Lugares de Natal que receberam nomes internacionais para serem mais chics em página do Facebook

Existe uma página no Facebook chamada “Página que coloca o nome dos lugares internacionais e chics no Brasil” e posta fotos de pontos turísticos de vários cantos do país com nomes diferentes, provocando risadas entre os usuários, sendo que a maioria das fotos são de locais de Natal e outros municípios do Rio Grande do Norte. Por quê? Tudo isso tem um motivo, visto que a página foi criada pela gaúcha, mas radicada em Natal, Lizia e já tem mais de 3500 seguidores. Lá ela utiliza fotos de pontos turísticos da cidade e batiza com nomes de pontos turísticos internacionais, como Central Park (Parque das Dunas) e Teatro da Broadway (Teatro Alberto Maranhão).

Além disso, outros lugares foram batizados como locais de Natal, como uma praia do Havaí recebeu o nome de Ponta Negra. Muitas vezes, ela recebe sugestões de usuários nas caixas de mensagens e comentários, nos quais alguns concorda em postar.

Detalhe: a página foi criada há uma semana, mostrando que um conteúdo inusitado, pode trazer engajamento orgânico e viralizar.

Confira alguns pontos turísticos transformados na página:

Mahalila promove acampamento cultural dentro da Chapada Diamantina

A gente conhece o Mahalila como um espaço que reúne diferentes segmentos culturais ao seu calendário anual de eventos, além de contar com um sebo formado por títulos do universo literário e científico, além de quadros expostos pelas paredes do ambiente e fica próximo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O mesmo também está empreitando em outras aventuras fora do Rio Grande do Norte, visto que a  tradicional celebração de aniversário do Mahalila Café e Livros o festival Mahaldeia que por 4 anos aconteceu na Praia de Maracajaú (RN) expande para o Vale do Capão, localizado na Chapada Diamantina (BA).

A 5ª edição do festival Mahaldeia, dentre os dias 06 a 13 de janeiro,  foi intitulada Naturaza e Arte e propõe uma expedição e imersão de 6 dias no coração da Bahia, a Chapada Diamantina.

O objetivo da Aldeia é a difusão de manifestações artísticas e literárias de interesse cultural e público, cujas atividades se expressam por meio de lançamentos de livros e zines, exposições de artes plásticas, mostras de fotografias, apresentações musicais e criação de festivais, promovendo a produção de artistas, músicos e escritores locais e de outras partes do Brasil e do mundo. Com apreço pela versatilidade de possibilidades que a arte e a cultura guardam.

Flávio Augusto idealizador do evento e proprietário do Mahalila diz que a principal ideia desse evento é: “conhecer um pouco das belezas naturais da região e fazer uma confraternização de irmandade entre nós e a população local, respeitando o próximo, a natureza, as condutas e os costumes da comunidade do Vale do Capão”.

“Desta forma, convidamos vocês, os que fizeram e conhecem a nossa história, a rir, chorar, amar, agradecer, dançar, cantar, tocar, calar, enfrentar seus medos, expor e explorar suas qualidades e defeitos, se divertir, ver a vida cor de róseo, tudo enfim, investir em suas vidas e se entregar em uma viagem às terras baianas na Aldeia do Vale do Capão, situada a 1.500km da nossa bela província Natal”, diz a organização.

Durante os dias os participantes desta grande aldeia poderão viver um intercambio de culturas, com atividades culturais realizadas por artistas locais e potiguares que farão shows, performances, ação beneficente e muito mais.

Para saber um pouco mais do pacote é só telefonar para (84) 99907-1780.

MAHALDEIA 2019

Serviço: 06 a 13 de janeiro de 2019

Quando compro o pacote o que está incluído: Traslado + café da manhã + camping + programação cultural + Eco-copo

Quais são as atrações confirmadas ?

Grupo Instrumental do Capão

Pasaje Universo – Groove Electroorganico

Candombá Blues Dab

Fukai

Koogu

Mahmed

Edmilson Cardoso

Skarimbó

Zurdo

 

 

O que seria a Lei dos Queijos no Rio Grande do Norte?

No interior do Rio Grande do Norte é comum a gente apreciar alimentos que tenham como componente aquela manteiga do sertão ou queijo de manteiga. No entanto, até o ano passado, as empresas responsáveis pela fabricação dos dois produtos citados não era regulamentada. Então foi sancionada uma lei chamada Nivardo Mello, 300 queijeiras potiguares, contribuindo para impulsionar o trabalho dos pequenos produtores e movimentar a economia no interior do estado. De iniciativa do deputado Hermano Morais (PMDB), a legislação foi discutida em conjunto com produtores, Secretaria Estadual de Agricultura e Sebrae.

O nome é uma homenagem ao grande produtor de queijo manteiga.

Além disso, é uma forma de ajudar a fugir de empresas charlatonas que dizem vender produto da terra, mas não é bem assim que a banda toca. A primeira coisa que diz na lei é:

§ 1º Considera-se queijo artesanal o queijo produzido com leite integral, fresco e cru respeitados os métodos tradicionais, culturais e regionais.
§ 2º Considera-se manteiga da terra ou de garrafa aquela produzida com nata e sal, respeitados os métodos tradicionais, culturais e regionais.
Art. 2º A produção artesanal do queijo representa uma alternativa econômica de conservação e aproveitamento da produção leiteira do Estado, cuja tradição
forjou um modo de fazer próprio, expresso na forma de manipulação do leite, conferindo a cada queijo aparência e sabor específicos.

O mesmo projeto aponta que o queijo manteiga, de coalho e a manteiga do sertão são produtos lácteos artesanais do Rio Grande do Norte. Sem contar que os fabricantes precisam seguir diversas regras de produção, como por exemplo ter 250 metros quadrados, produção diária até 2 mil litros. Porém, o leite pode vir de agrupamentos de produtores, o que vai beneficiar os assentamentos e cooperativas.

O leite pode ser termizado, uma técnica de eliminação de microorganismos que aquece a matéria prima entre 57 e 68ºC. Um fator ainda a ser revisto é a exigência da cloração da água, mesmo potável. Hoje em dia existem outros meios de purificar a água sem deixar resíduos químicos, como o tratamento por meio de lâmpada UV.

A maior produtora destes produtos fica na região do Seridó, que produz mensalmente 74 mil quilos de queijos de coalho, 236 mil quilos de queijo de manteiga, 506 quilos de ricota e 22 mil litros de manteiga de garrafa, empregando 1.056 pessoas. Estima-se que há mais de 350 queijarias artesanais potiguares, sendo que 311 estão no Seridó.

Projeto de lei completo pode ser visto a seguir.

Considera-se para efeitos desta Lei queijeiro artesanal ou produtor de queijos artesanais aquele que preserva a cultura regional na elaboração de queijos empregando técnicas tradicionais e observando a especificidade de elaboração para cada tipo de queijo e suas variedades.

Por causa desta regulementação, a Rede Internacional Slow Food, organização global sem fins lucrativos, destacou em seu site o pioneirismo potiguar e afirmou que produtores de queijo de todo o Brasil estão aplaudindo o estado e buscando as próprias leis estaduais.

Fundado por Carlo Petrini em 1986, o Slow Food se tornou uma associação internacional sem fins lucrativos em 1989. Melhorar a qualidade da alimentação ao redor do mundo e arranjar tempo para saboreá-la é a filosofia da organização, que atualmente conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, e apoiadores em 150 países.

O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção.