fecharam as portas em Natal

5 lugares que fecharam as portas em Natal

Na pandemia a gente viu alguns estabelecimentos que fecharam as portas em Natal, uma vez que o cenário mais comum é ver prédios comerciais com placa de aluga-se. No entanto, esta não é a primeira vez que a capital do Rio Grande do Norte para por uma crise econômica, visto que boa parte das grandes lojas da cidade também já entraram em falência. Além disso, selecionamos lojas que eram grandes empresas na região, mas hoje está apenas na memória do potiguar. Por isso, selecionamos cinco grandes estabelecimentos. Confira a lista completa, portanto, a seguir:

1) Hipermercado São José

O supermercado surgiu em meados dos anos 70 na região das Quintas. Foi posteriormente crescendo ao longo do tempo, se tornando um dos grandes estabelecimentos na região. Com o crescimento e a vinda de hipermercados da cidade, os donos viram uma oportunidade de crescer. Em 1986, instalou-se na região do Cidade Jardim, na Avenida Roberto Freire, onde hoje é o Nordestão de Ponta Negra.

Os natalenses, contudo, realmente lembra da unidade que ficava na BR-101, no qual todo mundo ficava impressionado pelo tamanho. Mas, a prosperidade não durou muito tempo e fechou as portas em meados dos anos 90. Além do espaço onde hoje era o Atacadão (foto acima), o Hipermercado São José chegou a abrir uma unidade na zona Norte, onde hoje é o Conjol da avenida João Medeiros Filho, no qual a TV Ponta Negra chegou a fazer uma propaganda dentro de seus telejornais.

2) Sirva-se

Sirva-se foi a primeira rede de supermercados do Brasil, fundada em 1953 por Mário Wallace Simonsen, que era dono de vários estabelecimentos. Inicialmente surgiu em 1953, mas a Pão de Açúcar comprou em 1965. Entretanto, somente chegou inicialmente em Mossoró na década de 80, quando o Pão de Açúcar comprou vários supermercados do RN, como o Minipreço. 

Depois, o Pão de Açúcar instalou-se em várias unidades na capital potiguar. No entanto, na década de 90 veio o Sirva-se, que fez bastante sucesso por aqui, mas fechou as portas no início dos anos 2000 e até hoje é utilizado como ponto de referência. 

3) Potylivros

Com a imagem de um índio potiguar, a Potylivros era uma referência tanto para procurar os livros de escola quanto para aqueles que queriam alguma coisa para ler em seu tempo livre. Antigamente, ele tinha várias unidades em Natal, inclusive próximas de shopping.  Nos áureos tempos, a unidade tinha 11 lojas, inclusive em Mossoró e Recife. 

 

4) Shopping Orla Sul

O Shopping Orla Sul surgiu após uma loja de carros também chamada de Orla Sul encerrar as suas atividades. A intenção era criar um centro comercial para a zona Sul da cidade, visto que os moradores de Capim Macio e Ponta Negra precisam andar por um túnel ao adentrar ao Natal Shopping.

Inicialmente, a ideia do shopping era abrigar uma parte da UnP, a Potylivros e algumas lojas existentes. No entanto, a UnP em meados de 2007 comprou todo o espaço e se tornou o campus de Ponta Negra. 

5) Hospital Papi

O hospital Papi fechou as suas portas no final dos anos de 2010, no qual até hoje o prédio é um ponto de referência. Além disso, por muito tempo, era uma das maiores unidades particulares, no qual provavelmente você ouviu ou conhece alguém que tenha nascido no local. 

Em 2020, o prédio foi comprado por R$ 18,9 milhões pelos grupos Delfin Saúde e Incor Natal, proprietários do Hospital Rio Grande, vizinho ao Papi. O hospital surgiu em 1969 com o foco inicial em pronto-socorro infantil, mas somente em 1984 que recebeu a estrutura de hospital e maternidade como os natalenses conhecem.

E, aí? Gostaram do conteúdo? Continue acessando o Brechando para ter acesso a mais curiosidades de Natal e do Rio Grande do Norte.

multa

Quem desobedecer isolamento vai pagar multa

O Governo do Estado decretou uma portaria para estabelecer multas para pessoas físicas e jurídicas para quem desobedecer as regras de isolamento social estabelecidas. As infrações são consideradas graves ou gravíssimas, além de serem aplicadas para cada dia que cometeu a infração. Os valores são R$ 5 mil para pessoas físicas e 25 mil para pessoa jurídica. Já a multa gravíssima, 25 mil reais para PF e 50 mil para PJ. Além disso, as multas serão destinadas ao Fundo Estadual de Saúde e caso não pague serão adicionadas para Dívida Ativa no Estado.

