IFRN Cidade Alta fornece oficinas remotas para a comunidade

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), mais precisamente o campus de Cidade Alta, promoverá nesta quarta-feira (1) o Evente-se 4.0. Além disso, as inscrições já estão disponíveis. Link no final do post.

“Não perca essa oportunidade de debater sobre o cenário dos eventos e trocar experiências com profissionais que atuam na área”, disse a organização do evento.

As atividades consistem, portanto, em oficinas de modo remoto, além de atrações virtuais e mesa redondas. Todas começando às 19h25.

E como faz para se inscrever deste evento do IFRN Cidade Alta

A programação completa do Evente-se, acesse o link: https://forms.gle/ubaBb6eSm8s13XEn9.

Para se inscrever na Oficina de Automaquiagem, acesse o link: https://forms.gle/ubaBb6eSm8s13XEn9.

A inscrição na Oficina de Edição de foto e vídeo, acesse o link: https://forms.gle/ubaBb6eSm8s13XEn9.

Para se inscrever na Oficina de Design Gráfico, acesse o link: https://forms.gle/ubaBb6eSm8s13XEn9.

uniformes do IFRN

A evolução dos uniformes do IFRN em 100 anos

Os Institutos Federais que conhecemos hoje tiveram, no entanto, em outras épocas, diversas denominações e mudanças em seus uniformes. Sua origem, em 1909, deu-se com a criação das Escolas de Aprendizes Artífices, sendo considerado o acontecimento mais marcante do ensino profissional da Primeira República, que finaliza com o surgimento do governo de Getúlio Vargas. Além disso, uma das funções dessas escolas era formar operários e contramestres, uma vez que atendiam às exigências do capital naquele período, atendendo aos interesses da classe dominante. Essas escolas passaram por diversas modificações até chegarem aos atuais Institutos Federais.

Assim como a escola mudou ao longo dos anos, o IFRN também teve seu uniforme modifcado ao longo do tempos, trazendo uma certa nostalgia aos ex-alunos. Por isso, o Brechando achou as fotos dos antigos uniformes do IFRN e você vai ver a evolução deles. Confira a sequência, portanto, a seguir.

Anos 50, um dos primeiros uniformes do IFRN parecia farda do Exército Brasileiro
Anos 90 quando ainda era Etfrn
uniformes do IFRN
Um dos uniformes conhecidos era o jaleco azul do Etfrn (Foto: Facebook)
Cefet nos anos 2000s
Farda atual do IFRN (Foto: Marinha)

E, aí? Qual o uniforme que você prefere? Deixe aqui, portanto, nos comentários e compartilhe para as pessoas. 

Luiz Maranhão

Nome de Luiz Maranhão na placa da Av. Bernardo Vieira

Após a saga do vaqueiro para ter o site de volta, o Brechando voltou e desta vez vamos falar de uma das brechadas que fiz na última quinta-feira (20). Perambulando pela av. Senador Salgado Filho, eu parei no sinal que cruza a via com a ex-Bernardo Vieira, agora Av. Nevaldo Rocha, o famoso cruzamento do IFRN ao Midway onde rola os protestos políticos.

A Prefeitura do Natal, por conseguinte, já modificou a via para o nome atual na calçada do IFRN. Entretanto, uma pessoa insatisfeita resolveu colocar um adesivo por cima da antiga placa que está no outro lado da rua, uma vez que sugeriu que a via mudasse de nome para Luiz Maranhão. Luiz é irmão do ex-prefeito de Djalma Maranhão, no qual foi preso e torturado na Ditadura Militar (1964-1985).

Além disso, seria uma crítica sobre o nome de Nevaldo Rocha, visto que seu nome esteve na investigação do Ministério Público do Trabalho (MPT) em alusão ao trabalho escravo. Embora a justiça tenha inocentado a empresa.

Mais sobre Luiz Maranhão

Luiz Inácio Maranhão Filho nasceu no dia 25 de janeiro de 1921 em Natal e casou com Odette Roselli Garcia Maranhão. Além disso, atuou como advogado e professor universitário, dando aulas no Atheneu Norte-Riograndense, na Fundação José Augusto (onde funcionava a Faculdade de Jornalismo e Filosofia) e na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Ainda mais fazia eventualmente colaborações como jornalista no Diário de Natal e na Revista Civilização Brasileira. Entrou para o Partido Comunista Brasileiro em 1945 e, em 1952, foi preso e recebeu tortura dos militares da Aeronáutica, em Parnamiri,. Seis anos depois, ele se torna deputado estadual pelo Partido Trabalhista Nacional e ficou no cargo até 1962.

Em 1964, visitou Cuba, após a instauração do governo de Fidel Castro, e, ao voltar, foi preso e recebeu tortura em Fernando de Noronha com Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos.

No ano de 1974, Luiz Inácio Maranhão Filho foi preso em São Paulo, desaparecendo em seguida.

