Museu Câmara Cascudo Barca dos Céus

Museu Câmara Cascudo e Barca dos Céus discutem a natureza

O projeto Barca dos Céus é um projeto da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que estuda os planetas de forma remota. Praticamente é um planetário digital móvel, do Departamento de Física da instituição de ensino. Nesta sexta (23) e sábado (24), portanto, a Barca dos Céus  e o Museu Câmara Cascudo (MCC) juntos vão discutir a relação do universo com a natureza.

Nesta sexta, por exemplo, acontece a live “Conversas sobre o céu e o mar”, com o tema “A conservação da natureza e a importância do Atol das Rocas”, com a participação de Maurizélia Brito da Silva, chefe da reserva. Além disso, a finalidade é buscar conexão entre o céu e o mar com planeta.

A transmissão será realizada de forma simultânea no canal do Youtube do MCC (youtube.com/mccufrn), além das páginas do Facebook do MCC (facebook.com/mccufrn) e do projeto Barca dos Céus (facebook.com/barcadosceus).

Maurizélia chefia a Reserva Biológica do Atol das Rocas desde 1995 e ainda mais já coordenou mais de 500 expedições científicas à unidade de conservação.

Sábado tem mais debate com Museu Câmara Cascudo e a Barca dos Céus

Já no sábado, 24, das 10h às 12h, a sessão virtual “Um ensaio sobre relações entre céu e mar”, que aborda a importância do oceano para nosso dia a dia e para o planeta, além do uso do céu para as navegações e os fenômenos e comportamentos de seres marinhos que sofrem influência da lua e do sol. A atividade será na plataforma Google Meet, visto que há inscrições prévias pelo Sigaa.

As atividades fazem parte, no entanto, das celebrações do Dia Mundial da Conservação da Natureza, em 28 de julho. Ademais, este é um dia para valorizarmos e celebrarmos a existência de espaços e ações que visam cuidar de forma mais controlada de áreas do nosso planeta, de seus ecossistemas e espécies, de modo a garantir a saúde ambiental desses locais.

As inscrições, portanto, podem ser feitas no menu Extensão do Sistema Integrado de Atividades Acadêmicas (Sigaa/UFRN).

Para Não esquecer do debate no Museu Câmara Cascudo e Barca dos Céus

Conversas sobre o céu e o mar
A conservação da natureza e a importância do Atol das Rocas

Sexta, 23, 18h
Inscrições para certificados: https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91818584
A participação é aberta nas redes sociais
youtube.com/mccufrn
facebook.com/mccufrn
facebook.com/barcadosceus

Sessão virtual “Um ensaio sobre relações entre céu e mar”

Sábado, 24, 10h
Inscrições abertas: https://forms.gle/mVd8NVYqQ28RmZaX9
Google Meet – o link será entregue aos inscritos previamente

RN remédio doenças gástricas

RN cria um dispositivo para aplicar remédio para doenças gástricas

Pesquisas conjuntas de cientistas das áreas da Física, Medicina e Farmácia da UFRN conseguiram criar uma espécie de GPS, uma vez que é um sistema de micropartículas magnéticas capaz de transportar antibióticos de modo a otimizar o tratamento de infecções bacterianas no trato gastrointestinal. Como resultado, estas partículas fazem com que atuem de maneira concentrada no local da doença. Ou seja, o RN conseguiu desenvolver um dispositivo que facilita a emissão de um remédio em doenças gástricas, como gastrite e úlcera.

Será que é uma forma de acabar com o uso de leite de magnésia? Assim, melhorando as úlceras pépticas, alguns tipos de gastrite e de câncer do estômago.

Como funciona o remédio para doença gástricas vindo de cientistas do RN

O cientista Artur da Silva Carriço pontua que o sistema magnético é constituído de micropartículas polimerizadas contendo quantidades controláveis de antibióticos e ainda mais tem nanopartículas magnéticas de magnetita. Quer dizer, eles utilizaram pequenos pedacinhos do material que compõe os imãs.  

Para explicar melhor, os pesquisadores pegaram um antibiótico para estômago em comprimido e dentro de adicionaram um pedaço de imã.  Além de concentrar todo o medicamento no local da infecção, reduzindo a quantidade desnecessária e acaba com a doença de uma vez.  Mas, como faz este imã vá até o local com infecção? Vamos explicar a seguir. 

Para que o remédio dê certo, o paciente recebe um imã na região do abdômen, na parte externa. Além disso, com o magnetismo deste imã, as partículas com os antibióticos eventualmente movimentam na região interna do estômago. Como se fosse GPS, por isso a comparação com o equipamento de geoprocessamento.

A imagem acima do título mostra muito bem o funcionamento deste remédio. 

A pesquisa sob o uso de magnetismo para remédios teve início há vinte anos. Desde sua criação, esteve sempre voltado para a vetorização de antineoplásicos para a eliminação de tumores malignos.

Gostaram desta ideia? Eu peguei esta descoberta, portanto, no site da UFRN