Neoclássico, modernismo ou colonial, não importa o estilo arquitetônico. As casas, que marcaram um determinado período histórico, estão sendo demolidas. Uma por uma. Os motivos para chegarem a este final doloroso são vários, uma vez que as famílias concederam ao capitalismo e venderam para o “progresso”.
Outros imóveis sofrem imbróglio judicial. Além disso, a falta de programas de políticas públicas de preservação.
Nas redes sociais é comum que várias pessoas mostram o antes e depois de alguns imóveis. Alguns achei em perfis no Instagram e outros em grupos de nostalgia de Natal.
Confira, portanto, a seguir:
Avenida Rodrigues Alves

Hospital Papi

Rua Seridó

Avenida Nilo Peçanha com rua Seridó

Colégio Maristella

Casa da Rua Floriano Peixoto com Traíri

Casarões demolidos e o museu da demolição
Além das montagens do Jeronymo Tinôco, que eu achei no grupo desenvolvido pelo mesmo, o Natal antiga histórica, a arquiteta e urbanista Wirenilza Lima, do projeto “Aqui já existiu um cinema”, também desenvolveu um outro projeto chamado “Museu da Demolição”. Neste espaço, a também criadora de conteúdo divulga alguns casarões que foram demolidos.
Ao mesmo tempo, ela divulga e fotografa alguns espaços que ainda resistem. O objetivo deste registro é para mostrar que estilos arquitetônicos ainda resistem, mesmo com a insistência de uma falsa ideia de modernidade. Sem contar que é uma ideia de divulgar a importância de preservar alguns estilos de moradia para que possa contar a história para as próximas gerações.
Confira, algumas postagens, portanto, a seguir:


