De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, a população do Rio Grande do Norte conta com 2.046.313 de pessoas católicas. Se fornecer um recorte apenas para a população natalense, esse número salta para 541.472. Ou seja, corresponde a 26,46% dos católicos residentes das terras potiguares.
O local é um ponto de referência para os natalenses andarem no centro. Afinal, ele fica próximo da Praça João Maria, do Beco da Lama, da Praça André de Albuquerque e da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação. Sem contar que o espaço já presenciou casamento de gente importante da cidade e com certeza conhece alguém que casou por lá.
Mas, primeiramente, vamos o porquê de terem construído uma igreja, se já tinha outra em menos de 200 metros de distância. Primeiramente surgiu a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação, que foi uma forma de transformar Natal em vilarejo. Depois, os escravos construíram a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. E, por fim, veio a Igreja de Santo Antônio. A famosa Igreja do Galo, que vamos falar no primeiro episódio.
Para saber mais, tivemos que buscar nos livros, por meio de Itamar de Souza e Luís da Câmara Cascudo. Além disso, consultamos pessoas mais contemporâneas, como Lenin Campos para falar melhor do assunto. Além disso, a igreja foi construída em 1766, no final do século 18, a data está cravada na pedra sabão que fica no topo da igreja.
Sem contar que visitamos a igreja e mostramos um pouco dessa beleza.
A Igreja de Santo Antônio, também conhecida como Igreja do Galo é uma dos marcos mais expressivos do barroco natalense. Sem contar que é um dos monumentos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A data de fundação do convento foi em 1766. A Igreja do Galo está sob os cuidados dos frades menores capuchinhos e pertence à Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação, cuja Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação – Catedral Antiga, é a sede paroquial.
Há alguns meses fotografamos a Igreja do Galo durante a noite, mas como fomos fazer a visita ao local para gravar durante o dia resolvemos refazer as fotografias.
As fotos narram muito bem o que o podcast retratou através do áudio. E, portanto, o resultado, pode ser visto a seguir.
Fonte: Fotos e Fatos Natal das Antigas, Tok de História, IBGE, O Poti, A Ordem e Diário de Natal

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