29 29America/Bahia novembro 29America/Bahia 2018 – Brechando

Última roda da temporada “Cores do Nosso Samba 2018” acontece neste sábado

A cantora Valéria Oliveira vai finalizar  a temporada 2018 da roda “Cores do Nosso Samba” – a roda mais colorida da cidade – destacamos a trajetória de encontros musicais que desde 2014 vem reunindo, a cada edição, gerações de cantores, cantoras, compositores e compositoras, sambistas e músicos, revelando um colorido de timbres e repertórios. Só nesta temporada já passaram pela roda 24 artistas, e neste sábado, dia 01 de dezembro, teremos mais cinco grandes nomes da cena musical potiguar:  Damiana Chaves, Dani Cruz, Hélia Braga, Heli Medeiros e Vinícius Lins.

O repertório, como sempre, será bem mesclado entre sambas de quadra e sambas enredos, composto por obras de Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Noel Rosa, Jovelina Pérola Negra, Cartola, Monarco, Moacyr Luz, Délcio Luiz, Paulo César Pinheiro, Arlindo Cruz, Xande de Pilares, além de parcerias de Valéria com Vinicius Lins, Luiz Gadelha e Simona Talma.

Valéria Oliveira é formada em Engenharia Civil, mas iniciou sua carreira artística no início da década de 1990, cantando e tocando violão em bares e restaurantes da cidade de Natal (RN). Em 1997 lançou seu primeiro CD “Impressões”, no qual as faixas “Vem” (Cleudo Freire), “Cores e Flores” (Pedro Mendes e Babal), “A chave mestra” (Pedro Mendes e Babau), “Faca” (Fátima Guedes), “Eu não sou niguém” (Pedro Mendes), “Pano pra manga” (Rosa Passos e Paulo César Pinheiro), entre outras. Em 1998 apresentou-se na primeira edição do projeto “Música Alimento da Alma” (MADA), transmitido pelo canal de televisão MTV. Nesse mesmo ano participou da 50ª edição da feira “Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência” (SPBC), realizada na Praça Cívica do Campus Universitário da UFRN, reunindo cerca de 8000 pessoas.

A partir de 1999 dedicou-se exclusivamente à carreira de cantora. A partir desse ano passou a ser presença constante no “Projeto Seis e Meia”, nas edições do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Nesse projeto cantou em dueto com artistas como Leila Pinheiro, Renato Braz, Belô Veloso e Teca Calazans. Ainda nesse projeto abriu os shows de Cida Moreira, Leni Andrade, Xangai e Antônio Carlos & Jocafi. Participou de projetos  relacioandos à Música Popular Brasileira (MPB). Ao todo, ela já lançou 11 discos.

Confira um pouco de como é a roda de samba a seguir:

A edição de dezembro da roda “Cores do Nosso Samba” conta com o patrocínio da Prefeitura do Natal e da Unimed Natal, por meio do Programa Djalma Maranhão e apoio cultural da Associação Médica do RN.

SERVIÇO:

Roda “Cores do Nosso Samba”

Dia 01 de dezembro, sábado, às 16h.

Entrada a partir das 15h30.

Local: Associação médica do RN

Av. Hermes da Fonseca, nº 1396, ao lado do Museu Câmara Cascudo.

Mesa com 4 lugares: R$120,00

Senhas individuais: R$25,00

Ingressos e mesas:  https://www.sympla.com.br/cores-do-nosso-samba__381945

Um date em nome da ciência! Existe isso em Natal

O que as pessoas sentem uns aos outros? Como os casais se formam? Um dia você entra na universidade e vai para uma sala com várias pessoas. Lá, você pode conhecer o rapaz que pode ser o amor da sua vida. Sim, um Speeding Date ou Encontro Rápido. Como assim? Se você é solteiro e quer participar da pesquisa, o Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), está fazendo um trabalho com pessoas solteiras para saber o que atraem amorosamente/sexualmente nas pessoas.

De acordo com Adrielly Nascimento, a pesquisa surgiu a partir de discussões do artigo, além de não ter tido uma pesquisa deste porte no Brasil.

Esta é a quarta etapa da pesquisa, no qual uma foi realizada no ano passado e duas neste ano. No entanto, a equipe está com dificuldade de encontar pessoas, uma vez que a maioria da população de Natal tem mais mulheres do que homens. “Nós já temos sete casais, até o momento.  Acho que a dificuldade é de divulgação, de tentar tirar as pesquisas só do meio acadêmico, tentar conseguir pessoas que não são universitários pra participar”, comentou.

O Speed Dating, ou “Encontro Rápido” em português, surgiu no final do século XX, mais precisamente em 1998 nos Estados Unidos. Seu criador foi o Rabino Yaacov Deyo e sua esposa, Sue, baseados na tradição judaica de ajudar jovens judeus solteiros a encontrarem o amor de suas vidas. Para isso, criaram o “Shiduch”, ou encontro, com a intenção de promover encontros amorosos entre jovens de forma que eles não se conhecessem anteriormente. O primeiro evento de Speed Dating aconteceu no Pete’s Café, em Beverly Hills.

A prática do Speed Dating deixou de ser exclusivamente voltada para o público judeu, foi ganhando espaço e tornou-se popular principalmente nos Estados Unidos, Europa, China e Austrália. Transformou-se em uma forma de criar relacionamentos entre diferentes pessoas, de forma divertida e eficiente.

Porém, essa pesquisa não ajudará apenas a formar casais, mas também contribuir para ciência. Como se forma?

O encontro acontece dentro do Centro de Biociência, na UFRN, onde são preenchidos formulários e entram numa sala, no qual a cada três minutos vai falar com uma pessoa diferente. Após conversar com todos, eles assinalam um cartão com o número da pessoa escolhida. Se coincidir, deu match, então os contatos são trocados. Bem Tinder mesmo.  “Sempre tem algum casal que dá match, dificilmente não existe encontro que não tenha um. Geralmente o feedback é positivo”, explicou a pesquisadora, que também comentou não saber se realmente formou casais reais.

“Após as sessões, a gente não acompanha o casal. A gente só quer entender o processo de seleção na escolha do parceiro”, explicou.  A intenção é também fazer encontro com casais homossexuais e bissexuais.

Quer participar? Mande um e-mail para [email protected].