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O Atol das Rocas registrado em 1970

As ilhas próximas de Noronha são: “Integrantes do arquipélago de Fernando de Noronha, estas pequenas ilhas fazem parte de um grande conjunto de várias e diversificadas formações geográficas. São terras isoladas, de origem vulcânica, que surgem inesperadamente, das grandes profundidades abissais do Atlântico Equatorial, variáveis de 4 mil a 5 mil metros. Perdidas no imenso “mar oceano” dos ousados navegantes dos séculos XV e XVI, pertencentes uma a Portugal e Inglaterra e outras ao Brasil, essas ilhas se perdem na vastidão marítima, entre os trópicos de Câncer e Capricórnio”. Essas foram as palavras do repórter Hilson Carvalho, da revista Manchete, definiu a super reportagem sobre as ilhas próximas de Fernando de Noronha. Entre as brechadas está a visita no Atol das Rocas, que fica próximo da cidade do Natal. O local, por sinal, era usado A gente recortou as imagens registradas pela revista, que foi feita em 1970, para mostrar como era o Atol há 50 anos. Confira, portanto, a seguir. Sobre Atol das Rocas O Atol das Rocas é um local que pertence ao Rio Grande do Norte e foi “descoberto” no ano de 1500. O primeiro mapa do Brasil, em 1502, já mostrava a existência do lugar. Apesar do descobrimento acontecer no século XVI, o primeiro mapa detalhado de Rocas surgiu apenas em 1852, desenhado pelo Capitão-Tenente Phillip Lee, com a denominação de Baixo das Rocas ou Baixo das Cabras. Rocas aparece caracterizado como atol em 1858, num levantamento batimétrico feito pelo Comandante Vital de Farias. Devido à pouca profundidade de suas águas, a…

As ilhas próximas de Noronha são:

“Integrantes do arquipélago de Fernando de Noronha, estas pequenas ilhas fazem parte de um grande conjunto de várias e diversificadas formações geográficas. São terras isoladas, de origem vulcânica, que surgem inesperadamente, das grandes profundidades abissais do Atlântico Equatorial, variáveis de 4 mil a 5 mil metros. Perdidas no imenso “mar oceano” dos ousados navegantes dos séculos XV e XVI, pertencentes uma a Portugal e Inglaterra e outras ao Brasil, essas ilhas se perdem na vastidão marítima, entre os trópicos de Câncer e Capricórnio”.

Essas foram as palavras do repórter Hilson Carvalho, da revista Manchete, definiu a super reportagem sobre as ilhas próximas de Fernando de Noronha. Entre as brechadas está a visita no Atol das Rocas, que fica próximo da cidade do Natal. O local, por sinal, era usado

A gente recortou as imagens registradas pela revista, que foi feita em 1970, para mostrar como era o Atol há 50 anos. Confira, portanto, a seguir.

Atol das Rocas

Sobre Atol das Rocas

O Atol das Rocas é um local que pertence ao Rio Grande do Norte e foi “descoberto” no ano de 1500. O primeiro mapa do Brasil, em 1502, já mostrava a existência do lugar. Apesar do descobrimento acontecer no século XVI, o primeiro mapa detalhado de Rocas surgiu apenas em 1852, desenhado pelo Capitão-Tenente Phillip Lee, com a denominação de Baixo das Rocas ou Baixo das Cabras. Rocas aparece caracterizado como atol em 1858, num levantamento batimétrico feito pelo Comandante Vital de Farias.

Devido à pouca profundidade de suas águas, a navegação nesse trecho da costa é muito perigosa. Os acidentes marítimos em Rocas eram frequentes e, no final do século XIX, iniciou-se a construção do primeiro farol do Atol das Rocas, no qual os restos dele se encontram na ilha até hoje.

Por mais que fique a 260 km a nordeste de Natal, somente pesquisadores podem adentrá-la. Mas por que não existe programas de turismo lá? O Atol das Rocas é uma reserva biológica e é a primeira Reserva Biológica Marinha do Brasil. Além disso, a sua criação deu-se através do Decreto-lei N.º 83.549, de 5 de junho de 1979. Ela está inserida em uma área de 37,820 ha, delimitada pela isóbata de 1,000 m de um monte submarino pertencente à Cadeia Fernando de Noronha, a partir da Ilha do Farol. Tem uma área de aproximadamente 755,1 ha e abriga, além da Ilha do Farol, a Ilha do Cemitério, ambas de origem biogênica.

