{"id":2325,"date":"2018-11-12T00:00:00","date_gmt":"2018-11-12T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/homologacao.nerdbug.com.br\/?p=2325"},"modified":"2018-11-12T00:00:00","modified_gmt":"2018-11-12T02:00:00","slug":"historia-dos-trens-do-rn-o-que-seria-a-transnordestina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brechando.com\/novo\/historia-dos-trens-do-rn-o-que-seria-a-transnordestina\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria dos trens do RN: O que seria a Transnordestina?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Transnordestina Log\u00edstica S\/A (TLSA) \u00e9 uma empresa privada do Grupo da Companhia Sider\u00fargica Nacional criada a partir da Companhia Ferrovi\u00e1ria do Nordeste (CFN), empresa ent\u00e3o respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o da adquirida da Rede Ferrovi\u00e1ria Federal (privatizada na d\u00e9cada de 90), que era composta das seguintes superintend\u00eancias regionais: SR-1 (Alagoas, Pernambuco, Para\u00edba, Rio Grande do Norte), SR-11 (Cear\u00e1) e SR-12 (Piau\u00ed e Maranh\u00e3o). Possui 4 238 quil\u00f4metros que se estendem pelos estados do Maranh\u00e3o, Piau\u00ed, Cear\u00e1, Rio Grande do Norte, Para\u00edba, Pernambuco, Alagoas at\u00e9 o munic\u00edpio de Propri\u00e1, em Sergipe e pela constru\u00e7\u00e3o da Ferrovia Transnordestina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes da privatiza\u00e7\u00e3o operava as linhas da Malha Nordeste, constru\u00eddas pelas linhas de bitola m\u00e9trica das antigas Rede Ferrovi\u00e1ria do Nordeste, Ferrovia S\u00e3o Lu\u00eds-Teresina, e Rede de Via\u00e7\u00e3o Cearense.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Rede Ferrovi\u00e1ria do Nordeste foi uma empresa ferrovi\u00e1ria brasileira que operou no Nordeste, de 1951 pela encampa\u00e7\u00e3o da Great Western of Brazil Railway at\u00e9 a cria\u00e7\u00e3o da RFFSA, em 1957. A RFN operou por 6 anos, iniciando a dieseliza\u00e7\u00e3o, com a introdu\u00e7\u00e3o das locomotivas English Electric em 1954 e novos vag\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Rio Grande do Norte existe 56 km de trilhos, os trens foram implementadas entre fins do s\u00e9culo XIX e a primeira metade do XX. Ao todo foram constru\u00eddas tr\u00eas linhas: a Estrada de Ferro de Natal a Nova Cruz (EFNNC), a Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte (EFCRN) \u2013 que possu\u00eda um ramal at\u00e9 a cidade de Macau \u2013 e a Estrada de Ferro de Mossor\u00f3 a Souza (EFMS). A ordem obedece a cronologia de suas constru\u00e7\u00f5es, sendo a data de inaugura\u00e7\u00e3o do primeiro trecho delas, respectivamente, 1881, 1906 e 1912. No total, essas linhas f\u00e9rreas passavam por 28 cidades do estado, cada uma contando com sua esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de ter sido autorizada em 1873, a primeira ferrovia do RN s\u00f3 come\u00e7ou a ser constru\u00edda anos mais tarde, em 1878. Os trilhos que partiriam rumo \u00e0 Zona Agreste do estado come\u00e7aram a ser erguidos em um local conhecido \u00e0 \u00e9poca como Nau de Refoles, hoje Passo da P\u00e1tria. A coordena\u00e7\u00e3o da obra ficou a cargo do engenheiro Jason Rigbi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Servindo como transporte de cargas e meio de locomo\u00e7\u00e3o para as comunidades vizinhas, a estrada de ferro trouxe mudan\u00e7as significativas para o modo de vida provinciano potiguar. Inaugurados em 1881, o primeiro trecho ferrovi\u00e1rio (Natal\/Nova Cruz) e a Esta\u00e7\u00e3o Central de Natal (localizada na Pra\u00e7a Augusto Severo, bairro da Ribeira) apresentaram o sentido da palavra mobilidade aos moradores da regi\u00e3o. Anos mais tarde, em 1901, o trecho Natal\/Nova Cruz seria arrendado pela &#8220;The Great Western of Brazil Railway Company&#8221;, como aconteceu com outras estradas de ferro pelo pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se antes a popula\u00e7\u00e3o percorria grandes dist\u00e2ncias utilizando tra\u00e7\u00e3o animal, a empresa