{"id":5082,"date":"2025-02-26T00:00:00","date_gmt":"2025-02-26T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/homologacao.nerdbug.com.br\/?p=5082"},"modified":"2025-02-26T00:00:00","modified_gmt":"2025-02-26T03:00:00","slug":"e-esse-povo-pulando-aqui-peripecias-na-balsa-da-redinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brechando.com\/novo\/e-esse-povo-pulando-aqui-peripecias-na-balsa-da-redinha\/","title":{"rendered":"E esse povo pulando aqui? Perip\u00e9cias na balsa da Redinha"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o \u00e9 uma foto de refugiados de pa\u00edses em guerra. Isto, simplesmente, era Natal nos anos 70, quando garotos utilizavam a balsa para ir e voltar \u00e0 Redinha. Conforme o Di\u00e1rio de Natal, a demora dos barcos faziam os natalenses algumas loucuras. Uma delas seria os usu\u00e1rios brincarem com as barcas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caso encontrasse os barcos no sentido contr\u00e1rio durante o trajeto pelo rio Potengi, a garotada podia pular de um lado para outro. Brincadeira similar ao surfe de \u00f4nibus e de trem.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O trecho da coluna trazia uma mensagem preconceituosa, mas dizia: &#8220;H\u00e1 muito tempo que a praia da Redinha foi riscada no caderno de anota\u00e7\u00f5es dos nossos administradores. Riscado com l\u00e1pis encarnado, o que significa condena\u00e7\u00e3o. Mas de desprezo por um recanto de tantas belezas, que poderia ser aproveitada facilmente para nosso turismo interno, est\u00e1 ficando dif\u00edcil de chegar at\u00e9 a Redinha. Ou dela voltar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ent\u00e3o, o texto continua: &#8220;O povo tomando o lugar de uma lancha ou bote para a viagem de regresso a Natal. No m\u00ednimo vai acontecer uma queda fatal.&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A imagem em quest\u00e3o est\u00e1 logo abaixo:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXdPP94KIQN-xBe_UM6KSqhggXfWatY9Za7zsR8kTVwpU_oMZ7PC-37mFnz3igraqf0D6XcgUrle570FoTiDNsKECzih4kUFLzoOWMMQUkupBK9_WFuefmF6PpZ9wGgR5a90xCI-HSCRMDAAqCEkKxv-z3_E?key=rsaqj00ntWZdaYw_gSBf_g\" alt=\"\" style=\"aspect-ratio:3\/4;object-fit:cover\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As barcas eram uma das ferramentas de ir \u00e0 Redinha numa \u00e9poca que n\u00e3o tinha a Ponte Newton Navarro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para chegar \u00e0 Praia da Redinha, antes tinha a balsa, caso quisesse fugir do ca\u00f3tico tr\u00e2nsito da Ponte de Igap\u00f3 ou viajar de trem. Havia outra op\u00e7\u00e3o: a balsa, que era o caminho mais charmoso e bastante requisitado pelos turistas. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como fazia a travessia?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O primeiro passo para chegar na embarca\u00e7\u00e3o era chegar ao bairro de Santos Reis, em seguida pagava uma certa quantia (dependendo de que tipo de carro estava se locomovendo) e finalmente entrava na balsa. Os pedestres, que utilizam a balsa como transporte, n\u00e3o pagavam e muita gente que trabalhava ou estudava na Ribeira e Cidade Alta faziam bastante, uma vez que o trem poderia demorar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As embarca\u00e7\u00f5es, constru\u00eddas de forma r\u00fastica, atravessavam todo o <a href=\"https:\/\/www.brechando.com\/2015\/08\/curiosidades-sobre-o-rio-potengi\/\">rio Potengi<\/a>. L\u00e1, o usu\u00e1rio da balsa poderia ver as belas paisagens da capital potiguar, o manguezal e entre outras coisas. Era a principal forma de acesso dos bugres para as Dunas do Litoral Norte, principalmente a praia de Genipabu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o funcionava durante a noite, s\u00f3 quando tinha a presen\u00e7a do sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s o fim da travessia, o turista chegava na Praia da Redinha. O trajeto durava em torno de 20 minutos e evitava pegar o forte tr\u00e2nsito da ponte de Igap\u00f3, que \u00e9 um problema at\u00e9 hoje na cidade. Em 2007, as atividades se encerraram.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 uma foto de refugiados de pa\u00edses em guerra. Isto, simplesmente, era Natal nos anos 70, quando garotos utilizavam a balsa para ir e voltar \u00e0 Redinha. Conforme o Di\u00e1rio de Natal, a demora dos barcos faziam os natalenses algumas loucuras. Uma delas seria os usu\u00e1rios brincarem com as barcas. 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