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10 maconheiros mais legais que Monark Ex-Flow

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Vamo repostar a matéria após que soubemos que Monark foi demitido do Flow por apologia ao nazismo, após o podcast perder os principais patrocinadores. Desde a existência do Brechando, a gente é super a favor da legalização da maconha e, logo, conhecemos muitos maconheiros nesta jornada de jornalismo gonzo. Entretanto, existe um criador de conteúdo que faz com que a fama dos maconheiros continue cada vez mais ruim.

Eu estou falando do Monark que era o apresentador de um programa chamado Flow e ele conseguiu superar as marcas do Jovem Nerd como o podcast mais ouvido aliás das plataformas de streaming. Porém, suas pautas controversas geraram prejuízo a empresa que ele mesmo criou, sendo assim desligado. 

Por isso, o Brechando listou 10 maconheiros mais legais que o Monark.

1) Bezerra da Silva

 

Antes de Marcelo D2 nascer, o Bezerra da Silva já cantava músicas a favor do cigarro. Natural de Recife (PE), foi no Rio de Janeiro que o mais malandro dos sambistas alcançou fama e lançou nada menos do que 28 álbuns.

Com letras escrachadas, irreverentes e absolutamente coerentes, Bezerra cantou a maconha e os dilemas dos maconheiros como ninguém.

2) Marcelo D2

 

O maconheiro mais famoso do Brasil, ele é o maior defensor da legalização. Tanto que ele tinha uma banda chamada Planet Hemp, que sempre contava músicas a favor da erva, mesmo que fosse preso de vez em quando. Até hoje, ele defende políticas em favor de minorias e critica os conservadores.

3) Gilberto Gil

Na ditadura militar, quando apresentava Doces Bárbaros, ele foi preso por portar um beck. Apesar disso, ele nunca negou que fumara. Quando era ministro da Cultura no governo Lula, Gilberto Gil defendeu a descriminalização das drogas e durante um debate promovido pela “Folha de S.Paulo”.

Em entrevistas, ele continua defendendo a cannabis para o uso recreativo.

4) Rita Lee

Rita Lee também tem uma relação muito antiga com o beck. Mas também ela fala abertamente sobre o assunto até hoje.

Rita Lee, um dos maiores nomes do rock –e da música – brasileiro, teve a imagem frequentemente ligada ao uso de substâncias psicoativas. Não foi diferente ao participar do novo programa de entrevistas da Rede Globo, o Conversa com Bial. Mas, ao ser questionada sobre o uso de drogas, respondeu de forma bem espirituosa (e um tanto provocativa).

“Nessa transgressão você (…) pegou pesado”, começou Bial. “A gente tava falando das drogas, né, vamos falar um pouquinho de cada uma e ver sua relação”, continuou o apresentador. Ao citar a maconha como primeiro exemplo, ele foi interrompido por Rita. “Ah, você vai falar de maconha? Pensei que fosse falar de café, Coca-Cola, açúcar, álcool…”, respondeu a cantora.

Lara Paiva

Oi, eu sou o Goku. Mentira, meu nome é Lara. Sou jornalista formada pela UFRN, natural de Natal. Sempre fui de humanas. Tem um blog para expor as suas curiosidades e anseios desta vida e mostrar os diferentes lados da vida urbana.

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