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Conservando ideias no formol

A cada dia uma nova demonstração de apego ao passado, a palavra “conservador” que por definição sugere “manter como está”, “estagnar”, “prosseguir assim”, afirma que chegamos ao ápice “A sociedade é perfeita, parem de tentar mudá-la”. Acho no mínimo estranho quando ouço alguém com no máximo 30 anos afirmando tranquilamente “Sou conservador”, ou isso significa “Minha vida é ótima e não quero que nada mude, problema de quem sofre!”, ou “Tenho medo de mudanças, não sei se pode mudar para pior”. Logo,  ou você é um canalha egoísta, ou você é desprovido senso crítico. Mas independente da sua motivação, tenho uma péssima notícia para você, o mundo muda e não há nada que você possa fazer, as pessoas não nascem mais binárias, homem ou mulher, hétero ou gay, comunista ou neoliberal, se sua mente funciona assim, você é um modelo de humano defasado atuando no mundo que logo não comportará mais a sua limitação. Num universo que só há azul ou vermelho, logo surge o roxo em diversos tons, chega a ser óbvio.

A cada dia uma nova demonstração de apego ao passado, a palavra “conservador” que por definição sugere “manter como está”, “estagnar”, “prosseguir assim”, afirma que chegamos ao ápice “A sociedade é perfeita, parem de tentar mudá-la”.

Acho no mínimo estranho quando ouço alguém com no máximo 30 anos afirmando tranquilamente “Sou conservador”, ou isso significa “Minha vida é ótima e não quero que nada mude, problema de quem sofre!”, ou “Tenho medo de mudanças, não sei se pode mudar para pior”.

Logo,  ou você é um canalha egoísta, ou você é desprovido senso crítico. Mas independente da sua motivação, tenho uma péssima notícia para você, o mundo muda e não há nada que você possa fazer, as pessoas não nascem mais binárias, homem ou mulher, hétero ou gay, comunista ou neoliberal, se sua mente funciona assim, você é um modelo de humano defasado atuando no mundo que logo não comportará mais a sua limitação.

Num universo que só há azul ou vermelho, logo surge o roxo em diversos tons, chega a ser óbvio.

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A cada dia uma nova demonstração de apego ao passado, a palavra “conservador” que por definição sugere “manter como está”, “estagnar”, “prosseguir assim”, afirma que chegamos ao ápice “A sociedade é perfeita, parem de tentar mudá-la”. Acho no mínimo estranho quando ouço alguém com no máximo 30 anos afirmando tranquilamente “Sou conservador”, ou isso significa “Minha vida é ótima e não quero que nada mude, problema de quem sofre!”, ou “Tenho medo de mudanças, não sei se pode mudar para pior”. Logo,  ou você é um canalha egoísta, ou você é desprovido senso crítico. Mas independente da sua motivação, tenho uma péssima notícia para você, o mundo muda e não há nada que você possa fazer, as pessoas não nascem mais binárias, homem ou mulher, hétero ou gay, comunista ou neoliberal, se sua mente funciona assim, você é um modelo de humano defasado atuando no mundo que logo não comportará mais a sua limitação. Num universo que só há azul ou vermelho, logo surge o roxo em diversos tons, chega a ser óbvio.

A cada dia uma nova demonstração de apego ao passado, a palavra “conservador” que por definição sugere “manter como está”, “estagnar”, “prosseguir assim”, afirma que chegamos ao ápice “A sociedade é perfeita, parem de tentar mudá-la”.

Acho no mínimo estranho quando ouço alguém com no máximo 30 anos afirmando tranquilamente “Sou conservador”, ou isso significa “Minha vida é ótima e não quero que nada mude, problema de quem sofre!”, ou “Tenho medo de mudanças, não sei se pode mudar para pior”.

Logo,  ou você é um canalha egoísta, ou você é desprovido senso crítico. Mas independente da sua motivação, tenho uma péssima notícia para você, o mundo muda e não há nada que você possa fazer, as pessoas não nascem mais binárias, homem ou mulher, hétero ou gay, comunista ou neoliberal, se sua mente funciona assim, você é um modelo de humano defasado atuando no mundo que logo não comportará mais a sua limitação.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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