Náufragos potiguares foram resgatados em véspera de Natal

A noite de véspera de Natal será especial para oito pescadores de Natal. Eles naufragaram perto do arquipélago de Fernando de Noronha, depois de passarem quatro dias dentro de um bote em mar aberto. Eles estavam a bordo do barco chamado Rei Artur que saiu de Natal no dia 19 de dezembro em direção à ilha que pertence ao estado de Pernambuco. A intenção era voltar à capital potiguar no dia 27 de dezembro.

Então, eles perceberam que o barco estava afundando quando entrou água aonde funcionava a cozinha. Então, os oito pescadores partiram para o bote inflável. Então, eles começaram a navegar até direção à cidade do Natal. Eles foram resgatados por outros pescadores, a 15 quilômetros da costa cearense na praia de Caponga, em Cascavel, a 60 quilômetros de Fortaleza.

Eles chegaram ao Porto do Mucuripe, em Fortaleza, na madrugada de 25 de dezembro, os oito homens, desidratados e com cortes pelo corpo, receberam atenção médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os homens estavam bastante debilitados e alguns não conseguiam mais andar. Um dos pecadores afirmaram que não chegaram a consumir água do mar.

Seis deles foram encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Os outros dois, mais debilitados, foram levados para o Hospital Geral de Fortaleza (HGF). Todos se recuperando bem.

Seis dos oito que estavam naufragados forma liberados da UPA na tarde desta sexta. Em nota, a Capitania dos Portos atesta que os náufragos estariam pescando perto do arquipélago de Fernando de Noronha, quando foram atingidos porum tormenta. Um navio mercante que passava pelo litoral cearense avistou os potiguares à deriva e comunicou ao barco Rio Praça, que fez o resgate, levando-os para Mucuripe, em Fortaleza.

Eles chegaram ao Rio Grande do Norte na manhã deste sábado (26). Com ajuda de doadores, eles conseguiram comprar passagens de ônibus nesta sexta (25), material de higiene e roupas novas. Eles afirmaram que ficaram vivos graças às águas e alimentos que tinham de reserva dentro da embarcação.

Alecrim estava lotado na véspera de Natal

Natal já passou e na véspera, dia 24 de dezembro, resolvi fazer algo diferente. Montar a ceia sozinha? Não, brechar o Alecrim, pois eu não sei cozinhar coisas gostosas, com exceção do brigadeiro. Sabia que os shoppings estavam lotados, porém queria saber se o bairro comercial estava lotado até mesmo no período da tarde, onde começa a diminuir as pessoas no local e os primeiros estabelecimentos começaram a fechar.

Como sempre durante o período natalino, a gente esquece de comprar alguns presentes. Além disso, precisávamos pegar algumas coisas por lá. Então, eu tive a ideia de registrar o Alecrim durante este período, algo que já fiz antes quando trabalhava em uma redação.

O que mais gosto do Alecrim é a pluralidade daquele espaço e também da variedade produtos. O que não tem nos principais shoppings da cidade tem lá.

Comércio do Alecrim em todo vapor às 13 horas (Fotos: Lara Paiva)
Comércio do Alecrim em todo vapor às 13 horas (Fotos: Lara Paiva)

Vamos fazer um diário do Alecrim em véspera de Natal! Eram 13 horas quando saí de casa com o objetivo de resolver problemas rumo ao bairro da cidade. Inicialmente, pegamos um leve engarrafamento fora do comum em dia de feriado, que foi por conta dos principais shoppings cheios de gente querendo pegar os últimos presentes que devem.

– A galera está desesperada, o povo está atravessando na faixa de pedestre mesmo no sinal verde – dizia mãe com cara de espanto.

Trocamos o estresse do engarrafamento pela problematização e dentro do carro começamos a discutir o porquê das pessoas comprarem os presentes de última hora ou sair de casa na véspera de Natal para resolver algumas coisas. Criamos várias teorias, porém sem nenhuma solução.

Ainda no trânsito, nós críamos diversas estratégias de qual rua que poderemos ir e pegar um trânsito mais ameno. Então, nós resolvemos pegar a Avenida Alexandrino de Alencar e depois a Avenida Coronel Estevam, uma das principais vias do bairro. A intenção era pegar a Avenida Presidente Bandeira, pois onde os nossos compromissos ficavam nesta via.

– Lara, deve estar vazio que só o Alecrim, pois as lojas estão começando a fechar. Será que dará certo a sua reportagem?

Para o nosso espanto, o Alecrim ainda estava abarrotado de pessoas. Ao mesmo tempo que tinha gente voltando de suas compras natalinas pela manhã, ainda tinha gente para comprar mais coisas. Algumas lojas realmente já estavam fechando as portas, porém outras estavam em pleno vapor e com os carros de sons estavam anunciando diversas promoções para queimar o estoque.

Alecrim de tarde
Alecrim de tarde

Os ambulantes estavam funcionando e vendendo diversos produtos, camelódromo estava lotado (estavam vendendo calcinhas por nove reais, que geralmente custam 15 reais), desde as bonecas do filme Frozen até aqueles carregadores de celular portátil, no qual eu me arrependi de não ter comprado, visto que estou precisando de um e o que ganhei no dia do jornalista se encontra inutilizado.  Aquela quinta-feira poderia ser resumida em uma só palavra: filas.

– Nossa, as pessoas sempre deixam de última hora, o movimento melhorou com hoje – dizia uma das ambulantes enquanto andava na rua.

– Deixe de reclamar, filho! Você sabia que comprando de última hora vai ficar doido, irritado… – dizia uma idosa para seu filho resmungão.

Eram filas para estacionar o carro, para pegar um açaí de tamanho médio por dois reais, pegar um ônibus para voltar para casa, comprar presentes, almoçar nos self-services existentes…Enfim, ainda estava um amontoado de gente. Até as lojas de aluguéis de vestidos de noivas estavam bastante requisitados pleos natalenses. Parecia que a crise econômica não existia.

Sobre a Praça Gentil Ferreira ou Praça do Relógio, estava com bastante gente naquela tarde. Se brincar, estava mais lotado que às 9 da manhã.

Não podia comprar fiado, fica a dica!

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 Após várias fotos e registros. O que aprendemos hoje é: Nunca duvide do poder do bairro do Alecrim!