Estes eram os alunos do Atheneu de 1930

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Esses homens não são do Exército Brasileiro, mas sim estudantes do Atheneu na década de 30. A farda era similar dos soldados e tudo tem uma história por trás. Hoje, o uniforme do colégio é totalmente diferente. Quer saber como é hoje? Veja a próxima imagem a seguir:

Foto: Curiozzzo

Além disso, as fardas tiveram outras modificações, mas a roupinha do exército é uma das mais famosas.

Escola mais antiga do RN

É a segunda mais antiga instituição escolar brasileira (a mais antiga é o Ginásio Pernambucano, de 1825), fundado antes mesmo do Colégio Pedro II no Rio de Janeiro. Surgiu no ano de 1834, época em que o Brasil era uma monarquia, pelo então presidente da província Basílio Quaresma Torreão, que também foi o seu primeiro diretor-geral.

O nome é uma homenagem à Athenas, a deusa grega da sabedoria.

Por que a farda era assim?

Devido ter funcionado desde 1834 a 1859 nas salas do Quartel do Exército, onde hoje é a Casa do Estudante. Lá os alunos tiveram que usar fardamento militar. Somente depois que tiveram o prédio próprio, que primeiramente foi a Faculdade de Farmácia e, posteriormente, a Secretaria de Tributação de Natal.

Desde 1954, no entanto, eles funcionam na avenida Campos Sales em Petrópolis, conhecido pelo prédio em formato de X.

Só tinha homem na foto do Atheneu de 1930?

Antigamente, o Atheneu Norte-riograndense só permitia a entrada de meninos nas suas dependências. O Colégio Atheneu tem uma história de pioneirismo. Até 1902 o seu corpo discente era de alunos do sexo masculino. Entretanto, em janeiro de 1903, permitiu a entrada de aluna. Por isso, surgiu o Atheneu Feminino, que teve como sede o antigo prédio do Grupo Escolar Antonio Souza, na rua Jundiaí, onde hoje funciona a Fundação José Augusto.

Já o masculino continuava na rua Junqueira Ayres, onde hoje é a avenida Câmara Cascudo. A escola virou mista apenas na década de 50 na atual sede.

A pioneira mulher a administrar o Atheneu foi a Professora Olindina Lima Gomes da Costa, que o dirigiu de 1955 a 1961, no governo de Dinarte Mariz.