A aplicação das multas dar-se-á sem prejuízo da adoção de medidas administrativas como a apreensão, interdição e o emprego de força policial, bem como da responsabilização penal, pela caracterização de crime contra a saúde pública.

As infrações consideradas graves acontecerão quando:

1. Utilizar a atividade permitida sistema de circulação artificial de ar fora das exceções permitidas, como:
Assistência médico-hospitalar
Distribuição e comercialização de medicamentos ou alimentos
Companhia de Águas e Esgotos do RN
Funerária
Segurança Privada
Empresas jornalísticas
Cosern
Postos de combustíveis
Assistência Social
Correios
Entrega de mercadorias e entregas
Pet Shops
Oficinas e borracharias
Demais atividades exercidas por pessoa jurídica de direito privado cujo estabelecimento utilize, exclusivamente, sistema natural de circulação de ar;

2. Deixar a atividade permitida de organizar filas, dentro e fora do estabelecimento, obedecendo a distância mínima de 1,5 m (um metro e meio) entre as pessoas.

3. Deixar a atividade permitida de controlar o distanciamento mínimo de 1,5 m (um metro e meio) entre as pessoas.

4. Deixar a atividade permitida de controlar o acesso a uma pessoa por família, de preferência fora do grupo de risco, sempre que possível, no caso de mercados, supermercados, farmácias, drogarias e similares. Além de não permitir o acesso de uma pessoa para cada 5 metros quadrados.

5. Deixar a atividade permitida de limitar a frequência de público superior a 20 pessoas.

6. Deixar a atividade permitida de manter a higienização regular dos ambientes e dos equipamentos de contato em atenção às normas específicas de combate ao novo coronavírus e ainda garantir a disponibilização ininterrupta e suficiente de álcool gel 70%, em locais fixos de fácil visualização e acesso.

7. Deixar a atividade permitida de adotar, quando possível, sistemas de escala, alteração de jornadas e revezamento de turnos, para reduzir o fluxo e a aglomeração de pessoas. Sempre que possível, sistema natural de circulação de ar, abstendo-se da utilização de aparelhos de ar condicionado e ventiladores.

8. Deixar a atividade permitida de limitar os quantitativos para a aquisição de bens essenciais à saúde, à higiene e à alimentação, sempre que necessário para evitar o esvaziamento do estoque.

12. Realizar ou participar de atividade coletiva previamente autorizada sem respeitar o distanciamento mínimo de 1,5 entre as pessoas e limitação de uma pessoa para cada cinco metros quadrado.

13. Realizar ou participar de atividade coletiva previamente autorizada com público superior a 20 pessoas.

14. Permitir a abertura ou frequentar igrejas, espaços religiosos, lojas maçônicas e estabelecimentos similares fora das permissões excepcionais.

15. Realizar ou participar de atividade coletiva como cultos, missas e congêneres.

16. Permitir a abertura ou frequentar igrejas, espaços religiosos, lojas maçônicas e estabelecimentos similares fora das permissões excepcionais, sem o controle e a higienização do local ou sem a orientação aos frequentadores acerca dos riscos de contaminação para o Covid-19.

17. Disponibilizar mesas e cadeiras em atividade permitida, como restaurantes, lanchonetes, orlas de rios, lagoas, lagos, barragens e mar. Exceções: Interior de hotéis, pousadas e similares, desde que os serviços sejam prestados exclusivamente a hóspedes; Unidades hospitalares e de atendimento à saúde, sem acesso de público externo; Áreas de rodovia fora do espaço urbano das cidades, necessários a viabilizar o transporte e entrega de cargas em geral, para o fornecimento de refeições prontas, como pontos de apoio ao caminhoneiro, sendo proibida a venda de bebidas alcoólicas.

18. Utilizar áreas de praia (orlas de rios, lagos, lagoas, barragens e mar) fora das exceções permitidas. Exceções: prática de atividades físicas individuais.

19. Deixar o estabelecimento bancário ou financeiro de fornecer atendimento virtual ou telefônico, por meio de aplicativos, sítios eletrônicos e telefones amplamente divulgados à população.

20. Deixar o estabelecimento bancário ou financeiro de organizar filas, dentro e fora do estabelecimento, obedecendo a distância mínima de 1,5 m.

21. Permitir a empresa de teleatendimento ou call center a utilização compartilhada de objetos e equipamentos de uso pessoal, como headsets e microfones.

22. Deixar a atividade industrial de adotar as normas de saúde decretadas no Estado que puderem ser implementadas em seus estabelecimentos.

23. Deixar a empresa de transporte público, taxi, Uber, concessionária ou permissionária do STIP/RN de realizar de minuciosa limpeza diária dos veículos, além das superfícies e pontos de contato, a cada viagem no transporte. Ou ainda não oferecer na entrada e na saída dos passageiros, álcool gel 70% e muito menos fixar, em local visível, informações sanitárias e cuidados de prevenção ao novo coronavírus.

