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Sabia que Agnaldo Rayol morou em Natal?

Muita gente não sabe, mas o cantor Agnaldo Rayol morou por muitos anos em Natal e muitas biografias apontam que ele nasceu na capital potiguar. Até hoje é conhecido pela voz potente. Na verdade, o cantor nasceu no Rio de Janeiro e começou a cantar nas rádios cariocas aos cinco anos de idade. Ele se mudou para Natal por causa da profissão do seu pai, que era militar. Na terra nasceu alguns de seus irmãos e continuou a sua carreira de cantor, no qual ficou conhecido por participar da história da rádio no estado. Quando a Rádio Educadora de Natal (REN) se associou ao Diários Associados e virou a Rádio Poti, o cantor realizou diversas participações em programas de auditório. Além da Poti, ele também passou o tempo na Rádio Nordeste, assim como outros cantores potiguares daquela época, como Ademilde Fonseca. Ele estudou no colégio Santo Antônio, hoje o Marista, e teve aulas de canto com Glorinha Oliveira. Também fez algumas participações em rádios cearenses. Nesses seis anos que passou em Natal, ele atuou nas radionovelas existentes na cidade. Voltou em 1951 ao Rio de Janeiro e participou do filme “Maior Que o Ódio”. Foi obrigado a parar de cantar entre 1952 e 1954, por causa de mudanças hormonais próprias da adolescência, que afetaram a voz. A partir do final dos anos 50 quando a voz potente de adulto se estabiliza, firma-se na carreira, levando adiante o estilo impostado e operístico comum aos cantores da geração anterior, como Vicente Celestino e Francisco Alves. Como exemplo dessa…

Muita gente não sabe, mas o cantor Agnaldo Rayol morou por muitos anos em Natal e muitas biografias apontam que ele nasceu na capital potiguar. Até hoje é conhecido pela voz potente. Na verdade, o cantor nasceu no Rio de Janeiro e começou a cantar nas rádios cariocas aos cinco anos de idade.

Ele se mudou para Natal por causa da profissão do seu pai, que era militar. Na terra nasceu alguns de seus irmãos e continuou a sua carreira de cantor, no qual ficou conhecido por participar da história da rádio no estado.

Quando a Rádio Educadora de Natal (REN) se associou ao Diários Associados e virou a Rádio Poti, o cantor realizou diversas participações em programas de auditório. Além da Poti, ele também passou o tempo na Rádio Nordeste, assim como outros cantores potiguares daquela época, como Ademilde Fonseca. Ele estudou no colégio Santo Antônio, hoje o Marista, e teve aulas de canto com Glorinha Oliveira. Também fez algumas participações em rádios cearenses.

Nesses seis anos que passou em Natal, ele atuou nas radionovelas existentes na cidade. Voltou em 1951 ao Rio de Janeiro e participou do filme “Maior Que o Ódio”. Foi obrigado a parar de cantar entre 1952 e 1954, por causa de mudanças hormonais próprias da adolescência, que afetaram a voz.

A partir do final dos anos 50 quando a voz potente de adulto se estabiliza, firma-se na carreira, levando adiante o estilo impostado e operístico comum aos cantores da geração anterior, como Vicente Celestino e Francisco Alves. Como exemplo dessa peculiar forma de cantar, a magistral interpretação da Ave Maria emocionou noivas de várias gerações, que não hesitavam em pagar o caro cachê para tê-lo cantando em cerimônias de casamento e até hoje é pago para este feito.

Em 1956 foi contratado pela Rádio Tupi e dois anos depois gravou o primeiro disco pela gravadora Copacabana. O auge da carreira acontece na década de 60, com programas próprios e participações em filmes e novelas. Sempre fiel ao repertório romântico, nos anos 90 faz sucesso interpretando canções italianas, língua que domina perfeitamente, por ser a mãe nascida na Itália.

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Sabia que Agnaldo Rayol morou em Natal?

Muita gente não sabe, mas o cantor Agnaldo Rayol morou por muitos anos em Natal e muitas biografias apontam que ele nasceu na capital potiguar. Até hoje é conhecido pela voz potente. Na verdade, o cantor nasceu no Rio de Janeiro e começou a cantar nas rádios cariocas aos cinco anos de idade. Ele se mudou para Natal por causa da profissão do seu pai, que era militar. Na terra nasceu alguns de seus irmãos e continuou a sua carreira de cantor, no qual ficou conhecido por participar da história da rádio no estado. Quando a Rádio Educadora de Natal (REN) se associou ao Diários Associados e virou a Rádio Poti, o cantor realizou diversas participações em programas de auditório. Além da Poti, ele também passou o tempo na Rádio Nordeste, assim como outros cantores potiguares daquela época, como Ademilde Fonseca. Ele estudou no colégio Santo Antônio, hoje o Marista, e teve aulas de canto com Glorinha Oliveira. Também fez algumas participações em rádios cearenses. Nesses seis anos que passou em Natal, ele atuou nas radionovelas existentes na cidade. Voltou em 1951 ao Rio de Janeiro e participou do filme “Maior Que o Ódio”. Foi obrigado a parar de cantar entre 1952 e 1954, por causa de mudanças hormonais próprias da adolescência, que afetaram a voz. A partir do final dos anos 50 quando a voz potente de adulto se estabiliza, firma-se na carreira, levando adiante o estilo impostado e operístico comum aos cantores da geração anterior, como Vicente Celestino e Francisco Alves. Como exemplo dessa…

Muita gente não sabe, mas o cantor Agnaldo Rayol morou por muitos anos em Natal e muitas biografias apontam que ele nasceu na capital potiguar. Até hoje é conhecido pela voz potente. Na verdade, o cantor nasceu no Rio de Janeiro e começou a cantar nas rádios cariocas aos cinco anos de idade.

Ele se mudou para Natal por causa da profissão do seu pai, que era militar. Na terra nasceu alguns de seus irmãos e continuou a sua carreira de cantor, no qual ficou conhecido por participar da história da rádio no estado.

Quando a Rádio Educadora de Natal (REN) se associou ao Diários Associados e virou a Rádio Poti, o cantor realizou diversas participações em programas de auditório. Além da Poti, ele também passou o tempo na Rádio Nordeste, assim como outros cantores potiguares daquela época, como Ademilde Fonseca. Ele estudou no colégio Santo Antônio, hoje o Marista, e teve aulas de canto com Glorinha Oliveira. Também fez algumas participações em rádios cearenses.

Nesses seis anos que passou em Natal, ele atuou nas radionovelas existentes na cidade. Voltou em 1951 ao Rio de Janeiro e participou do filme “Maior Que o Ódio”. Foi obrigado a parar de cantar entre 1952 e 1954, por causa de mudanças hormonais próprias da adolescência, que afetaram a voz.

A partir do final dos anos 50 quando a voz potente de adulto se estabiliza, firma-se na carreira, levando adiante o estilo impostado e operístico comum aos cantores da geração anterior, como Vicente Celestino e Francisco Alves. Como exemplo dessa peculiar forma de cantar, a magistral interpretação da Ave Maria emocionou noivas de várias gerações, que não hesitavam em pagar o caro cachê para tê-lo cantando em cerimônias de casamento e até hoje é pago para este feito.

Em 1956 foi contratado pela Rádio Tupi e dois anos depois gravou o primeiro disco pela gravadora Copacabana. O auge da carreira acontece na década de 60, com programas próprios e participações em filmes e novelas. Sempre fiel ao repertório romântico, nos anos 90 faz sucesso interpretando canções italianas, língua que domina perfeitamente, por ser a mãe nascida na Itália.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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