viaduto do Baldo

Este foi o primeiro homem atravessar viaduto do Baldo

Cidades
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Uma curiosidade que me chamou atenção foi essa foto acima. Achei no grupo do Facebook, “Fatos e Fotos Natal Antiga“, no qual mostra o primeiro carro atravessar o viaduto do Baldo, em 1980, que liga Tirol ao Passo da Pátria, Ribeira e Alecrim. Na época, a estrutura estava prestes a concluir. Ou seja, mais uma aventura de um natalense.

Na época, a via não tinha pavimentação muito menos asfalto.

Quem enviou foi Jarbas Cavalcanti, que mostra um rapaz sentado numa Brasília branca, um dos carros da moda.

A obra demorou cinco anos para ficar pronta e era, portanto, uma tentativa da Prefeitura do Natal em urbanização aquela região. Muitos acharam que iria se transformar em um grande elefante branco, pois a estrutura já estava levantada, sendo que faltava o asfalto para ficar pronto.

Sobre o viaduto do Baldo

No ano de 1978, o prefeito Vauban Bezerra de Farias construiu o viaduto do Baldo, uma via para interligar os bairros do centro com as zonas Leste e Sul da capital potiguar e colaborou para fluir o trânsito natalense e se tornou ponto de referência às diversas movimentações sociais realizadas nas áreas próximas à sua localização.

Mas existe uma foto da rua antes do viaduto? Sim e pode ser conferida, no entanto, a seguir:

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O viaduto fornece o acesso para Ribeira, Cidade Alta, Passo da Pátria e Alecrim. A via faz parte da Avenida do Contorno. Já a parte de baixo fica entre as avenidas Deodoro da Fonseca e Rio Branco. Além disso, ela é próxima da Praça Almirante Tamandaré.

Baldo é o nome do canal que inicialmente fica na Lagoa Manoel Felipe. Hoje está sujo devido aos esgotos jogados dentro do canal.  Além disso, era fornecedor de água potável às primeiras residências da capital potiguar.

As lavadeiras do Barro Vermelho e Cidade Alta usavam para lavar as roupas das residências em suas águas até os idos de 1970. Também era possível, até aquela época, encontrar peixes e cágados em suas águas, além de animais de pequeno porte, como guaxinins e cotias nas suas matas ciliares.

Já falamos sobre o canal (Colocamos até fotos da década de 50 quando não tinha o viaduto) nesta matéria, clique, portanto, aqui.

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