{"id":5517,"date":"2026-04-15T00:00:00","date_gmt":"2026-04-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/homologacao.nerdbug.com.br\/?p=5517"},"modified":"2026-04-15T00:00:00","modified_gmt":"2026-04-15T03:00:00","slug":"rock-veio-rock-doido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brechando.com\/novo\/rock-veio-rock-doido\/","title":{"rendered":"Rock v\u00e9io, rock doido"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/text1.jpg-1.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74477\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Andei por tr\u00eas eventos da cena musical potiguar no m\u00eas passado e o que o vi e ouvi me trouxeram algumas sensa\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es sobre rock, cena e (cof! cof!) velhice que gostaria de partilhar com meus parcos leitores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O p\u00e9riplo come\u00e7ou em 8 de mar\u00e7o, no DoSol, para uma etapa de shows do projeto Pensando M\u00fasica, mas que eu perdi a parte do Pensando e fiquei s\u00f3 com a M\u00fasica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estavam escalados praquela noite J\u00falio Lima, The Sinks, Bixanu, Caridea e Flau Flau, de Jo\u00e3o Pessoa, que apesar do nome sensacional eu n\u00e3o conhecia. O DoSol \u00e9 provavelmente o melhor lugar pra ouvir m\u00fasica no Rio Grande do Norte h\u00e1, pelo menos, 20 anos. Com isso, n\u00e3o quero desmerecer outros picos, como o Backstage ou o Black Hole, por exemplo, mas o DoSol tem se mantido como um referencial na cidade em termos de curadoria, organiza\u00e7\u00e3o, pre\u00e7o e outras mumunhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O rock \u00e9 coisa do s\u00e9culo 20, mas de vez em quando engana alguns jovens incautos, e as redes sociais t\u00eam fortalecido a cria\u00e7\u00e3o de fandoms em torno de bandas iniciantes, ou na consolida\u00e7\u00e3o de iniciativas que j\u00e1 contam com alguma estrada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 o caso, por exemplo, das bandas <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/5OJ8NozRMJmzEloqyPEEC4?si=TRPaT4xCRw2U39siqLVZAA\" id=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/5OJ8NozRMJmzEloqyPEEC4?si=TRPaT4xCRw2U39siqLVZAA\">Bixanu <\/a>e <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/0Cdx31seSXsnxZGpQmdCbV?si=We50PBcSQjqrNBBLIK92HA\" id=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/0Cdx31seSXsnxZGpQmdCbV?si=We50PBcSQjqrNBBLIK92HA\">Caridea<\/a>, que eu j\u00e1 havia visto no pr\u00f3prio DoSol numa oportunidade anterior. Os boys da Bixanu j\u00e1 t\u00e3o a\u00ed com uma d\u00e9cada de rock &#8211; o que pro meu patamar ainda \u00e9 pouco, mas que j\u00e1 os coloca ali numa posi\u00e7\u00e3o de semiveteranos. Eles arrastam, atr\u00e1s de si, sempre uma multid\u00e3o de jovens (multid\u00e3o pq a sala de concertos do DoSol lota com 50 pessoas).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/08.03.26_scdsl_PensandoMusica-33.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74603\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Bixanu mostrou que o emo ainda rende e muito<\/em> (fotos: Taliane Freitas) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, no entanto, chegou meu momento de<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/old-man.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74604\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">porque a boyzada tinha a oportunidade de ouro de conhecer dois (a\u00ed, sim) veteranos da cena local.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/5HWYwyMOP55mnO3lnD9EsM?si=5IZ00VfsSAmdokthlurnIQ\" id=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/5HWYwyMOP55mnO3lnD9EsM?si=5IZ00VfsSAmdokthlurnIQ\">J\u00falio Lima<\/a> est\u00e1 com um trabalho cada vez mais maduro e uma sonoridade cada vez mais rocker no seu pop panflet\u00e1rio. Trouxe algumas can\u00e7\u00f5es antigas, da \u00e9poca em que eu ainda fazia o MPBeco junto Dorian Lima e J\u00falio Pimenta, e um material novo, com uma banda azeitad\u00edssima, na parceria que ele criou com Diego Francisco e rendeu um \u00e1lbum da dupla no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/1XpQpQpbiHtVEZzhMWhj0F?si=PSCzK0p_QNqynoHvCk1KjQ\" id=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/1XpQpQpbiHtVEZzhMWhj0F?si=PSCzK0p_QNqynoHvCk1KjQ\">The Sinks<\/a>, por sua vez, \u00e9 um dos 125 projetos paralelos de Ana Morena e Anderson Foca, j\u00e1 vai com cinco \u00e1lbuns gravados e tem uma estrada que merece respeito. (Ali\u00e1s, valeu, Anderson, pela lembran\u00e7a boa da entrevista que eu e Jesu\u00edno Andr\u00e9 fizemos com Sandra Coutinho em nosso podcast MeuSons).