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O Atol das Rocas registrado em 1970

As ilhas próximas de Noronha são: “Integrantes do arquipélago de Fernando de Noronha, estas pequenas ilhas fazem parte de um grande conjunto de várias e diversificadas formações geográficas. São terras isoladas, de origem vulcânica, que surgem inesperadamente, das grandes profundidades abissais do Atlântico Equatorial, variáveis de 4 mil a 5 mil metros. Perdidas no imenso “mar oceano” dos ousados navegantes dos séculos XV e XVI, pertencentes uma a Portugal e Inglaterra e outras ao Brasil, essas ilhas se perdem na vastidão marítima, entre os trópicos de Câncer e Capricórnio”. Essas foram as palavras do repórter Hilson Carvalho, da revista Manchete, definiu a super reportagem sobre as ilhas próximas de Fernando de Noronha. Entre as brechadas está a visita no Atol das Rocas, que fica próximo da cidade do Natal. O local, por sinal, era usado A gente recortou as imagens registradas pela revista, que foi feita em 1970, para mostrar como era o Atol há 50 anos. Confira, portanto, a seguir. Sobre Atol das Rocas O Atol das Rocas é um local que pertence ao Rio Grande do Norte e foi “descoberto” no ano de 1500. O primeiro mapa do Brasil, em 1502, já mostrava a existência do lugar. Apesar do descobrimento acontecer no século XVI, o primeiro mapa detalhado de Rocas surgiu apenas em 1852, desenhado pelo Capitão-Tenente Phillip Lee, com a denominação de Baixo das Rocas ou Baixo das Cabras. Rocas aparece caracterizado como atol em 1858, num levantamento batimétrico feito pelo Comandante Vital de Farias. Devido à pouca profundidade de suas águas, a…

As ilhas próximas de Noronha são:

“Integrantes do arquipélago de Fernando de Noronha, estas pequenas ilhas fazem parte de um grande conjunto de várias e diversificadas formações geográficas. São terras isoladas, de origem vulcânica, que surgem inesperadamente, das grandes profundidades abissais do Atlântico Equatorial, variáveis de 4 mil a 5 mil metros. Perdidas no imenso “mar oceano” dos ousados navegantes dos séculos XV e XVI, pertencentes uma a Portugal e Inglaterra e outras ao Brasil, essas ilhas se perdem na vastidão marítima, entre os trópicos de Câncer e Capricórnio”.

Essas foram as palavras do repórter Hilson Carvalho, da revista Manchete, definiu a super reportagem sobre as ilhas próximas de Fernando de Noronha. Entre as brechadas está a visita no Atol das Rocas, que fica próximo da cidade do Natal. O local, por sinal, era usado

A gente recortou as imagens registradas pela revista, que foi feita em 1970, para mostrar como era o Atol há 50 anos. Confira, portanto, a seguir.

Atol das Rocas

Sobre Atol das Rocas

O Atol das Rocas é um local que pertence ao Rio Grande do Norte e foi “descoberto” no ano de 1500. O primeiro mapa do Brasil, em 1502, já mostrava a existência do lugar. Apesar do descobrimento acontecer no século XVI, o primeiro mapa detalhado de Rocas surgiu apenas em 1852, desenhado pelo Capitão-Tenente Phillip Lee, com a denominação de Baixo das Rocas ou Baixo das Cabras. Rocas aparece caracterizado como atol em 1858, num levantamento batimétrico feito pelo Comandante Vital de Farias.

Devido à pouca profundidade de suas águas, a navegação nesse trecho da costa é muito perigosa. Os acidentes marítimos em Rocas eram frequentes e, no final do século XIX, iniciou-se a construção do primeiro farol do Atol das Rocas, no qual os restos dele se encontram na ilha até hoje.

Por mais que fique a 260 km a nordeste de Natal, somente pesquisadores podem adentrá-la. Mas por que não existe programas de turismo lá? O Atol das Rocas é uma reserva biológica e é a primeira Reserva Biológica Marinha do Brasil. Além disso, a sua criação deu-se através do Decreto-lei N.º 83.549, de 5 de junho de 1979. Ela está inserida em uma área de 37,820 ha, delimitada pela isóbata de 1,000 m de um monte submarino pertencente à Cadeia Fernando de Noronha, a partir da Ilha do Farol. Tem uma área de aproximadamente 755,1 ha e abriga, além da Ilha do Farol, a Ilha do Cemitério, ambas de origem biogênica.

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Desenho do ilustrador Um Samurai

Lara Paiva é jornalista e publicitária formada pela UFRN, com especialização em documentário (UFRN) e gestão de mídias sociais e marketing digital (Estácio/Fatern). Criou o Brechando com o objetivo de matar as suas curiosidade e de outras pessoas acerca do cotidiano em que vive. Atualmente, faz mestrado em Estudos da Mídia, pela UFRN e teve experiência em jornalismo online, assessoria de imprensa e agência de publicidade, no setor de gerenciamento de mídias sociais.

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