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Projeto do curso de Comunicação da UFRN cria podcast sobre direitos humanos

No Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) há vários projetos de extensão do jornalismo, audiovisual e publicidade. Para unir a comunicação, criou um projeto de extensão o podcast “Pra frente é que se anda”, que fala sobre projetos de direitos humanos. Além disso, eles vão divulgar as principais plataformas de áudio online.

Esta é, portanto, mais uma temporada de entrevistas sobre direitos humanos. Mantendo a premissa de fazer conexão entre passado, presente e futuro, o “Pra frente” conversa, no episódio de estreia da segunda temporada, com Maria do Socorro de Souza, pesquisadora da Fiocruz em Brasília.
Ainda mais o episódio tem lançamento programado para esta quinta-feira, 28, às 12h, no Spotify, Google Podcast e Anchor FM. A mediação fica por conta da jornalista e professora da UFRN, Mônica Mourão, e da estudante de jornalismo Louise Chacon, que já colaborou com o Brechando.

Primeiro episódio do podcast feito pelo Departamento de Comunicação da UFRN

O podcast terá episódios mensais que serão divulgados toda última quinta-feira de cada mês, ao meio-dia. Nos próximos meses, serão abordados eventualmente os seguintes temas: combate à fome; moradia; emprego e renda; justiça ambiental; segurança pública; educação; cultura; e, por fim, um balanço da garantia de direitos humanos no Brasil.

Como falado anteriormente, a pri8meira entrevista é com a professora Maria do Socorro de Souza, no qual há mais de 30 anos atua nas áreas das Ciências Humanas e Sociais, com foco na saúde coletiva e na educação. Atualmente, é pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Brasília. Foi, também, eleita presidenta do Conselho Nacional de Saúde, em 2013, como representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). Além disso, coordena projetos de pesquisa-ação na área da saúde.

Como procurar o “Para frente é que se anda”

O podcast está disponível nas principais plataformas digitais, como Spotify. Para seguir na plataforma em menção, só clicar no link aqui.

Abaixo, portanto, você pode escutar o último episódio da temporada anterior.

Descobrimos quem é o dono da bicicleta do Decom/UFRN

A gente falou que o prédio do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Decom/UFRN) tem uma bicicleta Caloi, que, segundo os alunos está há muito tempo pendurada na grade próxima da arquibancada. Este é um dos milhares de mistérios existentes naquela região. Chuva ou sol, ela está lá presente e a corrente que a segura lá nunca foi arrombada. Ou seja, nem o ladrão quer a bicicleta. Mas, o Brechando descobriu que a bicleta tem dono e pertence ao Helderson Mendes, que era estudante de jornalismo.

Em uma thread no Twitter, ele contou a sua versão, após a matéria sobre o mistério da bicicleta no Labcom ter sido viralizado.

Por que abandonar uma simples bicicleta? Não era mais fácil vender na OLX? Perguntar no Facebook se alguém queria ? Mas, segundo Helderson, a bike não foi abandonada e por uma ironia do destino quis que a mesma ficasse por lá. E vamos contar a sua versão a seguir.

“Ao fim do segundo semestre as coisas mudam um pouco e se ainda tiver paciência para tomar uma breja com alguém da sua turma, vá enquanto pode. Assim eu fiz na última sexta do meu segundo semestre de jornalismo. Do bar eu deveria correr e arrumar a mala da viagem de dois meses para casa, em Fortaleza, que eu faria na mesma noite. Mais atrasado e bêbado do que eu esperava, esqueci minha bike no lugar onde eu a deixava todos os dias desde o começo do curso (quando a aula não era no setor II). Não me agradava a ideia de deixá-la por tanto tempo debaixo de sol e chuva, mas não houve jeito. Na volta, depois do carnaval, a chave da tranca já tinha sumido e, além de precisar de dinheiro para os consertos dos estragos feitos pela solidão da coitada”,

A bicicleta Caloi está lá, com as marchas enferrujando, o pneu traseiro caindo e a câmara exposta. Literalmente, caindo aos pedaços. Só tem 1 pedal intacto, com uma reforma, portanto, pode ficar novinha em folha ou torna-se dois monociclos ou uma cadeira de rodas. De acordo com o dono da magrela, ele espera até hoje um dinheiro para poder ter a bicicleta de volta e para fazer os seus reparos.

Agora uma lenda dos corredores da universidade chega ao seu fim.

O mistério da bicicleta do Decom/UFRN

O Rio de Janeiro tem o Cristo Redentor. A praia do Forte em Natal tem o Forte dos Reis Magos. Tangará tem o seu pastel. João Pessoa, Farol de Cabo Branco. Mas, o prédio do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Decom/UFRN) tem uma bicicleta Caloi, que, segundo os alunos está há muito tempo pendurada na grade próxima da arquibancada. Este é um dos milhares de mistérios existentes naquela região. Chuva ou sol, ela está lá presente e a corrente que a segura lá nunca foi arrombada. Ou seja, nem o ladrão quer a bicicleta.

Por que abandonar uma simples bicicleta? Não era mais fácil vender na OLX? Perguntar no Facebook se alguém queria ? Tanta gente querendo uma magrela para fugir daquele Circular abençoado e sempre lotado de gente.

Alguns chegam a comentar que a bicicleta estava lá quando Cassiano Arruda Câmara ainda era professor do Departamento de Comunicação Social, também conhecido pela sigla do Decom.

Faça chuva ou sol, a bike está lá, junto com os gatos ficam nas redondezas.

Ninguém sabe de quem é, só existe suposições. Só se sabe que não é minha, de algum aluno, do professor e muito menos do servidor.

Reza a lenda que pertencia ao ex-estudante, no qual mudou de cidade e nunca mais buscou a bicicleta. Mas, não há uma confirmação oficial. Pode até mesmo ser um estudante do setor 1 que para chegar mais cedo, deixou aí e voltou para casa de ônibus.

A bicicleta Caloi está lá, com as marchas enferrujando, o pneu traseiro caindo e a câmara exposta. Literalmente, caindo aos pedaços. Só tem 1 pedal intacto, com uma reforma, portanto, pode ficar novinha em folha ou torna-se dois monociclos ou uma cadeira de rodas.

A bicicleta ainda permanece. Deixou para o pessoal do Decom cuidar e lá virou um importante monumento.