tornou poss\u00edvel cruzar os Estados do Rio Grande do Norte, Para\u00edba e Pernambuco utilizando a ferrovia. Gra\u00e7as \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da via f\u00e9rrea que ligava Nova Cruz \u00e0 Independ\u00eancia (PB). A &#8220;Great Western&#8221; teve um papel fundamental para o desenvolvimento do com\u00e9rcio e das ind\u00fastrias locais \u00e0 \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meio a um cen\u00e1rio de desola\u00e7\u00e3o, causado pela grande seca, surge a Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte (EFCRN), no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. A princ\u00edpio, a ferrovia foi idealizada com o intuito de dinamizar o com\u00e9rcio do RN. Capital e interior, que detinham os principais p\u00f3los econ\u00f4micos da regi\u00e3o, seriam interligados, viabilizando o ir e vir de cargas e passageiros. A lei que consentia a constru\u00e7\u00e3o da ferrovia foi autorizada em 1870, ap\u00f3s reivindica\u00e7\u00f5es dos senhores de engenho. Mas foi em 1904 que os trilhos come\u00e7aram a ser tra\u00e7ados em dire\u00e7\u00e3o a Cear\u00e1-Mirim, com a supervis\u00e3o do engenheiro Sampaio Correia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O principal objetivo da empreitada era interiorizar a economia do RN, viabilizando a liga\u00e7\u00e3o da capital com Cear\u00e1- Mirim, que detinha 60% da produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar de todo o estado. Consequentemente, os efeitos da grande seca seriam minimizados, j\u00e1 que a constru\u00e7\u00e3o serviria como frente de trabalho para o homem do campo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trecho Natal\/Cear\u00e1- Mirim foi inaugurado em 1906 pelo ent\u00e3o presidente eleito, Afonso Pena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apenas no ano de 1916 \u00e9 constru\u00edda a Ponte sobre o Rio Potengi, que viria a ser um momento marcante para a hist\u00f3ria da ferrovia e de Natal. Erguida em cima do estreito de Refoles, a ponte permitiu a passagem dos trens da Esta\u00e7\u00e3o de Ferro Central, sendo a \u00fanica liga\u00e7\u00e3o da capital com o Vale A\u00e7ucareiro. Durante muitos anos, a ponte do Potengi foi considerada a maior do Norte-Nordeste do Brasil, com uma extens\u00e3o de 550 metros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a constru\u00e7\u00e3o da ponte, uma nova Esta\u00e7\u00e3o Natal \u00e9 inaugurada, em 2 de junho de 1917, onde funciona at\u00e9 hoje. Juntamente com esta esta\u00e7\u00e3o, foram inauguradas as oficinas localizadas ao lado do pr\u00e9dio admianistrativo da EFCRN, na Esplanada Silva Jardim, no bairro das Rocas, que fica um dos campus do IFRN.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atrav\u00e9s do decreto lei n\u00ba 1.475, de 3 de agosto de 1939, a &#8220;Great Western&#8221; foi arrendada pela Esta\u00e7\u00e3o de Ferro Central do Rio Grande do Norte. A partir do dia 5 de novembro de 1939, a linha f\u00e9rrea, que ligava Natal ao munic\u00edpio de Nova Cruz, passa a circular sob o comando da Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Futuramente, o sistema ferrovi\u00e1rio passaria a se chamar Estrada de Ferro Sampaio Correia, em homenagem ao engenheiro respons\u00e1vel pelo projeto da via f\u00e9rrea. Em 1957, a Estrada Sampaio Correia virou uma das 18 ferrovias regionais que compunham a Rede Ferrovi\u00e1ria Federal (RFFSA), sociedade de economia mista, controlada pelo Governo Federal e vinculada ao Minist\u00e9rio dos Transportes, transportando mais de 80 milh\u00f5es de toneladas de carga por ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como falamos acima, a RFFSA foi privatizada na d\u00e9cada de 90 e h\u00e1 tr\u00eas trechos principais de linhas de ferro no Estado, hoje desativados:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 Macau &#8211; Cear\u00e1 Mirim: sai de Macau e cruza o Litoral Norte at\u00e9 a Regi\u00e3o Metropolitana de Natal;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 Parnamirim &#8211; Nova Cruz: