mulheres

48% dos cargos de diretoria são ocupados por mulheres

Michelle Terni (moça da foto acima), recentemente, criou o Filhos no Currículo. É uma consultoria focada em criar programas de parentalidade nas empresas. A sua principal finalidade é desenvolver um projeto de sensibilização na empresa na qual Talita trabalha, que falaremos mais abaixo.

Primeiramente, Terni acredita que o receio de não performar na carreira é um dos motivos que levam muitas mulheres a postergar ou desistir da maternidade, e que a construção de uma cultura parental dentro das organizações vai incentivar a mudança desse cenário.

Por mais que não fale sobre o Rio Grande do Norte em si, o Brechando resolveu falar algo que é comum em todos os estados brasileiros. Falta de espaço para as mulheres mães. Além disso, o Brasil tem 37% das mulheres que não querem ter filhos. No âmbito mundial, o índice sobe para 72%. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Bayer. Ainda mais conta com apoio da Federação Brasileira de Ginecologia e do Think about Needs in Contraception (Tanco).

Aqui vamos explicar como surgiu a ideia

Acolhimento

Segundo a pesquisa Women in the Workplace / Mckinsey 2021 sobre representação feminina no mercado de trabalho, esse degrau fica explícito quando se percebe que 48% dos cargos de entrada nas empresas são ocupados por mulheres. Enquanto nos cargos de gerência e diretoria elas são 35%. Para cargos C-Suíte, o índice é ainda menor, 24%.

“Propomos uma troca do OU para o E. Não é filhos OU carreira, é filhos E carreira. Trabalhamos para que a decisão de maternar seja única e exclusivamente da mulher. Não por medo da falta de acolhimento no seu ambiente de trabalho. Cabe às organizações colaborarem na desconstrução desses vieses repetidos na sociedade, entre eles o de que a mulher precisa justificar escolhas”, explica.

Para Júlia Facure, 26, gerente de contas estratégicas da Ambev, principalmente nos últimos anos, mulheres que, como ela, não pensavam em ter filhos, começaram a se planejar para isso ao notarem uma mudança de mentalidade na cultura empresarial de suas organizações. “Acredito que a decisão de não ser mãe deve partir muito mais de outros fatores e não do medo de não conciliar maternidade com carreira”, conta Júlia.

Ainda mais, ela assistiu as trilhas de conteúdo contidas no programa de parentalidade da Ambev, realizado pela empresa Filhos no Currículo, logo após descobrir que estava grávida, o que ocorreu pouco depois de ter se tornado a primeira mulher da companhia a gerenciar uma operação própria no interior.

Mais sobre a maternidade

Outro ponto levantado pela porta-voz da Filhos é a necessidade desses programas de parentalidade reforçarem a isonomia e a equidade de gênero. “A maioria dos gestores enxerga de forma bem diferente quando é um homem ou uma mulher da equipe que anuncia que terá um filho. Para esse homem, a chegada de um filho representa um “passaporte” para o mundo da responsabilidade. Para muitas mulheres, filhos representam uma barreira na progressão de suas carreiras”, salienta Michelle.

O primeiro passo é, portanto, começar a tratar dessa questão estrutural, ela sugere uma primeira mudança de mentalidade por parte das organizações. “As empresas que repensarem as suas políticas com mais isonomia e levarem em consideração as novas configurações familiares e a vontade de muitos homens em construir uma relação de vínculo com seus filhos, eles estarão permitindo que muitos profissionais com filhos, sejam eles homens ou mulheres, sejam protagonistas em suas carreiras.”, completa.

Agricultura chamando mulheres para trabalhar

Talita Braga é criadora da Corteva Agriscience e não tem vontade nenhuma de ser mãe. Mas, isso não impede que ela crie programas para incentivar mulheres que são mães para trabalhar na sua empresa, mesmo sendo do agronegócio, espaço considerado muito machista e com ações politicamente incorretas. Talita se considera líder de inclusão feminina da empresa do setor agro, deixa bem claro.

“Quero intensificar o diálogo para que a mulher se sinta acolhida em qualquer cenário, escolhendo ou não ser mãe. E isso passa por um diálogo também com os homens sobre o papel deles como pais, gestores ou colegas de trabalho”, explica.

