Qual a diferença entre ocupação e invasão ?

Quando acontece uma matéria entre ocupação de sem-tetos em um prédio abandonado em Natal ou outra cidades brasileiras ou quando um Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) criam um acampamento dentro de uma terra que não tem alguma plantação, sempre existe uma discussão se no texto poderia colocar invasão como sinônimo. Mas, pode colocar? Juridicamente existe uma diferença entre os termos e o Brechando vai explicar o porquê.

Além da Justiça, a carga sociológica e política por trás da singela definição dos termos. Para alguns especialistas, o termo Invasão, tem sentindo de ilegalidade. Já a ocupação põe a par de um sentido mais brando, é posse legalizada de algo; significaria ter a posse legal de uma coisa abandonada ou ainda não apropriada. Ocupação, aliás, possui até mesmo um sentido outro: o de trabalho, de labor, de emprego de força intelectual ou física para auferir renda ou para produção de algo.

Logicamente essa diferenciação entre invasão e ocupação fica muito mais sobrelevada frente aos acontecimentos atuais envolvendo manifestantes de movimentos sem terra e possuidores de grandes porções dela, os latifundiários. As acusações e justificações mútuas ganham grande relevo quando travadas entre esses sujeitos ou sob sua ótica. A questão maior, no entanto, me parece ser identificar como é que o indivíduo que não é participante das lutas sociais pela terra, e nem possuidor dela, pode ou deveria posicionar-se frente ao tema.

A invasão é quando a entrada se dá em um local que está sendo utilizado. Já a ocupação é quando o local não está atendendo a função social de propriedade prevista na Constituição, ou seja, encontra-se sem uso, abandonado.

Não se trata de algo inocente, como sabemos. Chamar uma ocupação de “invasão” tem consequências graves para a luta política. Para a disputa por espaços. A favor de quem detém o poder, e a favor do nivelamento por baixo, da banalização das verdadeiras invasões. Invasões = assaltos. Uma coisa feia. Um abuso. Violência.

(Como, invadir não significa exatamente assaltar? Deem um Google em “Invadir” e “assaltos” ou “assaltantes” e vejam como as palavras estão estatisticamente associadas.)

Alceu Castilho

Sim, muitos criticam o uso de sinônimos de ocupação e invasão, pelo fato do segundo termo citado está sempre associado com palavras de roubo e assalto. Para muitos, o ocupar é uma forma de usar um determinado local que está sem função a partir de um ato político em troca de uma reivindicação do grupo para uma autoridade maior.

Ocupação é quando a galera toma posse de uma propriedade sem atividade, sem nenhuma função. Já invasão é quando essa propriedade tem uma função e, mesmo assim, a galera toma posse. Só que, nesse caso, a justiça não tá considerando que o pessoal tá invadindo, mas sim ocupando um bem público pra fazer uma manifestação democrática, tentando forçar um diálogo com o governo estadual sobre a reorganização.

Facilitou ?

De onde veio o termo b… ?

Boquete é um substantivo masculino, que significa:
1.
boca pequena.
2.
pequeno buraco, orifício.
3.
início de um espaço estreito entre terrenos elevados.

De acordo com o dicionário, o termo é diminutivo da palavra boca, mas devido ao termo de cunho sexual, muitos chamam “boquinha”. O termo, popularmente, ficou associado ao termo de sexo oral, principalmente após o sucesso do filme pornô Garganta Profunda, lançado em 1972, no qual o ato de felação feito numa mulher e homem ficou amplamente conhecido. Mas, de onde veio este termo ?

Em Espanhol, o termo é designado para pequenos buracos.

O termo é uma brincadeira com uma outra gíria conhecida para o ato oral: bola-gato. Fale bem rápido a palavra “Ball” (Bola) e “Cat” (Gato). Porém, não se sabe qual que vem primeiro.

O sexo oral é praticado em relacionamentos homo e heterossexuais. Em relacionamentos heterossexuais, o sexo oral pode ser um método do anticoncepcional, tendo em vista que gravidez é inviável desde que o esperma não entre em contato com a vagina. É importante ressalvar que o sexo oral não é um método eficaz de impedir as Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), embora algumas formas de DST se acredite serem menos prontamente transmissíveis dessa maneira.

Atitudes culturais para o sexo oral foram da repulsa à reverência: na Roma Antiga, foi considerado um tabu, enquanto que no taoísmo é reverenciada como uma prática espiritual gratificante que aumenta a longevidade. Na cultura moderna ocidental, o sexo oral é amplamente popular entre os adolescentes e adultos.

Além disso, já foi considerado um tabu ou pelo menos desaprovado em muitas culturas e partes do mundo. As pessoas dão várias razões para isso. Alguns dizem que esse ato sexual não leva à procriação e, portanto, não é natural. Outros afirmam que é uma prática humilhante e/ou impuros (uma opinião que é, pelo menos em alguns casos, relacionado com o simbolismo ligado a diferentes partes do corpo).

As pesquisas

Foi observado que os animais de muitas espécies praticam sexo oral. O desejo de explorar algo com a boca é muito fácil de observar como um impulso intuitivo e natural. Também há outra teoria que existe uma vantagem evolutiva devido à tendência de primatas não-primatas e humanos para fazer sexo oral. Na Roma Antiga, os atos sexuais eram geralmente vistos através da submissão e controle. Sob este sistema, foi considerado abominável para um homem fazer felação, contudo quando recebia sexo oral de uma mulher ou outro homem de menor status social (como um escravo ou devedor) não era tão humilhante.

Alguns casais heterossexuais usam o sexo oral como um substituto para o coito durante o ciclo menstrual mulher ou durante a gravidez.

Um relatório feito em setembro de 2005 pelo National Center for Health Statistics que foi base da introdução de uma reportagem feita em 26 de setembro de 2005 na revista Time. O relatório traz resultados de um inquérito com 12.000 americanos entre os idades de 15 e de 44 anos. Indica que mais da metade dos adolescentes entrevistados já praticaram sexo oral. Algumas manchetes interpretaram, na época que estas evidências como que se o sexo oral entre adolescente estivesse “em ascensão”, entretanto este foi o primeiro estudo detalhado deste tipo para examinar esta matéria.