Seu desaparecimento

Em maio do mesmo ano, no entanto, sua esposa Odette Roselli denunciou através de uma carta que Luiz Maranhão estava sendo torturado pelo delegado do Departamento da Ordem e Polícia Social (DOPS), Sérgio Paranhos Fleury. Posteriormente, enviou uma carta ao MDB e o Deputado Thales Ramalho leu no plenário da Câmara Federal.

Em 08 de abril de 1987, o ex-médico e torturador Amilcar Lobo revelou, portanto, em entrevista à Revista Isto É, que viu Luís sendo torturado no DOI-CODI, do Rio de Janeiro. Em 1993 o ex-agente do DOI-CODI, Marival Chaves, em entrevista à Revista Veja, disse que Luís fora trucidado pelos órgãos de segurança da ditadura militar; seu corpo nunca encontraram.

No entanto, em 21 de setembro de 1978, Luiz Maranhão Filho ganhou, finalmente, a anistia após o absolve Conselho Permanente de Justiça absolver, por prescrição penal, diversos membros do Partido Comunista acusados durante a ditadura militar.

Sobre Nevaldo Rocha

Nevaldo nasceu em Caraúbas. Começou a trabalhar em Natal numa famosa relojoaria. Naquela época, a cidade era considerada um ponto estratégico para a aviação norte-americana. Em pouco tempo, destacou-se como vendedor e acabou, no fim das contas, comprando a loja do seu antigo patrão.

No final da década de 1940, junto com o irmão, Newton Rocha, Nevaldo abriu sua primeira loja de roupas. Recebeu o nome de A Capital.

Depois de quatro anos, os Rochas construíram uma confecção em Recife. Abriram, também, mais quatro pontos de venda para distribuir e comercializar as peças da confecção própria.  Foi assim, porquanto, que surgiu a fábrica Guararapes.

Anos depois a fábrica mudou ao RN e foram construídas novas fábricas em Fortaleza e Mossoró.

Na década de 70, eles compraram uma loja chamada Riachuelo, que vendia apenas tecidos e se tornou uma das maiores lojas de departamento do país. Além disso, a loja representa 75% do faturamento do grupo. Depois, os negócios da família expandiu para outros setores da economia, garantindo bons rendimentos com seus cartões de crédito, com sua transportadora, seus shoppings centers e suas lojas próprias.

Nos anos 2000 inaugurou o Midway Mall, que é o maior shopping de Natal.  Hoje, a Fábrica Guararapes fica na zona Norte da capital potiguar.

 

 

Daniel Torres

Terça e quinta dia de falar de arte com Daniel Torres

Daniel Torres é artista com formação em produção cultural no IFRN. Dentro da graduação, ele conciliou primeiramente entre as artes cênicas e visuais, além do seu lado empreendedor, visto que é gestor do Espaço Artístico A3. Além disso, é integrante do Grupo Teatro Carmin (RN) e parceiro artístico da bailarina Ana Claudia Viana (CE).

Como resultado destas várias faces, ele está fazendo diversas lives para falar sobre a curadoria de artes.

Ele sabe do que está falando, visto que expôs nas cidades de Natal, Fortaleza, Rio de Janeiro e Curitiba, e em países como Itália e Áustria. Além disso, atualmente, tem se destacado com a Exposição PELO PESCOÇO, que também virou espetáculo cênico, alcançando novos públicos e lugares expositivos, sendo vista por mais de 5 mil pessoas. Vem se dedicando à pesquisa e aprimoramento na direção de arte, além de estar investindo no campo das ilustrações.

Como será o bate-papo

Os encontros continuam nesta terça-feira (17) e quinta (18). A finalidade é traçar uma ideia curatorial não hierárquica, com destaque na mediação das artes visuais, em torno da nova exposição do artista. Os convidados destas lives estão o professor de filosofia do IFRN Avelino Neto (RN). Nesta terça, a live será com produtora cultural Hilana Bernardo (RN).

Ainda mais, na próxima quinta, tem a presença do pesquisador em artes e jornalista cultural Renato Medeiros (MT). Ele é o criador do canal Pigmum.

Neste projeto, Torres tem apresentado 20 obras inéditas produzidas em aquarela durante o isolamento social desde 2020, as obras trazem relações com a memória, os objetos de casa, o corpo masculino e, por fim, a sexualidade.

O projeto “Um convite à curadoria” foi, portanto, contemplado no Edital Formação e Pesquisa – Troca de Saberes a distância vem a partir de recursos da Lei Aldir Blanc – Governo do Estado Rio Grande do Norte / Fundação José Augusto.

SERVIÇO:

Projeto “UM CONVITE A CURADORIA” Exposição Catexia de Daniel Torres
Datas: 13, 18 e 20 de maio
Horário: terças e quintas, às 20h no YouTube
O link do bate papo e exposição na bio do artista no instagram.com/danieltorresartes