liga o Porto de Natal ao sudeste potiguar, em uma das linhas mais antigas do Estado. Ela tamb\u00e9m permite acesso \u00e0 Para\u00edba, fazendo a conex\u00e3o com a Nova Transnordestina, que ainda est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o e ligar\u00e1 o porto de Pec\u00e9m, no Cear\u00e1, ao porto de Suape, em Pernambuco;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2022 Mossor\u00f3 &#8211; Alexandria: cruza todo o oeste do Estado, alcan\u00e7ando a Para\u00edba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos se falam da Transnordestina, mas pouca gente explica que \u00e9 um projeto gigante e at\u00e9 agora nunca ficou pronto. Trata-se de uma ferrovia brasileira, da Companhia Nacional Sider\u00fargica, que vai ligar os estados do Cear\u00e1, Pernambuco e Piau\u00ed atrav\u00e9s dos trens. Ou seja, projetada para ligar o Porto de Pec\u00e9m, no Cear\u00e1, ao Porto de Suape, em Pernambuco, al\u00e9m do cerrado do Piau\u00ed, no munic\u00edpio de Eliseu Martins, com extens\u00e3o total de 1.728 km. No futuro se conectar\u00e1 com a ferrovia Norte-Sul em Porto Franco (MA).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja como est\u00e1 o trecho:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.brechando.com\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/Transnordestina136435.jpg\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-21760\" src=\"https:\/\/www.brechando.com\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/Transnordestina136435-1057x800.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"484\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto desta ferrovia intenciona elevar a competitividade da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e mineral da regi\u00e3o Nordeste, com uma log\u00edstica eficiente que une uma ferrovia moderna de alto desempenho e portos de calado profundo que podem receber navios de grande porte. A bitola mista permite a uni\u00e3o da alta capacidade da bitola larga e a liga\u00e7\u00e3o com as outras ferrovias regionais com a bitola m\u00e9trica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ou seja, ela nunca ser\u00e1 utilizada para turismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O custo total da obra estimado em R$ 5,42 bilh\u00f5es dever\u00e1 ser excedido em 25% e totalizar\u00e1 cerca de R$ 6,72 bilh\u00f5es. O aumento de custo foi justificado por maiores custos com m\u00e3o de obra e equipamentos. Do or\u00e7amento atual, R$ 3,1 bilh\u00f5es ser\u00e3o financiados, sendo R$ 2,7 bilh\u00f5es do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), R$ 225 milh\u00f5es do BNDES e 180 milh\u00f5es do Banco do Nordeste. Dos R$ 2,3 bilh\u00f5es restantes, R$ 1,3 bilh\u00e3o sai do caixa da CSN, R$ 823 milh\u00f5es do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor) e R$ 164 milh\u00f5es da estatal Valec. Por tratar-se de um empreendimento de controle privado, o custo da Transnordestina \u00e9 de responsabilidade da TLSA (Transnordestina Log\u00edstica S.A.), controladora do projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em dezembro de 2016, a obra estava 52% conclu\u00edda, apesar de ter usado R$ 6,27 bilh\u00f5es. Ser\u00e3o necess\u00e1rios mais R$ 5 bilh\u00f5es para conclus\u00e3o total da obra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto uma reportagem do jornal O Povo, de Fortaleza (CE), publicada em julho, mostra que a obra, mesmo antes de concluir, j\u00e1 traz prejuizo, pois acumula mais de R$ 149,8 milh\u00f5es de d\u00edvidas em dois anos. S\u00f3 em 2017, o passivo foi de R$ 46,1 milh\u00f5es, segundo relat\u00f3rio administrativo assinado pela auditoria independente PricewaterhouseCoopers. No Cear\u00e1, o trecho Miss\u00e3o Velha &#8211; Pec\u00e9m, de 527 quil\u00f4metros (km), em mais de uma d\u00e9cada, apenas 15% das obras foram executados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este \u00e9 um dos peda\u00e7os mais cr\u00edticos da ferrovia. De acordo com o relat\u00f3rio, divulgado no Di\u00e1rio Oficial do Cear\u00e1 (DOE), desde que as obras foram retomadas em novembro de 2014, nos quatro primeiros lotes \u2013 MVP 01 ao 04 &#8211; foram apenas 200 km em constru\u00e7\u00e3o, com avan\u00e7os de 19% em Infraestrutura e 13% em Obras de Arte Especiais (OAE).