brechadas – Página 2 de 41 – Brechando

A partir de hoje, o Circular da UFRN é pago

Você não leu errado, o Circular vai ser cobrado a partir desta quarta-feira, 1° de dezembro.

Dessa vez a Seturn (Sindicato dos Empresários de Transporte Público) conseguiu finalmente atingir o seu objetivo, que é pagar o circular da UFRN. E se você pesquisar no Google vai ver que essa tentativa eventualmente é bem antiga.

Como assim? A partir de hoje um Circular, que é o transporte de ônibus que circula pelo campus central, em Natal, vai cobrar a tarifa de três reais e vinte centavos. Ou seja, quase um preço normal de uma passagem.

Tudo começou com um anúncio da vereadora Brisa Bracchi (PT), que anunciou o retorno da linha, uma vez que estava parada desde o início da pandemia. Com a volta muitas pessoas pensaram que seria gratuito. Mas não é bem assim.

A publicação do Twitter Uefyrn, página feita por alunos pra falar sobre as notícias do campus informou nesta quarta-feira que o circular vai ser, portanto, pago agora.

Os comentários, todavia, deixaram vários alunos indignados.

Já o Diretório Central de Estudantes (DCE) já publicou uma nota dizendo que vai correr atrás para revogar a situação.

Agora, os representantes do DCE, convocaram na próxima quinta-feira (2) um ato em frente a sede da Secretaria Municipal de Transportes (STTU). com a finalidade de criticar a medida:

https://www.instagram.com/p/CW8Q22YFadE/?utm_medium=copy_link

O que vocês acham disso? Deixe seus comentários

Experimentando Kitubaína, refrigerante de Mato Grosso

Kitubaína

O refrigerante Kitubaína é uma variação de um refrigerante de Tubaína, natural de Mato Grosso. A empresa responsável é a Marajá, conhecida pelo seu guaraná e importa para estados vizinhos.  Entretanto, hoje ele está sendo revendido no Nordeste através da empresa Dore, que já falamos por aqui,

Por isso, resolvemos experimentar o Kitubaína no quarto episódio de Sommelier de Refrigerante, no qual vamos experimentar produtos que não são do mainstream, mas também causam bastante burburinho e fãs.

Já experimentamos o Inca Kola, Cajuína São Geraldo e Grapette.

Para assistir o vídeo completo, portanto, dê o play a seguir:

Além disso, não se esqueça de se inscrever no canal do Brechando no YouTube, uma vez que a nossa missão é conseguir 1000 inscritos até o final deste ano.

Gostou do vídeo? Deixe aqui o seu comentário.

 

Pedro Rhuas conta os detalhes do álbum trilha sonora de best seller

O cantor, escritor e jornalista Pedro Rhuas está com novo trabalho na mesa. Recentemente, lançou o álbum
“Contador de História”, que conta com treze faixas. A jornalista Bethise Cabral fez uma entrevista com Rhuas com a finalidade de saber mais sobre o trabalho e todos os detalhes poderão ser lidos a seguir.

É a trilha sonora original do best-seller “Enquanto eu não te encontro”, livro de sua autoria. Já disponível nas plataformas digitais com distribuição da Tratore, o material amplia o universo do fenômeno literário publicado pela Editora Seguinte, que estreou direto na lista de mais vendidos da Revista Veja em julho de 2021.

Escuta o álbum na íntegra a seguir

Um pouco do novo álbum de Pedro Rhuas

Produzido de modo independente, o disco “Contador de História” já passa de 180 mil reproduções no Spotify e passeia pelo o que Rhuas define como o norte de sua carreira: a essência pop que permite brincar com diferentes gêneros, referências e seu sotaque nordestino. Em uma das faixas, “Naufrágio”, o cantor reverencia trechos de “Planeta de Cores”, do Forrozão Tropykália, e “Espumas ao Vento”, de Fagner, enquanto apresenta um instrumental eletrônico oitentista que flerta com a musicalidade de nomes internacionais como Dua Lipa. 

Como foi feito o álbum?

De acordo com o cantor, foram dois anos de processo criativo até o lançamento das treze faixas que integram o projeto. “O álbum sintetiza uma jornada que se intensificou durante a quarentena, momento em que a maior parte das músicas foram escritas. Tudo foi feito no meu quarto, em um estúdio caseiro improvisado, entre muitas risadas, lágrimas e ligações com o meu produtor, DogMan, que mora em Pernambuco. O resultado é um disco lúdico que é uma verdadeira ode ao meu amor pelos livros”, conta Pedro. 

Esta homenagem à literatura não fica apenas no campo das ideias. A própria construção objetiva do álbum simula a estrutura de um romance: a introdução chama-se “Prólogo” e a penúltima faixa é intitulada “Fim?”. 

“Nossa intenção é o de um encadeamento que simule mesmo um livro. A música que fecha o disco, ‘Nosso Final Feliz’, funciona como o epílogo e dialoga com o último capítulo de ‘Enquanto eu não te encontro'”, explica o artista. “É muito legal porque o álbum atua tanto como um complemento à narrativa do livro quanto como algo à parte, original. Quem leu a história vai lembrar de várias passagens, o que ajuda a fixar a trama e matar a saudade, claro!”.

A conexão música-literatura também se expressa no eu-lírico. A composição das músicas utiliza diferentes tipos de narradores, incluindo o narrador onisciente das faixas “Contador de História”, “Desastre” e “Diário Secreto”, e o narrador personagem em “Não sei quando vou te ver outra vez”. Detalhes que aprofundam a dinâmica proposta por Pedro Rhuas. 

Mais sobre o sucesso do livro

“Enquanto eu não te encontro” já se consagra como um case à parte no Brasil: viralizando no TikTok, chegou a esgotar a pré-venda com brindes em menos de cinco dias em abril. Dois meses após o lançamento, já havia vendido mais de 10 mil exemplares. Tamanho êxito comercial converteu a obra no sexto de livro de ficção nacional mais comercializado em todo país em setembro, de acordo com a Lista Nielsen-PublishNews. 

O romance de estreia de Pedro Rhuas não apenas se transformou em um dos maiores fenômenos de vendas do ano, como também em um marco para a literatura jovem do Nordeste e com representatividade LGBTQIAP+. A divulgação do disco “Contador de História” é mais um passo dado no pioneiro marketing multimídia de “Enquanto eu não te encontro”.

Quais são os meus cinco boardgames favoritos?

Boardgames

A cultura do bordgame cresce cada dia e tem um seleto público fiel. Em Natal, existem lojas de boardgames deste tipo, como o “Vem Para Mesa” e “São Jogue”. No entanto, a minha prática de jogar vem um pouco antes.

Começou acompanhando amigos e depois tive a minha própria preferência. O Salomão Renan acompanhou todo esse processe e, como resultado, me chamou para participar de um vídeo de seu canal.

No canal “Tá Pra Jogar” falo os meus cinco jogos de boardgames favoritos.

Além disso. é uma página muito legal, que fala sobre a origem do e também sobre nerd no geral.

Salomão também participou de um vídeo meu que vai ser postado no Brechando Vlog em breve. Para assistir, dê, portanto, o play abaixo.

https://youtu.be/9bd6BK93AMc