The Osbournes. Assim como ficamos comovidos com a partida de Preta Gil, o Ozzy parece mais aquele parente ou amigo. O mesmo podia fazer muita merda, mas, no fundo, todo mundo se preocupa ou quisesse bem. Escutava suas músicas ou uma aparição midiática. Nesses 32 anos de minha vida, Ozzy e sua trupe acompanhou os momentos mais felizes e mais tristes. Me ajudou a construir personalidade, estilo e gosto musical. Me fez querer conhecer a Inglaterra e a gostar de heavy metal. Quando alguém partia, em vida ou não, na minha vida, sempre escutava “See you on the other side“, no qual ele falava de chegadas e partidas. Alguns interpretam a canção como uma separação real, outros retratam como a morte. Hoje, portanto, foi o dia de partir e assim como ele dizia quando todos seus entes queridos morriam:…

Há 15 anos, o Ronnie James Dio partiu. Agora, o Ozzy Osbourne partiu. Conseguiu se despedir, praticamente morreu no palco e na sua terra, conforme ele sempre dizia em entrevista que era o seu desejo. Dos meus 12 aos 32 anos acompanhei a sua trajetória. Os discos do Sabbath e da carreira solo me fizeram rir, chorar, balançar, gritar ou questionar a sociedade.

Lembro quando escutei “Iron Man” pela primeira vez e ficar encantada visualmente com “No More Tears”. Por falar em lágrimas, impossível quem é fã de Ozzy não esteja agora com alguma lágrima na sua face.

Hoje, vamos ficar lembrando de sua simpatia com a imprensa, das frases inesperadas ou lembrar de seus bordões no The Osbournes.

Assim como ficamos comovidos com a partida de Preta Gil, o Ozzy parece mais aquele parente ou amigo. O mesmo podia fazer muita merda, mas, no fundo, todo mundo se preocupa ou quisesse bem. Escutava suas músicas ou uma aparição midiática.

Nesses 32 anos de minha vida, Ozzy e sua trupe acompanhou os momentos mais felizes e mais tristes. Me ajudou a construir personalidade, estilo e gosto musical. Me fez querer conhecer a Inglaterra e a gostar de heavy metal.

Quando alguém partia, em vida ou não, na minha vida, sempre escutava “See you on the other side“, no qual ele falava de chegadas e partidas. Alguns interpretam a canção como uma separação real, outros retratam como a morte.

Hoje, portanto, foi o dia de partir e assim como ele dizia quando todos seus entes queridos morriam: See you on the other side.

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[Artigo] Ozzy, see you on the other side

Há 15 anos, o Ronnie James Dio partiu. Agora, o Ozzy Osbourne partiu. Conseguiu se despedir, praticamente morreu no palco e na sua terra, conforme ele sempre dizia em entrevista que era o seu desejo. Dos meus 12 aos 32 anos acompanhei a sua trajetória. Os discos do Sabbath e da carreira solo me fizeram rir, chorar, balançar, gritar ou questionar a sociedade. Lembro quando escutei “Iron Man” pela primeira vez e ficar encantada visualmente com “No More Tears”. Por falar em lágrimas, impossível quem é fã de Ozzy não esteja agora com alguma lágrima na sua face. Hoje, vamos ficar lembrando de sua simpatia com a imprensa, das frases inesperadas ou lembrar de seus bordões no The Osbournes. Assim como ficamos comovidos com a partida de Preta Gil, o Ozzy parece mais aquele parente ou amigo. O mesmo podia fazer muita merda, mas, no fundo, todo mundo se preocupa ou quisesse bem. Escutava suas músicas ou uma aparição midiática. Nesses 32 anos de minha vida, Ozzy e sua trupe acompanhou os momentos mais felizes e mais tristes. Me ajudou a construir personalidade, estilo e gosto musical. Me fez querer conhecer a Inglaterra e a gostar de heavy metal. Quando alguém partia, em vida ou não, na minha vida, sempre escutava “See you on the other side“, no qual ele falava de chegadas e partidas. Alguns interpretam a canção como uma separação real, outros retratam como a morte. Hoje, portanto, foi o dia de partir e assim como ele dizia quando todos seus entes queridos morriam:…

Há 15 anos, o Ronnie James Dio partiu. Agora, o Ozzy Osbourne partiu. Conseguiu se despedir, praticamente morreu no palco e na sua terra, conforme ele sempre dizia em entrevista que era o seu desejo. Dos meus 12 aos 32 anos acompanhei a sua trajetória. Os discos do Sabbath e da carreira solo me fizeram rir, chorar, balançar, gritar ou questionar a sociedade.

Lembro quando escutei “Iron Man” pela primeira vez e ficar encantada visualmente com “No More Tears”. Por falar em lágrimas, impossível quem é fã de Ozzy não esteja agora com alguma lágrima na sua face.

Hoje, vamos ficar lembrando de sua simpatia com a imprensa, das frases inesperadas ou lembrar de seus bordões no The Osbournes.

Assim como ficamos comovidos com a partida de Preta Gil, o Ozzy parece mais aquele parente ou amigo. O mesmo podia fazer muita merda, mas, no fundo, todo mundo se preocupa ou quisesse bem. Escutava suas músicas ou uma aparição midiática.

Nesses 32 anos de minha vida, Ozzy e sua trupe acompanhou os momentos mais felizes e mais tristes. Me ajudou a construir personalidade, estilo e gosto musical. Me fez querer conhecer a Inglaterra e a gostar de heavy metal.

Quando alguém partia, em vida ou não, na minha vida, sempre escutava “See you on the other side“, no qual ele falava de chegadas e partidas. Alguns interpretam a canção como uma separação real, outros retratam como a morte.

Hoje, portanto, foi o dia de partir e assim como ele dizia quando todos seus entes queridos morriam: See you on the other side.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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