Quem Sabe Ele Mude

Quarta-feira é dia de Mostra Mulheres em Ação

Na próxima quarta-feira (9) haverá uma mostra audiovisual com produções sobre mulheres, além do lançamento do curta-metragem “Quem Sabe Ele Mude”, da diretora potiguar Kell Allen. O filme primeiramente aborda uma temática da violência doméstica, que ficou mais em evidência nos últimos meses. A Mostra será exibida online no canal do Trampo Audiovisual, a partir das 20h.

Durante A Mostra Mulheres em Ação, o destaque feminino estará na tela com a exibição de mais 4 filmes. Essas produç~eos são: “Casa com Parede”, “Dona Maria”, “Enquanto o Sol se Põe” e “Um terço de mim”.

Sobre o novo curta

Com o intuito de gerar um alerta, a diretora do filme, Kell Allen, fala que o assunto sempre foi motivo de angústia em sua mente. Além disso, muitas vezes presenciou e ouviu relatos de agressão, algo que a levou a escrever o roteiro do filme. “O que me inquietou foi ver que muitas mulheres que passam por agressão, ainda amando seus companheiros, acreditavam que poderia haver uma mudança e se silenciam”, alerta Kell.

Durante a campanha de divulgação, atrizes trabalharam de forma voluntária em relatos baseados em histórias reais de mulheres, visto que sofreram agressão física e psicológica por seus companheiros.

Segundo relatório da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, produzido por meio do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), foi constatado que os casos de feminicídio cresceu 22,2%, entre março e abril deste ano, em 12 estados do país. O Rio Grande do Norte foi um dos estados com maior crescimento durante o isolamento, uma vez que houve o crescimento foi mais de 8,3%, e de um acréscimo de 118% em relatos e abuso sexual.

Confira o teaser e a sinopse, portanto, a seguir

Eliene é uma Mulher comum como qualquer outra. Ao conhecer Marcos, em um site de relacionamentos, dá início a um romance que vai além do que ela imaginava. Para Eliene, o amor de Marcos era apenas uma forma de cuidado. Para Edna, sua melhor amiga, tudo parecia ser um reflexo.

SERVIÇO
Mostra Mulheres em Ação – Lançamento do Curta “Quem Sabe ele mude”
Data: 9 de setembro de 2020
Horário: 20h
Local: Canal do Trampo Audiovisual no YouTube

Coletivo de Parnamirim

Coletivo de Parnamirim incentiva curtas de mulheres

O coletivo Trampo é natural de Parnamirim e a gente registrou o nascimento deste trabalho, que surgiu a partir de oficinas do Caboré Audiovisual, na cidade da Grande Natal. No mês de agosto, eles vão lançar uma convocatória para incentivar curta-metragens produzido por mulheres, uma vez que serão exibidos na Mostra “Mulheres em Ação”.

A atividade é uma parceria com a Com ArTe Produções e parceria do Sebrae faz parte do lançamento da nova produção da parceria, o curta-metragem “Quem Sabe Ele Mude”, da diretora e roteirista Kell Allen, com data de estreia para o dia 09 de setembro de 2020.

Ou seja, os filmes selecionados serão exibidos juntos com o filme de Kell Allen.

As produções devem conter a temática que enalteça o protagonismo feminino. Serão selecionados quatro filmes que receberão uma premiação de R$ 200,00 cada.

As inscrições vão até a próxima sexta-feira, dia 07 de agosto de 2020 por meio do link formulário, que pode ser clicado aqui.

A ficha também está disponível nas redes sociais do Trampo Audiovisual e da produtora Com ArTe Produções. O projeto tem o apoio financeiro do Sebrae RN, por meio do Edital ECONOMIA CRIATIVA 2020 – Modalidade Desenvolvimento de Produtos e Mercados.

Os filmes devem obedecer a temática proposta, ou ter pelo menos um dos requisitos: que tenham protagonistas mulheres (cis ou trans); abordem o empoderamento feminino ou que sejam dirigidos e/ou roteirizados por mulheres (cis ou trans). Os filmes devem ainda ter a duração máxima de 20 minutos, sem limite de ano de produção. O regulamento da seletiva está disponível no formulário de inscrição.

O coletivo Trampo foi criado em 2018 em Parnamirim, com o lançamento de três de suas obras, “Mais Um Dia”, “ A Grande Partida e o Piloto da websérie “ A Cúpula”. Atualmente tem duas obras em andamento e o curta “Quem Sabe Ele Mude” que será lançado agora em 2020.

