Estreia série sobre a fotografia potiguar em 2000

O jornalista e fotógrafo Everson de Andrade vai lançar o primeiro episódio da série de entrevistas que compõem o projeto “A fotografia potiguar na virada do milênio”. O primeiro episódio estreia nesta quarta (01) e tem como objetivo de ter uma primeira noção de como se comportava a atividade no estado entre o fim dos anos 90 e os anos 2000. Para esse primeiro momento 4 fotógrafos foram entrevistados: Henrique José, Max Pereira, Alex Regis e Pablo Pinheiro.

“É importante a gente ter uma noção do passado de nossas produções e não ficar apenas presos ao que hoje se publica nas redes sociais como se não tivesse uma produção anterior”, destaca Everson em release enviado para imprensa.

Este não é o primeiro projeto de Everson sobre fotografia, uma vez que recentemente lançou a revista Maniva.

Veja no Youtube

Os vídeos que serão disponibilizados durante essa semana no Youtube, sempre às 19h30.

O projeto pegou recursos da Lei Aldir Blanc, no edital de pesquisa. Segundo o jornalista é importante que cada vez mais a gente procure atentar a quem já vem produzindo a muitos anos e também entender como funcionava a cadeia criativa, o nicho e o que os nossos fotógrafos trabalhavam.

Para assistir o primeiro episódio é só acessar neste link.

Jornalista faz festa temática do Nordestão

daPode aparecer a maior rede de supermercados de todos os tempos, mas o Nordestão vai aparecer na vida das pessoas. Para os turistas, um nome engraçado. Aos natalenses é praticamente um patrimônio cultural e é ponto de referência para os mais diversos lugares e até motivo de zoeira por conta do excesso de propagandas de aniversário.

Por falar em aniversário, a jornalista Ana Paula Davim zerou minhas redes sociais ao publicar que o seu aniversário teve como tema o Nordestão, como uma forma dos natalenses distantes matarem a saudade de comprar aquele guaraná Dore ou pipoca Boku’s.

Atualmente morando em São Paulo, Davim decorou toda a sua casa com os mascotes da rede. Além disso, não contente, tem um bolo com um dos símbolos do supermercado.

Sem contar que o bolo é da padaria do supermercado, no qual a gente sempre compra de última hora para comemorar com os amiguinhos.

Veja a publicação dela que mostra os bastidores de seu natalício:

A repercussão da festa temática do Nordestão foi tão grande que até mesmo as redes sociais do supermercado compartilhou o story da jornalista agradecendo pelo carinho.

festa temática Nordestão

Sobre o Nordestão

Surgiu através de Leôncio Etelvino de Medeiros (aquele mesmo nome que o Google Maps diz que a Av. Roberto Freire se chama), agricultor e comerciante, que em 1958 saiu da cidade de Cruzeta, para estabelecer-se em Natal. Aqui, adquiriu eventualmente cinco pontos comerciais no antigo Mercado Público, que falamos no Brechando.

Em 1967, um incêndio destruiu totalmente o mercado, restando à família apenas 200 caixas de óleo e 1.000 sacas de açúcar. Foi com essas poucas economias que montou o Armazém Medeiros, na sua residência. Mais tarde, em 15 de setembro de 1972 viraria o Nordestão.

Durante quatro anos, a empresa inaugurou quatro lojas, média de uma loja a cada dezoito meses.

A segunda loja da rede Nordestão, por conseguinte, surgiu em 1975, no bairro de Petrópolis, na av. Deodoro da Fonseca. Por conseguinte, no ano de 1976, surgiu a loja de Lagoa Nova e dois anos depois o Cidade Jardim.

Além disso, com o crescimento da Zona Norte, a empresa vislumbrou a oportunidade de dar continuidade à sua expansão, inaugurando em 1981 sua quinta loja, a do bairro Santa Catarina. Além disso, nove anos depois, em 1990, sua sexta loja, no bairro de Igapó.

A última loja do Nordestão, todavia, é da unidade de Ponta Negra, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, que fica a 200 metros de distância de uma outra loja, do Cidade Jardim.

Se tivesse algum elemento de Natal para usar como festa temática, qual seria?  Faria uma festa temática do Nordestão? Deixe aqui, portanto, os seus comentários.

Renata Moura

Potiguar Renata Moura está entre os 200 jornalistas do BR mais premiados

A jornalista potiguar Renata Moura nesta semana está na lista dos 200 jornalistas mais premiados do Brasil, segundo a apuração do Portal dos Jornalistas. Com experiência há mais de 15 anos no jornalismo, Renata 27 prêmios de jornalismo entre os anos 2011 e 2017 – e listada pelo Portal dos Jornalistas entre os jornalistas mais premiados do Nordeste e do Brasil. Em 2019, contemplada pelo Social Innovation Fund da BBC, em parceria com Janay Boulos, da BBC Árabe. A pauta foi uma das 7 selecionadas entre 70 sugeridas por jornalistas da BBC, no mundo.