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/08.03.26_scdsl_PensandoMusica-28.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74607\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>The Sinks mostra que ainda rende at\u00e9 quando o joelho de Foca permitir<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar da casa cheia, boa parte do p\u00fablico preferiu ficar de fora destes dois shows para prestigiar apenas o que era de seu interesse. Que vacilo, garotada. No meu tempo de boy, eu ficava de bobeira em ver veteranos como Modus Vivendi, de Carito, ou o Gato L\u00fadico, de Vicente Vitoriano, pela primeira vez. Foram performances que marcaram minha forma\u00e7\u00e3o musical.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas a gente vai ficando velho e parece que hoje a cena n\u00e3o comporta mais rever\u00eancias a quem est\u00e1 h\u00e1 mais tempo na grande m\u00e1quina de moer egos que \u00e9 a m\u00fasica. Umas sete almas conferiram J\u00falio Lima e um pouco mais do dobro disso ficou para o The Sinks. De bestas que s\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Infelizmente, a idade e seus compromissos impediram que eu e Alexandre Hon\u00f3rio fic\u00e1ssemos para os shows de Caridea e Flau Flau. Ou seja, vou continuar sem conhecer os caras de JP.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na semana seguinte, rolou um bate-papo na Nobel do Praia Shopping sobre m\u00fasica e literatura, promovido pela Rede Potiguar de M\u00fasica, que, pelo que tenho ouvido falar, nos \u00faltimos anos se resumiu a Esso Alencar e Vlamir Cruz. O n\u00edvel foi alt\u00edssimo e apareceu muita gente massa, mas acho que a mais jovem no peda\u00e7o era a poeta Drika Duarte, que surgiu na cena ali pelos meados dos anos 2000 junto com Letto, no Elegia e seus Afluentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que nos leva ao terceiro rol\u00e9, o primeiro dia do Rock Cordel, em 28 de mar\u00e7o, que reuniu, digamos assim, tr\u00eas momentos, ou gera\u00e7\u00f5es, da cena local. Primeiro, foi o show do <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/3xUPTsyqfu4xgelmsLyGuY?si=fF2pvEIhR2yfC76WKAL5Ng\" id=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/3xUPTsyqfu4xgelmsLyGuY?si=fF2pvEIhR2yfC76WKAL5Ng\">Truve<\/a>, de quem nunca tinha ouvido falar, mas que tinha um fandom que at\u00e9 cantava junto, mesmo com a banda tendo apenas um EP lan\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RockCordel_Dosol_28-5.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74608\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Garotada do Truve aponta novos caminhos para a sonoridade do rock potiguar<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O som lembra um pouco o indie avant-garde do qual a m\u00fasica potiguar j\u00e1 teve bons nomes, como Automatics, Zarathustra e Bugs, bandas das quais, inclusive, duvido muito que os meninos do Truve j\u00e1 tenham ouvido falar. O vocalista n\u00e3o tem medo de soltar a voz, algo raro de ser ver na cena local, e, quando eles estiverem mais maduros sonoramente, com certeza v\u00e3o dar muito trabalho. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em seguida, <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/7vT7z5m95bEQhcKYw2j5W2?si=t9JdTnxrRHG8uPFOb6-_Cg\" id=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/7vT7z5m95bEQhcKYw2j5W2?si=t9JdTnxrRHG8uPFOb6-_Cg\">Gracinha <\/a>trouxe o seu pop experimental afiado. Acho que eles provavelmente est\u00e3o no seu auge criativo e performativo, porque foi um show de encher os olhos e os ouvidos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RockCordel_Dosol_28-26.