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A série “Bregay” é a vencedora do concurso NETLABTV, no qual pretende investir em produções nacionais, desde documentários até filmes ficcionais. O jornalista e cineasta pernambucano, Henrique Arruda, é o desenvolvedor do projeto que pretende saber a união do brega de Pernambuco e a cena gay.

Arruda por muito tempo viveu em Natal (praticamente radicado na cidade), onde trabalhou no Novo Jornal e fez os seus dois primeiros curtas: Ainda Não Lhe Fiz Uma Canção de Amor e Verde Limão. Agora ele voltou às terras pernambucanas, no qual está mergulhando de cabeça nos projetos audiovisuais.

Ele já foi entrevistado para o Brechando para falar do seu ano de 2016, que foi mara, clique neste link.

O seu trabalho falará do brega pernambucano com o público LGBT, conhecido por todo Nordeste através de bandas como Favorita, Musa e bombando no carnaval com a jovem Mc Loma (“Escama só de peixe!”).  Sem contar que falará do Rei do Brega, o Reginaldo Rossi, que mesmo fazendo sucesso em todo o Brasil, ele nunca esqueceu de suas raízes em Recife.

Como falado anteriormente, um dos objetivos de Arruda é saber o porquê do brega tem cada vez mais conquistado o público gay. Por isso, o nome é “Bregay” (trocadinho com a palavra “gay” com “breguei”).

Em seis episódios, a série Bregay, pretende investigar e acompanhar este relacionamento que está indo bem, passando por todas as nuances e semelhanças entre as duas comunidades que, muito embora sejam fundamentais para o cotidiano cultural da cidade, ainda enfrentam olhares tortos e preconceito de todos os lados. Do surgimento das versões do Pop, passando pelo dia a dia dos dançarinos e dançarinas até às festas especialmente organizadas pelo público LGBTQ para aclamar o gênero: isso é Bregay.

Você pode ler também:  Você pode assistir o episódio piloto da série potiguar "A Cúpula"

A cerimônia de premiação será durante o Seminário NETLABTV, que reunirá convidados do audiovisual brasileiro e latino-americano no Unibes Cultural (São Paulo), no dia 18 de abril, para discutir o desenvolvimento de séries.

Escolhidos entre os 785 inscritos no Concurso neste ano, os 12 roteiros originais vencedores vêm de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e Santa Catarina e Distrito Federal. Confira os vencedores a seguir:

Categoria Não Ficção

  • Batalha No Prédio: A Receita Da Boa Vizinhança | Mario Oshiro Junior – Santo André/SP
  • Bregay | Henrique Arruda – Recife/PE
  • Histórias de Liberdade | Gabriel Melin de Campos – Rio de Janeiro/RJ

Escolha do público: Arte no Prato | Manuel Rolim Andrés e Jussara Ferreira Schmidt – Belo Horizonte/MG

Categoria Ficção

  • Call Center | Otavio Chamorro – Brasília/DF
  • Habeas Corpus | Juliana Rosenthal Knoepfelmacher – São Paulo/SP
  • Impulso | Marcela Macedo – Santo André/SP

Escolha do público: Bryan & Nat 1/3 | Natalia Milano e Bryan Ruffo – São Paulo/SP

Categoria Social Video

  • De Magrrrla | Carolina Maciel de Arruda – Florianópolis/SC
  • Minha Querida Vagina | Fernando Cezar Corrêa Esposito e Ana Julia Alcantara Monteiro Travia – Campinas/SP
  • Princesa Carlos | Leonardo Raoni e Julia Fovitzky – São Paulo/SP

Escolha do público: Artífices Do Som: Samba Carioca | Bernardo Marques – Rio de Janeiro/RJ


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Sobre a autora

Jornalista formada pela UFRN, criou o blog em 2015 e não esperava que fosse fazer altas brechadas sobre Natal-RN e outras cidades que visitou. Gosta de trabalhar com a internet, mídias sociais, fotografar e escrever. Clique aqui para saber mais sobre mim.

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