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Potiguares participam de exposição Cataploft

As potiguares Lara Ovídio e Mariana do Vale participarão da exposição Cataploft, que estará disponível a partir desta terça-feira (23) até 24 de fevereiro de 2022. Inclusive, o acesso é gratuito.  Além de Natal, o espaço abrigará eventualmente artistas de Fortaleza, Goiânia, Rio de Janeiro e São Paulo.  Também estão trabalhando de forma remota a partir de um programa de acompanhamento de artistas, no qual contarei a história abaixo. A Mariana e Lara participaram do programa Imersões Poéticas, idealizado pela Escola Sem Sítio. O projeto tem a coordenação de Tânia Queiroz, o programa teve como tutores no primeiro semestre de 2021 a curadora Pollyana Quintella e os artistas visuais CADU e Efrain Almeida. Além disso, os artistas entraram em contato com profissionais do sistema da arte, incluindo curadores e críticos de arte, que ministraram palestras, além de terem sido contemplados com leituras individuais de seus portfólios. E o Cataploft, como surgiu? Ao final do curso, portanto, a curadora Pollyanna Quintella lançou a provocação: “como pensar um projeto impossível de arte?”.  Assim, os artistas Anna Beatriz Machado (RJ), Bruno Ferreira (SP), Benedito Ferreira (GO), Cássia Nunes (GO), Marcella Araujo (RJ), Lara Ovídio (RN/RJ), Mariana do Vale (RN), Luiz Sisinno (RJ) e Thadeu Dias (CE/RJ) mantiveram encontros virtuais regulares em que discutiam o processo de criação de obras inéditas, ainda mais eles sugeriram outros assuntos usando as suas práticas artísticas. O passo seguinte, no entanto, foi decidir abrir o trabalho para um público maior e  discutir a criação de um site. A artista potiguar Lara Ovídio ressalta a importância…

As potiguares Lara Ovídio e Mariana do Vale participarão da exposição Cataploft, que estará disponível a partir desta terça-feira (23) até 24 de fevereiro de 2022. Inclusive, o acesso é gratuito.  Além de Natal, o espaço abrigará eventualmente artistas de Fortaleza, Goiânia, Rio de Janeiro e São Paulo.  Também estão trabalhando de forma remota a partir de um programa de acompanhamento de artistas, no qual contarei a história abaixo.

A Mariana e Lara participaram do programa Imersões Poéticas, idealizado pela Escola Sem Sítio. O projeto tem a coordenação de Tânia Queiroz, o programa teve como tutores no primeiro semestre de 2021 a curadora Pollyana Quintella e os artistas visuais CADU e Efrain Almeida. Além disso, os artistas entraram em contato com profissionais do sistema da arte, incluindo curadores e críticos de arte, que ministraram palestras, além de terem sido contemplados com leituras individuais de seus portfólios.

Cataploft
Mariana do Vale

E o Cataploft, como surgiu?

Ao final do curso, portanto, a curadora Pollyanna Quintella lançou a provocação: “como pensar um projeto impossível de arte?”.  Assim, os artistas Anna Beatriz Machado (RJ), Bruno Ferreira (SP), Benedito Ferreira (GO), Cássia Nunes (GO), Marcella Araujo (RJ), Lara Ovídio (RN/RJ), Mariana do Vale (RN), Luiz Sisinno (RJ) e Thadeu Dias (CE/RJ) mantiveram encontros virtuais regulares em que discutiam o processo de criação de obras inéditas, ainda mais eles sugeriram outros assuntos usando as suas práticas artísticas.

O passo seguinte, no entanto, foi decidir abrir o trabalho para um público maior e  discutir a criação de um site. A artista potiguar Lara Ovídio ressalta a importância da exposição e comenta que “é uma oportunidade de abrir o trabalho para outras pessoas e obter novas impressões e significados para nossas produções artísticas”.

Algumas obras

No vídeo “Sobrenome”, por exemplo, a artista potiguar Mariana do Vale, então grávida de nove meses, atira os pratos que ganhou da sua avó, visto que é uma tentativa de romper os ciclos de violência de sua história familiar. Ainda neste eixo, Benedito Ferreira documenta o dia em que foi homenageado em sua pequena cidade natal.

Lara Ovídio

Ainda mais o vídeo “Homenagem” busca refletir sobre as implicações de ser artista e inclusive do próprio sistema de arte. No eixo pós-utópico, o artista paulista Bruno Ferreira apresenta um empreendimento futurístico que, por conseguinte, será levantado sobre uma ilha de plástico de dimensões continentais, enquanto a artista carioca Marcella Araujo faz uma releitura de marcas conhecidas, propondo embalagens que revelam a destruição operada pelas multinacionais.

Como funcionará a abertura

A abertura e o encerramento da exposição, todavia, acontecerão em lives abertas ao público. Além disso, o coletivo de artistas decidiu encerrar o site um dia antes do carnaval de 2022, como um gesto simbólico de finalizar todos os processos que viveram virtualmente durante a pandemia para finalmente e, por conseguinte, pensar em outras estratégias de seguir trabalhando juntos, agora de maneira presencial.

