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Professor da UFRN ganha o “Grande Otelo” do Cinema Brasileiro

O diretor potiguar Carlos Segundo ganhou o Grande Otelo de Melhor Curta com a sua mais nova produção “Big Bang” e recebeu a premiação no Rio. Saiba mais no Brechando!

O ator e diretor Carlos Segundo, recentemente, lançou o curta “Big Bang”. Em pouco tempo, ele ganhou o prêmio de “Melhor Curta-Metragem de Ficção” no 22° Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que aconteceu no Rio de Janeiro. Além disso, o diretor é professor do curso de Audiovisual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


Carlos Segundo e o ator Giovanni Venturini, que estrela o filme como o personagem “Chico”, receberam o troféu Grande Otelo na noite de quarta-feira (23), na Cidade das Artes, Rio de Janeiro.

Segundo foi diretor do curta que ganhou o prêmio de Cannes, maior festival de cinema na Europa.


A cerimônia homenageou a produção documental brasileira e os 125 anos do cinema nacional. Entre os premiados estão também o longa-metragem “Marte 1″, de Gabriel Martins, e a atriz Dira Paes, pelo protagonismo no filme “Pureza”.


O discurso de Carlos Segundo

Em seu discurso, Carlos Segundo relatou que está há 15 anos produzindo cinema e se sente honrado pelo reconhecimento. Ele começou a fazer cinema em Uberlândia, onde “Big Bang” teve as suas gravações, cidade em que também nasceu o ator Grande Otelo que nomeia o prêmio.

Giovanni Venturini defendeu que o cinema brasileiro olhe para as pessoas com deficiência com atenção, dignidade e respeito, como ocorreu em “Big Bang”. O ator tem nanismo e enfrentou dificuldades em sua carreira para fugir de papéis estereotipados.

“Big Bang” estreou em 2022 como Melhor Curta-Metragem Autoral no Festival de Locarno, na Suíça, e após ser premiado em uma série de festivais nacionais e internacionais, tem sua qualidade reconhecida agora pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais.

O curta é uma produção de Osoprodotempo e Les Valseurs e ainda mais tem distribuição na América Latina pela potiguar Casa da Praia Filmes.

Narra a história de “Chico”, um homem com nanismo que trabalha consertando fornos. Solitário, ele vive um conflito interno contínuo, uma vez que ele tem o sentimento do abandono familiar e da exclusão social. Mas, Chico irá pouco a pouco descobrir uma forma de resistência e, por que não, de vingança.

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Professor da UFRN ganha o “Grande Otelo” do Cinema Brasileiro

O diretor potiguar Carlos Segundo ganhou o Grande Otelo de Melhor Curta com a sua mais nova produção “Big Bang” e recebeu a premiação no Rio. Saiba mais no Brechando!

O ator e diretor Carlos Segundo, recentemente, lançou o curta “Big Bang”. Em pouco tempo, ele ganhou o prêmio de “Melhor Curta-Metragem de Ficção” no 22° Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que aconteceu no Rio de Janeiro. Além disso, o diretor é professor do curso de Audiovisual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


Carlos Segundo e o ator Giovanni Venturini, que estrela o filme como o personagem “Chico”, receberam o troféu Grande Otelo na noite de quarta-feira (23), na Cidade das Artes, Rio de Janeiro.

Segundo foi diretor do curta que ganhou o prêmio de Cannes, maior festival de cinema na Europa.


A cerimônia homenageou a produção documental brasileira e os 125 anos do cinema nacional. Entre os premiados estão também o longa-metragem “Marte 1″, de Gabriel Martins, e a atriz Dira Paes, pelo protagonismo no filme “Pureza”.


O discurso de Carlos Segundo

Em seu discurso, Carlos Segundo relatou que está há 15 anos produzindo cinema e se sente honrado pelo reconhecimento. Ele começou a fazer cinema em Uberlândia, onde “Big Bang” teve as suas gravações, cidade em que também nasceu o ator Grande Otelo que nomeia o prêmio.

Giovanni Venturini defendeu que o cinema brasileiro olhe para as pessoas com deficiência com atenção, dignidade e respeito, como ocorreu em “Big Bang”. O ator tem nanismo e enfrentou dificuldades em sua carreira para fugir de papéis estereotipados.

“Big Bang” estreou em 2022 como Melhor Curta-Metragem Autoral no Festival de Locarno, na Suíça, e após ser premiado em uma série de festivais nacionais e internacionais, tem sua qualidade reconhecida agora pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais.

O curta é uma produção de Osoprodotempo e Les Valseurs e ainda mais tem distribuição na América Latina pela potiguar Casa da Praia Filmes.

Narra a história de “Chico”, um homem com nanismo que trabalha consertando fornos. Solitário, ele vive um conflito interno contínuo, uma vez que ele tem o sentimento do abandono familiar e da exclusão social. Mas, Chico irá pouco a pouco descobrir uma forma de resistência e, por que não, de vingança.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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