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74609\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Gracinha n\u00e3o precisa provar mais nada a ningu\u00e9m: s\u00e3o melhor banda potiguar em atividade<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por fim, o revival de <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/55pFfu7SvF4jyXG9Z3oTYb?si=vHkO_f0bSxqznWJDHmFegg\" id=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/artist\/55pFfu7SvF4jyXG9Z3oTYb?si=vHkO_f0bSxqznWJDHmFegg\">Talma&amp;Gadelha<\/a>, projeto que praticamente marcou o in\u00edcio de uma nova fase no poptiguar e que volta agora t\u00e3o bom quanto sempre foi, acompanhados de Ives, Ana Morena e Tiago Andrade, guitarrista residente do DoSol.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RockCordel_Dosol_28-40.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74611\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Talma&amp;Gadelha: retorno triunfal de banda que redefiniu o poptiguar<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muito interessante notar como cada iniciativa tem seu fandom pr\u00f3prio, apesar de o de Gracinha se confundir um pouco, temporalmente, com o de Talma&amp;Gadelha. Mas \u00e9 como se cada um ocupasse sua pista na estrada do tempo da m\u00fasica potiguar e os p\u00fablicos pouco se misturassem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao que me parece, a forma\u00e7\u00e3o de p\u00fablico nos espa\u00e7os de circula\u00e7\u00e3o musical da cidade n\u00e3o tem se preocupado em cativar na juventude o interesse por nossa hist\u00f3ria musical. Lembro, por exemplo, que o Festival DoSol at\u00e9 escalou, em edi\u00e7\u00f5es passadas, veteranos como Jo\u00e3o Donato ou Ave Sangria. Este \u00faltimo show eu vi, mas era num hor\u00e1rio ingl\u00f3rio, tipo 18h ou 19h, que n\u00e3o dava o devido status ao tamanho do legado do Ave. N\u00e3o sei se com Jo\u00e3o Donato foi assim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas isso \u00e9 apenas uma tergiversa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sei, nem tenho ideia de como corrigir esse desinteresse da galera nova pelo que \u00e9 antigo ou velho. O que posso \u00e9 reclamar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">maluvidos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dona Cl\u00f4<\/strong><br \/>Est\u00e1 chegando \u00e0 reta final o financimento coletivo do novo livro de Clotilde Tavares, escritora buli\u00e7osa que agora envereda pelos contos em <em>Instru\u00e7\u00f5es para Sair \u00e0 Luz do Dia<\/em>. <a href=\"https:\/\/www-.catarse.me\/luzdodia?ref=ctrse_explore_pgsearch\" id=\"https:\/\/www-.catarse.me\/luzdodia?ref=ctrse_explore_pgsearch\">Ainda d\u00e1 tempo de ir l\u00e1 no Catarse<\/a> pra garantir o seu exemplar na pr\u00e9-venda. Quando Clotilde publica qualquer coisa, a gente precisa parar, comprar um exemplar e prestar aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ru\u00ednas<\/strong><br \/>Disso Natal entende. Passei esse dias em frente \u00e0 antiga casa do saudoso poeta Z\u00e9 Saldanha, em Candel\u00e1ria, ali por tr\u00e1s do Natal Shopping. O lugar, onde era poss\u00edvel beber uma geladinha jogando uma sinuca e comprar os cord\u00e9is do velho \u201cRep\u00f3rter do Povo\u201d, hoje \u00e9 s\u00f3 uma pintura desgastada na parede.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/ze-saldanha-1026x800.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-74605\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Hist\u00f3ria da cegueira<\/strong><br \/>Nossos planos diab\u00f3licos com Lara Paiva previam uma periodicidade semanal para esta coluna. Por\u00e9m, o pobre articulista descobriu um princ\u00edpio de catarata em suas vistas cansadas e passar\u00e1 por cirurgia ainda esta semana. Ent\u00e3o, infelizmente, deixaremos para nos rever apenas na segunda quinzena de maio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Int\u00e9.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Andei por tr\u00eas eventos da cena musical potiguar no m\u00eas passado e o que o vi e ouvi me trouxeram algumas sensa\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es sobre rock, cena e (cof! cof!) velhice que gostaria de partilhar com meus parcos leitores. 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