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seguida, aparecem, segundo o documento, o trecho de 544 km, compreendido entre Salgueiro e Porto de Suape, em Pernambuco, com 41% das obras executadas e os 423 km que separam Eliseu Martins a Trindade, ambas as cidades localizadas no Piau\u00ed, com avan\u00e7o de 64%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 o 31 de dezembro de 2017, os \u00fanicos trechos totalmente conclu\u00eddos s\u00e3o os de Salgueiro (PE) &#8211; Miss\u00e3o Velha (CE), com 96 km, e o que liga Salgueiro (PE) a Trindade (PI), mais 163 km de extens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o Leil\u00e3o da Malha Ferrovi\u00e1ria Nordeste, realizado em 1997, passando pelo in\u00edcio da implanta\u00e7\u00e3o da ferrovia, em 2006, o projeto da Transnordestina j\u00e1 consumiu mais de R$ 6,4 bilh\u00f5es. Por\u00e9m, dos seus 1.728 km de extens\u00e3o, apenas 599 km de grade ferrovi\u00e1ria est\u00e1 montada at\u00e9 agora. O n\u00famero correspondente a 52% do total da obra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O n\u00famero de funcion\u00e1rios da TLSA &#8211; que chegou a empregar 837 pessoas em dezembro de 2016 &#8211; caiu para 324 em dezembro do ano passado. Esta queda de 61,29% na quantidade de oper\u00e1rios reflete a redu\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de atividade na obra, principalmente, nos lotes dos trechos cearenses e na superestrutura, financiada por entes p\u00fablicos e privados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com in\u00edcio em 2006, a constru\u00e7\u00e3o da Transnordestina \u00e9 uma das obras de infraestrutura mais atrasadas do Brasil. O or\u00e7amento original, de R$ 4,5 bilh\u00f5es, j\u00e1 foi h\u00e1 muito ultrapassado. Hoje, estima-se que a obra toda consumir\u00e1 cerca de R$ 12 bilh\u00f5es<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cronologia<br \/>\n1997: Leil\u00e3o da Malha Ferrovi\u00e1ria Nordeste<br \/>\n1998: In\u00edcio de explora\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do transporte de cargas com a cria\u00e7\u00e3o da CFN<br \/>\n2002: Estudos para a implanta\u00e7\u00e3o de novo tra\u00e7ado \u2013 projeto TRANSNORDESTINA<br \/>\n2006: In\u00edcio de implanta\u00e7\u00e3o da FERROVIA TRANSNORDESTINA<br \/>\n2008: CFN passa a se chamar TRANSNORDESTINA LOG\u00cdSTICA S.A.<br \/>\n2013: Previs\u00e3o de in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o da FERROVIA TRANSNORDESTINA<br \/>\n2016: Obra 52% conclu\u00edda, usados R$ 6,27 bilh\u00f5es, necess\u00e1rios mais R$ 5 bilh\u00f5es para conclus\u00e3o total da obra<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Transnordestina Log\u00edstica S\/A (TLSA) \u00e9 uma empresa privada do Grupo da Companhia Sider\u00fargica Nacional criada a partir da Companhia Ferrovi\u00e1ria do Nordeste (CFN), empresa ent\u00e3o respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o da adquirida da Rede Ferrovi\u00e1ria Federal (privatizada na d\u00e9cada de 90), que era composta das seguintes superintend\u00eancias regionais: SR-1 (Alagoas, Pernambuco, Para\u00edba, Rio Grande do Norte), [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[2182],"class_list":["post-2325","post","type-post","status-publish","format-standard","category-curiosidades","tag-historianataltrens"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2325","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2325"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2325\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2325"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2325"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/brechando.com\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2325"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}