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Picolé 7Belo: eu experimentei!

Experimentei o picolé 7Belo no calor; sabor nostálgico da bala, refrescante e acessível como um Frutilly.

O dia estava extremamente quente, daqueles em que parece que o calor não dá trégua. Ou seja, estava quente feito um inferno. Além disso, estava com muito sono e queria beber um energético para ver se acordar. Resolvi parar, portanto, em um posto de gasolina na tentativa de enfrentar a temperatura e também porque lá tinha a marca específica. Logo, enquanto caminhava pelo freezer de sorvetes, um picolé em especial chamou minha atenção: o picolé de sabor 7Belo, inspirado na famosa bala brasileira que faz parte da infância de muitos de nós.

O preço era equivalente ao de um picolé Frutilly, o que me fez pensar que valeria a pena experimentar. Por que não?

Já tinha experimentado a bala e depois tomei um milk shake. Logo, a chance seria muito bom. Sim, sabor era inconfundível, bem parecido com a bala e, ao mesmo tempo, não tinha aquele sabor enjoativo, sem contar que era cremoso.

Cada mordida era um alívio para o calor, tornando a caminhada até o trabalho uma experiência muito mais agradável. Ele não só traz o sabor nostálgico das balas, mas também é uma excelente opção para se refrescar nos dias quentes. Fique tranquilos: vocês não vão cair no raio gourmetizador ao comprar picolé 7Belo.

História da 7Belo

O Guia dos Curiosos aponta que a 7Belo é uma marca da empresa Arcor desde 2001, mas existe desde 1960 através da empresa Ailiram, nos anos 60. O nome vem do apelido que a carta “7 de ouros” ganhou na escopa italiana, depois adotado também no truco. É esta carta que ilustra a embalagem da bala de framboesa.

A ideia veio do imigrante italiano Francisco Potenza, o “Ciccillo”, tinha uma fábrica em São Paulo. Para expandir os negócios, ele se associou a Santo Barion, dono de um hotel em Marília, que também já tinha possuído uma barbearia e um bar na cidade. Os dois abriram a Fábrica de Doces Cristal em 1945.

Algum tempo depois, Barion comprou a parte de Potenza e mudou o nome para Ailiram (“Marília” ao contrário, cidade paulista onde ficava a fábrica). A família Barion vendeu a Ailiram para a americana Beatrice Foods em 1981, que seria adquirida depois pela Nestlé. A Nestlé se desfez de seu negócio de balas e confeitos em 2001 e passou as marcas para a Arcor.

Sorvete Los Los, marca que comprei o picolé

A sua origem é São Paulo, mas de acordo com seu site, a empresa já atua em sete estados diferentes, incluindo o Rio Grande do Norte. Além da 7Belo, a loja tem mais de 38 sabores.

A empresa diz que o objetivo é criar sorvete gelado e gostoso com ingredientes diferentões. Lembrar que o texto do site é tão convincente, que faz você querer comprar uma geladeira da marca.

Eles atuam São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

Onde vende em Natal

Em Natal, você encontra esse picolé, que é quase o mesmo preço do Frutilly, facilmente em postos de combustíveis e também em supermercados da cidade. Ótimo para quem quer comer algo enquanto faz aquelas compras.

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Picolé 7Belo: eu experimentei!

Experimentei o picolé 7Belo no calor; sabor nostálgico da bala, refrescante e acessível como um Frutilly.

O dia estava extremamente quente, daqueles em que parece que o calor não dá trégua. Ou seja, estava quente feito um inferno. Além disso, estava com muito sono e queria beber um energético para ver se acordar. Resolvi parar, portanto, em um posto de gasolina na tentativa de enfrentar a temperatura e também porque lá tinha a marca específica. Logo, enquanto caminhava pelo freezer de sorvetes, um picolé em especial chamou minha atenção: o picolé de sabor 7Belo, inspirado na famosa bala brasileira que faz parte da infância de muitos de nós.

O preço era equivalente ao de um picolé Frutilly, o que me fez pensar que valeria a pena experimentar. Por que não?

Já tinha experimentado a bala e depois tomei um milk shake. Logo, a chance seria muito bom. Sim, sabor era inconfundível, bem parecido com a bala e, ao mesmo tempo, não tinha aquele sabor enjoativo, sem contar que era cremoso.

Cada mordida era um alívio para o calor, tornando a caminhada até o trabalho uma experiência muito mais agradável. Ele não só traz o sabor nostálgico das balas, mas também é uma excelente opção para se refrescar nos dias quentes. Fique tranquilos: vocês não vão cair no raio gourmetizador ao comprar picolé 7Belo.

História da 7Belo

O Guia dos Curiosos aponta que a 7Belo é uma marca da empresa Arcor desde 2001, mas existe desde 1960 através da empresa Ailiram, nos anos 60. O nome vem do apelido que a carta “7 de ouros” ganhou na escopa italiana, depois adotado também no truco. É esta carta que ilustra a embalagem da bala de framboesa.

A ideia veio do imigrante italiano Francisco Potenza, o “Ciccillo”, tinha uma fábrica em São Paulo. Para expandir os negócios, ele se associou a Santo Barion, dono de um hotel em Marília, que também já tinha possuído uma barbearia e um bar na cidade. Os dois abriram a Fábrica de Doces Cristal em 1945.

Algum tempo depois, Barion comprou a parte de Potenza e mudou o nome para Ailiram (“Marília” ao contrário, cidade paulista onde ficava a fábrica). A família Barion vendeu a Ailiram para a americana Beatrice Foods em 1981, que seria adquirida depois pela Nestlé. A Nestlé se desfez de seu negócio de balas e confeitos em 2001 e passou as marcas para a Arcor.

Sorvete Los Los, marca que comprei o picolé

A sua origem é São Paulo, mas de acordo com seu site, a empresa já atua em sete estados diferentes, incluindo o Rio Grande do Norte. Além da 7Belo, a loja tem mais de 38 sabores.

A empresa diz que o objetivo é criar sorvete gelado e gostoso com ingredientes diferentões. Lembrar que o texto do site é tão convincente, que faz você querer comprar uma geladeira da marca.

Eles atuam São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

Onde vende em Natal

Em Natal, você encontra esse picolé, que é quase o mesmo preço do Frutilly, facilmente em postos de combustíveis e também em supermercados da cidade. Ótimo para quem quer comer algo enquanto faz aquelas compras.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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