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Quais são os meus cinco boardgames favoritos?

Boardgames

A cultura do bordgame cresce cada dia e tem um seleto público fiel. Em Natal, existem lojas de boardgames deste tipo, como o “Vem Para Mesa” e “São Jogue”. No entanto, a minha prática de jogar vem um pouco antes.

Começou acompanhando amigos e depois tive a minha própria preferência. O Salomão Renan acompanhou todo esse processe e, como resultado, me chamou para participar de um vídeo de seu canal.

No canal “Tá Pra Jogar” falo os meus cinco jogos de boardgames favoritos.

Além disso. é uma página muito legal, que fala sobre a origem do e também sobre nerd no geral.

Salomão também participou de um vídeo meu que vai ser postado no Brechando Vlog em breve. Para assistir, dê, portanto, o play abaixo.

https://youtu.be/9bd6BK93AMc

Como era Mossoró nos anos 90?

Mossoró anos 90

Mossoró é uma jovem cidade, pois o seu surgimento foi datado no dia 15 de março de 1852. É a principal da região Oeste e tem em torno de 200 mil habitantes. Por isso, compete com Parnamirim como a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte.

A cidade mossoroense e outras da região Oeste surgiram graças às propriedades construídas às margens do Rio Mossoró, onde a população era restrita somente aos vaqueiros, criadores e procuradores da fazenda, uma vez que seus donos moravam geralmente fora de suas propriedades, como em Natal ou em outras províncias vizinhas, como a Paraíba e o Ceará.

Além disso, eles são os maiores produtores de fruta da região e também por serem produtores de Petróleo. No entanto, a pergunta que não quer calar é: Como era Mossoró nos anos 90?

Pesquisando no Youtube assuntos para colocar dentro do Brechando, eu achei um vídeo, de quatro minutos, que mostra como era Mossoró na década de 90 e mostrando uma cidade que não tinha verticalizado, orelhão da Telern, com bastante fusca e os diversos pontos importantes da cidade, como Cine Pax, no Centro. Além disso, mostra alguns estabelecimentos que não existem mais, como a companhia aérea Transbrasil.

Quer ver o vídeo? Dê o play, portanto, a seguir:

 

Conhece o Pico do Cabugi? Ele fica no RN!

Pico do Cabugi

O Pico do Cabugi é o único vulcão extinto do Brasil e fica entre as cidades de Lajes e Angicos.  Possui cerca de 590 metros de altitude, acima da planície. Sua idade isotópica é reconhecida como uma das mais recentes das rochas ígneas do Brasil, com aproximadamente 19 milhões de anos.

O pico mantém sua forma original mesmo extinto, imergindo no horizonte e, consequentemente, formando uma bela paisagem. Segundo fontes cientificas é o único vulcão que não teve forças para explodir no Brasil e que, até hoje, apresenta sua forma original.

Por isso, o episódio do Brechando Vlog de hoje é falar sobre o Pico do Cabugi. Para assistir, portanto, dê o play a seguir.

Além disso, se inscreva no canal do Brechando no Youtube para ver os vídeos em primeira mão.

Que Disco É Esse: Um bate-papo de potiguares sobre discos

Os colecionadores de LP adoram ouvir e ler resenha sobre os mais variados discos. Foi por causa desta vibe, que Leonardo Galvão e Eduardo Pandolphi resolveu criar um canal para falar de discos em vídeo. A ideia é para chamar de “Que Disco é Esse?”.  Ainda mais, a intenção dos dois é mostrar que escutar música não é apenas clicar em uma faixa e ligar a caixa via bluetooth, é muito mais!

Ao saber o significado de uma letra, saber o contexto histórico ou social em que ela foi escrita, muda significativamente a forma de ouví-la.

“O mundo é um moinho” (música emblemática da obra do sambista Cartola) pode ter sido feito para sua filha adotiva que iria lidar com as adversidades da vida ou mesmo que Cartola tenha feito para uma jovem a qual se apaixonou. A nossa percepção muda ao ouvir a música. Ou ainda saber o porquê do apelido de Cartola para Angenor de Oliveira, uma vez que se deve ao fato do mesmo usar o chapéu. Além disso, era uma forma de proteger como pedreiro para que não se sujasse”, comendou Leonardo Galvão, que também é criador do Ribeira Boêmia. 

A intenção, de acordo com Eduardo Pandolhi, é, portanto, gravar vídeos em formato de bate-papo e disponibilizá-los nos canais de música e redes sociais. “Inclusive, a gente já criou uma conta no Instagram, quem quiser seguir já pode procurar: @quediscoesse”, afirma Eduardo.

Que Disco é Esse
Capa do “Que Disco é Esse”

A periodicidade sobre as publicações ainda estão sendo definida pelos autores do projeto, mas tudo indica que será em caráter quinzenal.

Quem está fazendo o Que Disco é Esse?

Eduardo Pandoplhi é radialista formado pela UFRN e atualmente servidor da TVU e FMU da UFRN; estudioso e curioso sobre música, possui um conhecimento vasto acerca de compositores, músicas e discos. Além disso, possui uma segunda carreira como Lutihier (profissional que constrói instrumentos musicais) construindo cavaquinhos.

Leonardo Galvão é músico, psicólogo e produtor cultural do projeto Ribeira Boêmia. Outro grande curioso e estudioso sobre o gênero do samba.