24. Deixar de obedecer outra determinação da autoridade sanitária de qualquer natureza.

Já as infrações consideradas gravíssimas, são:

1. Deixar funcionar atividade não permitida, apenas:
Assistência médico-hospitalar
Distribuição e comercialização de medicamentos ou alimentos
Companhia de Águas e Esgotos do RN
Funerária
Segurança Privada
Empresas jornalísticas
Cosern
Postos de combustíveis
Assistência Social
Correios
Entrega de mercadorias e entregas
Empresas de dedetização
Oficinas e borracharias
Demais atividades exercidas por pessoa jurídica de direito privado cujo estabelecimento utilize, exclusivamente, sistema natural de circulação de ar;

2. A abertura de centros de artesanato, museus, bibliotecas, teatros, cinemas e demais equipamentos culturais – art. 6º.

3. A abertura de restaurantes, lanchonetes, padarias, praças de alimentação, praças de food trucks, bares e similares fora das hipóteses permitidas de comercialização de seus produtos por entrega em domicílio (delivery) ou como ponto de coleta (takeaway). Porém, o funcionamento de padarias fica restrito, quanto a esse serviço, ao sistema de entrega em domicílio (delivery) e como ponto de entrega (takeaway).

4. O funcionamento do shopping centers e similares como ponto de coleta (takeaway).

5. Realizar ou participar de atividade coletiva de qualquer natureza.

6. Efetuar o estabelecimento bancário ou financeiro atendimento presencial ao público externo fora das exceções permitidas. Ex: programas bancários e governamentais com relação ao novo coronavírus (COVID-19); ordens de pagamento originadas no Poder Judiciário; pessoas com doenças graves; casos urgentes.

7. Não garantir o abastecimento de caixa eletrônico para saques em dinheiro e demais operações.

8. A empresa de teleatendimento ou call center não permitir o distanciamento mínimo de dois metros entre as estações de trabalho.

9. O teleatendimento ou call center não reduzir sua força de trabalho presencial em 50%.

10. Deixar a atividade permitida de instalar anteparo de proteção aos caixas, embaladores e aos demais funcionários que mantenham contato com o público externo.

11. Deixar a atividade permitida de garantir a disponibilização suficiente de máscaras aos funcionários.

12. Deixar o estabelecimento de serviço funerário de utilizar urna fechada.

13. Deixar o estabelecimento de serviço funerário de observar o Guia para o Manejo de Corpos no Contexto do Novo Coronavírus – COVID-19, do Ministério da Saúde. O Brechando falou um pouco nesta matéria.

14. Aumentar abusivamente preços de itens essenciais à saúde, à higiene e à alimentação.

17. Deixar o transporte público, táxi ou uber com janelas fechadas ou utilizar ar-condicionados em seus trabalhos, além de evitar a super lotação.

18. Deixar o passageiro e a tripulação de voo, navio e automóvel, oriundo de localidades em que houve registro de casos da COVID-19, que desembarque em território potiguar, de submeter-se ao isolamento social domiciliar por no mínimo 14 (quatorze) dias, mesmo que não apresentem qualquer sintoma relacionado à doença.

19. Não permitir ou dificultar os agentes de segurança e de saúde do Estado de inspecionarem veículo de transporte rodoviário de passageiros quando da entrada no território potiguar, por rodovias estaduais, a fim de que seja averiguada a existência de passageiros com sintomas de contaminação pelo novo coronavírus – art. 18.

20. Descumprir notificação de isolamento ou quarentena.

21. Deixar de obedecer outra determinação da autoridade sanitária de natureza gravíssima – arts. 13 e 14.

Supermercado responde sobre caso de transfobia

Foto: Nominuto

O supermercado Carrefour enviou uma resposta nesta terça-feira (16), através das redes sociais, sobre a confusāo de transfobia que aconteceu neste fim de semana em Natal. O estabelecimento comercial alegou que não concorda com a atitude do rapaz que agrediu e ameaçou de morte as duas transgêneros que adentraram no banheiro feminino.

O estacionamento da multinacional é utilizado como point do público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais).  O caso aconteceu na noite desta sextas-feira (12). Tudo começou quando uma trans entrou o banheiro feminino e uma moça se escandalizou com o fato. Então, o marido dela chegou ameaçar aqueles que foram defender a trans, dizendo que iria matá-los e lhes xingaram. O vídeo do caso pode ser visto neste link.

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Foi descoberto que o agressor é um dos donos de uma das lojas existentes na Praça de Alimentaçāo. De acordo com o supermercado, o contrato com o lojista foi encerrado. Confira a nota do Carrefour a seguir:

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Mais informações podem ser conferidas no Twitter do Carrefour.