Foi repórter da BBC News Brasil em Londres, repórter e editora da Tribuna do Norte em Natal e repórter colaboradora da Folha de S. Paulo. Em fevereiro de 2020, fez parte da equipe responsável por análises de mídia para o Ministério da Economia, por meio da In Press Oficina. Agora, assessora de comunicação do Instituto Santos Dumont, Organização Social vinculada ao Ministério da Educação que engloba o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra e o Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi. Tem MBA em Agronegócios (Esalq/USP), faz mestrado em Investigative Reporting (Birkbeck University of London) e graduação em economia (UFRN).

A lista que Renata está conta com jornalistas famosos na grande mídia, como Ricardo Noblat, Zuenir Ventura, Míriam Leitão e entre outros.

Uma de suas reportagens mais famosas é a história da catadora de lixo de 42 anos aprende a ler com filho de 11 anos em Natal, trazendo comoção e chamou bastante a atenção dos brasileiros.

Renata Moura já foi entrevistada para falar sobre sua vida em Londres

Nos últimos anos, Renata morou em Londres e ela contou ao Brechando como era trabalhar na Terra da Rainha.  A sua primeira impressão era de um país seguro e com infraestrutura que realmente funciona, como a utilização do transporte público e diversas atividades de lazer. Porém, teve que se acostumar com comportamentos estranhos, como os volantes dos carros instalados do lado direito e atravessar a rua.

“Foi difícil me acostumar a olhar para o lado certo, apesar de as ruas terem inscrições no chão indicado quando é preciso olhar para esquerda ou para a direita rs. Além disso, não só os ingleses, mas os vários imigrantes que vivem em Londres andam com muita pressa. Você sente muitas vezes que vai ser atropelado se não for no mesmo ritmo deles, principalmente nas ruas mais movimentadas e nas estações de metrô.”.

Além disso, ela conseguiu ter algumas experiências como uma moradora londrina. “Poderia citar que adoro ir aos pubs mais locais, frequentados por quem vive em Londres, também adoro descobrir o que vários parques públicos têm ao me oferecer, adoro juntar as pessoas e ver como os londrinos ficam animados para o verão, se estendendo na grama, sob o sol ou comendo ao ar livre.”.

A entrevista completa pode ser lida a seguir.

Jornalista cearense está em primeiro lugar no prêmio dos melhores do Nordeste

O jornalista Demitri Túlio, de O Povo, foi o vencedor nordestino do +Premiado Jornalista da História na Região Nordeste. O reconhecimento reforça um jornalismo de qualidade, combativo, que o jornalista cearense vem desenvolvendo em redações há 25 anos. Recentemente, ele denunciou a postura do Colégio Militar de Fortaleza sobre o retorno de suas aulas presenciais, uma vez que era contra a determinação do Estado, além de não citar o Covid-19 em provas.

Como resultado, ele recebeu diversos ataques nas redes sociais.

Na mais diversificada das regiões, a segunda colocação ficou com a pernambucana Juliana de Melo, do Jornal do Commercio, enquanto o paraibano Wendell Rodrigues da Silva, da rádio e TV Correio, completa o pódio na terceira posição.

Os Top 10 contam ainda com Claudio Ribeiro (4º colocado), Ciara Nubia de Carvalho (5ª), Melquíades Júnior (6º), Teresa Maia (7ª), Silvia Bessa (8ª), Thiago Correia (9º) e Ed Wanderley (10º). Já a Renata Moura ficou na 32ª colocação.

protestos nos EUA

Negros devem lutar, por dentro do protesto nos EUA

Para começar o texto, já digo logo que não sou a pessoa mais indicada para comentar sobre os protestos pela morte de George Floyd, por isso não conseguirei expressar o que uma pessoa negra sente diariamente. Durante a matéria conversei com duas pessoas negras para que elas falassem a sua relação direta do racismo e participaram dos protestos nos EUA ativamente. 

Mais que apenas vários protestos nos EUA e entenda o estopim

protestos nos EUA
George Floyd

No dia 25 de maio de 2020, George Floyd foi sufocado até a morte por um policial branco em Minneapolis, Minnesota. O policial manteve seu joelho no pescoço de Floyd por oito minutos, enquanto Floyd falou repetidamente que ele não conseguia respirar. 8 minutos, o último suspiro. 

Depois de anos comentando, reclamando e protestando, as pessoas estão cansadas de não serem ouvidas e de um sistema racista. De uma sociedade em que você precisa explicar ao filhos como andar nas ruas e o que fazer caso a polícia o pare. 

Sobre a situação dos protestos nos EUA, na cidade de Washington a situação é um pouco mais complicada, não somente por ser uma das maiores cidades do país, mas também é a capital do país e residência oficial do presidente Donald Trump, que segundo muitos apenas instiga violência com os seus comentários e a manipulação sobre os fatos. 

Desde domingo a cidade está sob toque de recolher, com a polícia e o comércio fazendo barricadas. O objetivo era reter o protesto e obviamente não conseguiram. 

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