Serviço:

Site: www.cataploft.art

Data: 23/11 a 24/02

Gratuito

 

Artistas:

Anna Beatriz Machado (RJ)

Bruno Ferreira (SP)

Benedito Ferreira (GO)

Cássia Nunes (GO)

Marcella Araujo (RJ)

Lara Ovídio (RN/RJ)

Mariana do Vale (RN)

Luiz Sisinno (RJ)

Thadeu Dias (CE/RJ)

Curadoria:

Pollyana Quintella

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Potiguares participam de exposição Cataploft

As potiguares Lara Ovídio e Mariana do Vale participarão da exposição Cataploft, que estará disponível a partir desta terça-feira (23) até 24 de fevereiro de 2022. Inclusive, o acesso é gratuito.  Além de Natal, o espaço abrigará eventualmente artistas de Fortaleza, Goiânia, Rio de Janeiro e São Paulo.  Também estão trabalhando de forma remota a partir de um programa de acompanhamento de artistas, no qual contarei a história abaixo. A Mariana e Lara participaram do programa Imersões Poéticas, idealizado pela Escola Sem Sítio. O projeto tem a coordenação de Tânia Queiroz, o programa teve como tutores no primeiro semestre de 2021 a curadora Pollyana Quintella e os artistas visuais CADU e Efrain Almeida. Além disso, os artistas entraram em contato com profissionais do sistema da arte, incluindo curadores e críticos de arte, que ministraram palestras, além de terem sido contemplados com leituras individuais de seus portfólios. E o Cataploft, como surgiu? Ao final do curso, portanto, a curadora Pollyanna Quintella lançou a provocação: “como pensar um projeto impossível de arte?”.  Assim, os artistas Anna Beatriz Machado (RJ), Bruno Ferreira (SP), Benedito Ferreira (GO), Cássia Nunes (GO), Marcella Araujo (RJ), Lara Ovídio (RN/RJ), Mariana do Vale (RN), Luiz Sisinno (RJ) e Thadeu Dias (CE/RJ) mantiveram encontros virtuais regulares em que discutiam o processo de criação de obras inéditas, ainda mais eles sugeriram outros assuntos usando as suas práticas artísticas. O passo seguinte, no entanto, foi decidir abrir o trabalho para um público maior e  discutir a criação de um site. A artista potiguar Lara Ovídio ressalta a importância…

As potiguares Lara Ovídio e Mariana do Vale participarão da exposição Cataploft, que estará disponível a partir desta terça-feira (23) até 24 de fevereiro de 2022. Inclusive, o acesso é gratuito.  Além de Natal, o espaço abrigará eventualmente artistas de Fortaleza, Goiânia, Rio de Janeiro e São Paulo.  Também estão trabalhando de forma remota a partir de um programa de acompanhamento de artistas, no qual contarei a história abaixo.

A Mariana e Lara participaram do programa Imersões Poéticas, idealizado pela Escola Sem Sítio. O projeto tem a coordenação de Tânia Queiroz, o programa teve como tutores no primeiro semestre de 2021 a curadora Pollyana Quintella e os artistas visuais CADU e Efrain Almeida. Além disso, os artistas entraram em contato com profissionais do sistema da arte, incluindo curadores e críticos de arte, que ministraram palestras, além de terem sido contemplados com leituras individuais de seus portfólios.

Cataploft
Mariana do Vale

E o Cataploft, como surgiu?

Ao final do curso, portanto, a curadora Pollyanna Quintella lançou a provocação: “como pensar um projeto impossível de arte?”.  Assim, os artistas Anna Beatriz Machado (RJ), Bruno Ferreira (SP), Benedito Ferreira (GO), Cássia Nunes (GO), Marcella Araujo (RJ), Lara Ovídio (RN/RJ), Mariana do Vale (RN), Luiz Sisinno (RJ) e Thadeu Dias (CE/RJ) mantiveram encontros virtuais regulares em que discutiam o processo de criação de obras inéditas, ainda mais eles sugeriram outros assuntos usando as suas práticas artísticas.

O passo seguinte, no entanto, foi decidir abrir o trabalho para um público maior e  discutir a criação de um site. A artista potiguar Lara Ovídio ressalta a importância da exposição e comenta que “é uma oportunidade de abrir o trabalho para outras pessoas e obter novas impressões e significados para nossas produções artísticas”.

Algumas obras

No vídeo “Sobrenome”, por exemplo, a artista potiguar Mariana do Vale, então grávida de nove meses, atira os pratos que ganhou da sua avó, visto que é uma tentativa de romper os ciclos de violência de sua história familiar. Ainda neste eixo, Benedito Ferreira documenta o dia em que foi homenageado em sua pequena cidade natal.

Lara Ovídio

Ainda mais o vídeo “Homenagem” busca refletir sobre as implicações de ser artista e inclusive do próprio sistema de arte. No eixo pós-utópico, o artista paulista Bruno Ferreira apresenta um empreendimento futurístico que, por conseguinte, será levantado sobre uma ilha de plástico de dimensões continentais, enquanto a artista carioca Marcella Araujo faz uma releitura de marcas conhecidas, propondo embalagens que revelam a destruição operada pelas multinacionais.

Como funcionará a abertura

A abertura e o encerramento da exposição, todavia, acontecerão em lives abertas ao público. Além disso, o coletivo de artistas decidiu encerrar o site um dia antes do carnaval de 2022, como um gesto simbólico de finalizar todos os processos que viveram virtualmente durante a pandemia para finalmente e, por conseguinte, pensar em outras estratégias de seguir trabalhando juntos, agora de maneira presencial.

Serviço:

Site: www.cataploft.art

Data: 23/11 a 24/02

Gratuito

 

Artistas:

Anna Beatriz Machado (RJ)

Bruno Ferreira (SP)

Benedito Ferreira (GO)

Cássia Nunes (GO)

Marcella Araujo (RJ)

Lara Ovídio (RN/RJ)

Mariana do Vale (RN)

Luiz Sisinno (RJ)

Thadeu Dias (CE/RJ)

Curadoria:

Pollyana Quintella

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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