Dia do Orgasmo

Dia do Orgasmo: 3 matérias sobre sexo para relembrar

Leia este copilado de matérias do Dia do Orgasmo ao som desta música:

Hoje, sexta-feira, é dia 31 de julho, dia do Orgasmo, que deveria ser todo dia e não apenas uma ação promocional de lojas. Neste momento, muitos casais que não moram juntos estão fazendo inúmeras atividades para conseguir superar a distância, as pessoas solteiras estão comprando brinquedinhos sexuais e o sexo ainda é considerado tabu para algumas pessoas, principalmente por alguns acharem um pecado fazer antes do casamento.

Mas, o Brechando nunca achou que fazer sexo fosse um grande problema na humanidade e odeia quem impõe regras para o prazer e no amor. Por isso, relembramos três matérias que falávamos sobre este ato que ajuda a formar vários seres.

Lembrar que estamos na quarentena. Por isso, se você não está com seu companheiro ou é solteira, invista em comprar brinquedos, fazer brincadeirinhas à distância e outras coisas neste Dia do Orgasmo. Nada de fazer sexo e p

Confira as reportagens a seguir:

Desenvolveram um guia para fazer sexo oral nas mulheres

Muitos falam do famoso boquete (utilizando o termo popular, porém nada formal, mesmo), conhecido sexo oral que as mulheres fazem nos homens. Seja em música ou filme pornô, este tipo de prática é ensinada como a certa e que a mulher deve satisfazer apenas o homem e não a mesma. Porém, poucos se falam do inverso e algumas mulheres suplicam que façam, porém muitos machos não sabem ou sentem nojo de fazer isso. Por isso, a artista natalense, Sunsara, teve a brilhante ideia de criar praticamente um tutorial completo para ensinar os machos a satisfazer a mulher utilizando o paladar.

Para saber todo esse procedimento, clique aqui para ler mais.


Sexo é um assunto popular, não para as mulheres…

Hey, moça, você já gozou hoje? Eu ouvia muito de um colega de escola no terceiro ano de Ensino Médio que queria zoar com a cara das meninas, período em que muitas perderam as suas respectivas virgindades com os primeiros namoros sérios ou nas festas de Porto Seguro (BA). Umas ficavam envergonhadas e uns 2% falavam na cara dele que sim. Eu era dos 98%, confesso, a UFRN me deixou menos hipócrita.

O prazer associado ao sexo pode ser explicado em termos evolutivos. Ele pode funcionar como um bônus para a realização do ato sexual. Em muitas espécies o sexo tem um alto custo energético, de forma que, se não houvesse tal compensação, provavelmente as espécies não o realizariam e consequentemente desapareceriam.

A gente foca muito no sexo para as mulheres nuas, nos quais os homens desde cedo são ensinados a ler revistas de mulher pelada ou assistir pornô e até mesmo levar o rapaz para ter sua primeira noite com uma prostituta. Mas, pouca gente se pergunta se as mulheres podem ter prazer quando transa. Pelo contrário, a maioria das pessoas são fiscais de virgindade. Querem saber se as damas ainda são virgens.

Segundo o Huffpost, 53% das brasileiras solteiras entre 18 e 25 anos jamais tocaram uma siririca. Para quem não sabe, isto se chama a masturbação feminina.

Sabendo destes questionamentos em Natal, existe uma artista que quer expor esses tabus e estimular com que outras mulheres pensem sobre o assunto.

Leia Mais aqui.


Menina, o povo gosta mesmo de ir ao Sex Shop

Se jogar no Google a palavra Sexo+Brasil, o resultado é ter conhecimento de duas pesquisas sobre o assunto, após uma porrada de pornôs falando de sexo à brasileira.

  1. Em 2016, uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) apontou que os brazucas fazem sexo duas vezes por semana.
  2. No ano seguinte, o site “Sexlog” apontou que em entrevista com os usuários, 80,4% dos mesmos afirmaram que nunca recusaram uma relação sexual.

Por isso, um Sex Shop localizado em um principal shopping de Natal é bastante disputado por ambos os gêneros, héteros ou LGBT. Fica dentro de outra loja, separada apenas por uma porta de vidro, no qual a entrada e saída é bastante movimentada.

Ficava questionando o porquê da disputa. Até um dia criei coragem para uma vendedora e perguntei se podia entrar: “A porta está livre? Posso entrar para saber?”.

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Tenha, portanto, um ótimo Dia do Orgasmo.