Era dezembro de 2024 que li o primeiro edital e comecei a levar a sério o concurso público. Há mais de um ano estou estudando coisas que nunca pensei que estudaria e cá estamos. Foram dezenas que realizei; em alguns cheguei perto de uma aprovação, em outros nem tanto. Mas posso dizer que isto me ajudou a conhecer melhor o poder público e evitar falar besteira por aí.
Essa semana fiz mais um concurso e praticamente quase todos os meses estou tentando me aventurar em uma prova ou outra com o objetivo de memorizar o conteúdo que estou estudando ao longo do ano.
Mesmo tomando posse, eu vou continuar fazendo meus projetos paralelos, afinal tenho sonhos a completar, como conseguir um doutorado e continuar trabalhando com pesquisa, além de ter uma carreira mais indepdedente.
Tem dias que são difíceis; a vontade de desistir é muito fácil, porque tem horas que é muito conteúdo para memorizar. Mas, quanto mais provas realizo, mais fácil fica para memorizar. Principalmente, se você já sabe como funciona a banca da prova e fica mais de olho em quais questões precisa trabalhar.
Sem contar que, quando vejo o rendimento de sua melhoria em cada prova, fico mais motivada e esqueço a ideia de desistir.
Aprendizados
Ao mesmo tempo, eu aprendi muito sobre como funciona o poder público estudando para concurso. Logo, eu pude fazer o meu melhor nos quase dois anos que fiquei no estágio de pós-graduação no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) e, assim, evitando falar besteira ou estragar o meu trabalho (e ainda falhei).
Quando você faz um mestrado acadêmico, a vida de ser uma concurseira é quase inevitável, pois ser servidor público é um dos caminhos para conseguir fazer pesquisa em paz, uma vez que os estatutos dos entes federativos conferem todos os direitos para poder estudar.
Por fim, quero dizer que a vida me surpreendeu sobre o fato de ser concurseira e que vou atualizar sobre as minhas aventuras nesta área.


