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34% dos estudantes brasileiros mudam de cidade para estudar em universidade

No início do ano, falamos de um estudante de Canguaretama que fez uma rifa para se mudar e estudar na Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Censo da Educação Superior, no ensino superior são 1,6 milhão de ingressantes por ano; até 34% desse total – mais de 500 mil brasileiros e brasileiras – se mudam para estudar. Além disso, ainda tem que superar os gastos para se manter numa cidade totalmente diferente. Conforme a mais recente edição do Censo da Educação Superior no Brasil (2023, ano base 2022), elaborado pelo Ministério da Educação, o número de ingressantes em faculdades e universidades chega a 4,7 milhões por ano. Desse total, 1,6 milhão no ensino presencial e 3,1 milhões no ensino à distância. Edições anteriores do Censo apontam para até 34% dos ingressos serem feitos por estudantes que se mudam de cidade para iniciar o curso superior. Se considerarmos apenas os ingressos no ensino presencial (já que o à distância não demanda deslocamentos), são pelo menos 530 mil brasileiros e brasileiras, em várias partes do país, se mudando de cidade para começar a faculdade. Para essa tarefa, a tecnologia pode ajudar, pois uma startup do sul do país pode te ajudar. A mesma de chama Cheers, onde localiza opções de refeição, academias de ginástica, salões de beleza, comércio e serviços de todos os tipos, parceiros de centros acadêmicos, atléticas e entidades estudantis similares. A plataforma recebe informações sobre diversos estabelecimentos locais, conseguindo ganhar descontos exclusivos. Mas, como essa empresa Cheers ganha dinheiro com isso? Eles fecham…

No início do ano, falamos de um estudante de Canguaretama que fez uma rifa para se mudar e estudar na Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Censo da Educação Superior, no ensino superior são 1,6 milhão de ingressantes por ano; até 34% desse total – mais de 500 mil brasileiros e brasileiras – se mudam para estudar. Além disso, ainda tem que superar os gastos para se manter numa cidade totalmente diferente.

Conforme a mais recente edição do Censo da Educação Superior no Brasil (2023, ano base 2022), elaborado pelo Ministério da Educação, o número de ingressantes em faculdades e universidades chega a 4,7 milhões por ano. Desse total, 1,6 milhão no ensino presencial e 3,1 milhões no ensino à distância.

Edições anteriores do Censo apontam para até 34% dos ingressos serem feitos por estudantes que se mudam de cidade para iniciar o curso superior. Se considerarmos apenas os ingressos no ensino presencial (já que o à distância não demanda deslocamentos), são pelo menos 530 mil brasileiros e brasileiras, em várias partes do país, se mudando de cidade para começar a faculdade.

Para essa tarefa, a tecnologia pode ajudar, pois uma startup do sul do país pode te ajudar. A mesma de chama Cheers, onde localiza opções de refeição, academias de ginástica, salões de beleza, comércio e serviços de todos os tipos, parceiros de centros acadêmicos, atléticas e entidades estudantis similares.

A plataforma recebe informações sobre diversos estabelecimentos locais, conseguindo ganhar descontos exclusivos.

Mas, como essa empresa Cheers ganha dinheiro com isso?

Eles fecham parceria com os centros acadêmicos ou atlética dos cursos de instituição de ensino, onde eles criam um perfil no app e fornecem planos e arrecadar mais dinheiro para manter essas associações realizarem as suas atividades.

Em troca, o comércio local ganha visibilidade e uma diversidade de público a cada ano que passa.

A ferramenta não custa nada para o universitário. Resumidamente, funciona assim: a Cheers presta o serviço às entidades estudantis. Logo, desenvolvendo soluções tecnológicas para a gestão de produtos, serviços e eventos que as entidades oferecem aos estudantes. Com isso, a startup facilita para essas instituições a busca e a consolidação de parcerias com empresas na oferta de benefícios aos acadêmicos.

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No início do ano, falamos de um estudante de Canguaretama que fez uma rifa para se mudar e estudar na Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Censo da Educação Superior, no ensino superior são 1,6 milhão de ingressantes por ano; até 34% desse total – mais de 500 mil brasileiros e brasileiras – se mudam para estudar. Além disso, ainda tem que superar os gastos para se manter numa cidade totalmente diferente. Conforme a mais recente edição do Censo da Educação Superior no Brasil (2023, ano base 2022), elaborado pelo Ministério da Educação, o número de ingressantes em faculdades e universidades chega a 4,7 milhões por ano. Desse total, 1,6 milhão no ensino presencial e 3,1 milhões no ensino à distância. Edições anteriores do Censo apontam para até 34% dos ingressos serem feitos por estudantes que se mudam de cidade para iniciar o curso superior. Se considerarmos apenas os ingressos no ensino presencial (já que o à distância não demanda deslocamentos), são pelo menos 530 mil brasileiros e brasileiras, em várias partes do país, se mudando de cidade para começar a faculdade. Para essa tarefa, a tecnologia pode ajudar, pois uma startup do sul do país pode te ajudar. A mesma de chama Cheers, onde localiza opções de refeição, academias de ginástica, salões de beleza, comércio e serviços de todos os tipos, parceiros de centros acadêmicos, atléticas e entidades estudantis similares. A plataforma recebe informações sobre diversos estabelecimentos locais, conseguindo ganhar descontos exclusivos. Mas, como essa empresa Cheers ganha dinheiro com isso? Eles fecham…

No início do ano, falamos de um estudante de Canguaretama que fez uma rifa para se mudar e estudar na Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Censo da Educação Superior, no ensino superior são 1,6 milhão de ingressantes por ano; até 34% desse total – mais de 500 mil brasileiros e brasileiras – se mudam para estudar. Além disso, ainda tem que superar os gastos para se manter numa cidade totalmente diferente.

Conforme a mais recente edição do Censo da Educação Superior no Brasil (2023, ano base 2022), elaborado pelo Ministério da Educação, o número de ingressantes em faculdades e universidades chega a 4,7 milhões por ano. Desse total, 1,6 milhão no ensino presencial e 3,1 milhões no ensino à distância.

Edições anteriores do Censo apontam para até 34% dos ingressos serem feitos por estudantes que se mudam de cidade para iniciar o curso superior. Se considerarmos apenas os ingressos no ensino presencial (já que o à distância não demanda deslocamentos), são pelo menos 530 mil brasileiros e brasileiras, em várias partes do país, se mudando de cidade para começar a faculdade.

Para essa tarefa, a tecnologia pode ajudar, pois uma startup do sul do país pode te ajudar. A mesma de chama Cheers, onde localiza opções de refeição, academias de ginástica, salões de beleza, comércio e serviços de todos os tipos, parceiros de centros acadêmicos, atléticas e entidades estudantis similares.

A plataforma recebe informações sobre diversos estabelecimentos locais, conseguindo ganhar descontos exclusivos.

Mas, como essa empresa Cheers ganha dinheiro com isso?

Eles fecham parceria com os centros acadêmicos ou atlética dos cursos de instituição de ensino, onde eles criam um perfil no app e fornecem planos e arrecadar mais dinheiro para manter essas associações realizarem as suas atividades.

Em troca, o comércio local ganha visibilidade e uma diversidade de público a cada ano que passa.

A ferramenta não custa nada para o universitário. Resumidamente, funciona assim: a Cheers presta o serviço às entidades estudantis. Logo, desenvolvendo soluções tecnológicas para a gestão de produtos, serviços e eventos que as entidades oferecem aos estudantes. Com isso, a startup facilita para essas instituições a busca e a consolidação de parcerias com empresas na oferta de benefícios aos acadêmicos.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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