Dosol vai brincar carnaval em Natal e Região Metropolitana

Há quatro anos o Team do Dosol criou o Bloco da Greiosa, no qual realizam prévias e festas de carnaval pela capital potiguar e região. O bloco é formado por músicos famosos da cena alternativa potiguar, como Anderson Foca, Simona Talma, Gabriel Souto, Ângela Castro, Silvio Franco e Paulo Souto. Juntos comandam a banda Orquestra Greiosa.

O pontapé inicial das atividades do Bloco da Greiosa 2020 acontecerá no próximo domingo (02), no Whiskritório Pub, Capim Macio, reunindo além da Orquestra Greiosa, o Dusouto e o o paraibano Haxixe Xavier.

A entrada para os Bailes da Greiosa no Whishritório são gratuitas até às 19h. No dia 16 de fevereiro a programação no Whiskritório se encerrar com o Orquestra Greiosa convidando a cantora paraense Aíla, Skarimbó e Camarones & Manoel Cordeiro, parceria que deu bastante certo na edição passada do Festival Dosol.

Além dos dois dias de prévia no Whiskritório, o Bloco da Greiosa se juntou ao Festival Dosol e Invasão Potiguara para promover a maior festa a fantasia do carnaval potiguar. A prévia acontece dia 08 de fevereiro na Capitania das Artes com uma programação extensa que vai reunir além dos anfitriões, bandas como Frevo do Xico, Arquivo Vivo, Batuque Ancestral, Luisa e os Alquimistas e Potyguara Bardo.

Já no carnaval, eles vão estar no sábado de carnaval no Palco Petrópolis, as atrações ainda estão sendo viabilizadas junto com a Prefeitura de Natal, co-promotora da atividade.

Além disso, eles vão fazer o festival Pôr do Som, em Parnamirim, no bairro de Pium, onde terá bandas potiguares e nacionais, como Mundo Livre S/A.

Confira a programação completa a seguir:

02.02 (domingo)

Whiskritório, 17h (Até às 19h entrada gratuita)

Orquestra Greiosa, Dusouto e Haxixe Xavier

08.02 (sábado)

Baile a Fantasia, Funcarte, Ribeira com Invasão Potiguara, 16h

Luisa e os Alquimistas, Potyguara Bardo, Orquestra Greiosa, Frevo do Xico, djs, Batuque Ancestral, Arquivo Vivo. Ingressos no Sympla.

16.02 (domingo)

Whiskritório, 17h (Até às 19h entrada gratuita)

Orquestra Greiosa convida Aila, Skarimbó e Camarones & Manoel Cordeiro

22.02 (sábado)

Carnaval 2020, Palco Petrópolis (gratuito, 18h

4 atrações a confirmar

Estudante da UFRN perde seu apartamento em incêndio

A estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Evellyn Carolini, teve o seu apartamento completamente incendiado, onde ela e sua família perderam todos os seus pertences.

De acordo com as informações divulgadas, o caso ocorreu há uma semana, mais precisamente no dia 23 de janeiro, devido a um problema de curto circuito na fiação do local. O resultado do estrago do apartamento pode ser visto na imagem acima do título.

Para recuperar os objetos perdidos, Evellyn e conhecidos estão fazendo uma vaquinha online para que possam recomeçar. O objetivo é arrecadar 3 mil reais.

“Apesar de muito abalados todos estão bem, mas perderam praticamente tudo e gatinha dela inalou muita fumaça então precisade de ajuda pra arcar com o veterinário também.”, disse a descrição do financiamento coletivo.

Para acessar a Vakinha, você pode acessar esse link aqui. Outras ações estão sendo feitas para ajudar a estudante de Ciências Sociais.

Caso ache melhor, você também pode contribuir através de transferência ou depósito para a conta:
3777-x
35953-x
Ednaldo Gomes Júnior
Conta corrente
Banco do Brasil

Vamos ajudar a Evellyn Carolini?

Cruzeta

Dia que a população de Cruzeta conheceu a maconha

Cruzeta é uma cidade que fica no Seridó potiguar e no ano de 1996 eles descobriram que a planta Liamba, usada para fins medicinais era nada mais que nada menos a maconha. Na época, foram encontradas diversas plantações de maconha no município, que na época tinha 8 mil habitantes e zero índices de violência. Havia erva em várias localidades da região, entre elas em casas de moradores, em uma praça e até no cemitério.O caso ganhou repercussão em todo o país e até hoje é alvo de comentários dos moradores da cidade de 8 mil habitantes. A reportagem do caso é um viral da internet brasileira e pode ser visto a seguir:

Tudo começou quando os policiais foram ao local e encontraram um rapaz com uma pequena quantidade da droga. Eles descobriram que, minutos antes, o jovem havia jogado uma sacola de plástico por cima de um muro, em um terreno vizinho ao bar. Conforme relatos dos policiais, na sacola foram encontradas diversas folhas de uma planta de cor verde, aparentemente recém-colhida, semelhante à maconha. O suspeito foi preso e encaminhado à delegacia, onde declarou ter conseguido a erva no quintal de um idoso de Cruzeta.

Na segunda-feira seguinte, a polícia do município obteve um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça, que permitiu que fossem até a residência do idoso apontado pelo rapaz, na época com 63 anos. No muro da casa dele encontraram uma planta de três metros de altura.

Em depoimento, prestado em setembro de 96, João declarou que a planta estava na sua casa havia oito anos, desde que sua mulher trouxera a erva da casa de uma irmã, em Natal (RN). O idoso afirmou que a utilizava para curar doenças. “Ele (João) disse que várias pessoas pediam galhos para fazer remédios. João nunca soube se alguém usava a mesma como entorpecente”, narra parte do inquérito policial sobre o caso, ao qual a BBC News Brasil teve acesso.

Foram encontradas plantas em, ao menos, seis residências de Cruzeta e em locais como a praça principal perto da prefeitura, em um cemitério e em frente a uma igreja. “Algumas chegavam a seis metros de altura”, relata o escrivão do cartório de Cruzeta na década de 90, Pedro George de Brito.

Nas residências em que foram encontradas as plantas, viviam pessoas acima de 50 anos, que acreditavam nos benefícios trazidos pela erva para a saúde. Elas a utilizavam para diversos tipos de mazelas: dor de cabeça, problemas respiratórios, epilepsia, reumatismo, enxaqueca, entre outras dificuldades. Os que plantavam, doavam galhos a outros que sentiam algum mal-estar. A planta era usada de duas formas: curtida em água ou álcool, ou em um chá feito com as folhas.

Meses depois de retirarem a erva do idoso, ele faleceu de câncer.

A Justiça determinou que fossem cortadas e apreendidas todas as plantações de maconha da cidade. O caso repercutiu na região e diversos moradores foram à delegacia somente para conhecer a famosa planta apreendida no município.