{"id":1805,"date":"2017-11-08T00:00:00","date_gmt":"2017-11-08T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/homologacao.nerdbug.com.br\/?p=1805"},"modified":"2017-11-08T00:00:00","modified_gmt":"2017-11-08T02:00:00","slug":"e-hoje-estreia-do-festival-literario-de-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brechando.com\/novo\/e-hoje-estreia-do-festival-literario-de-natal\/","title":{"rendered":"\u00c9 hoje a estreia do Festival Liter\u00e1rio de Natal !"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A partir desta quarta-feira (8), a Ribeira, mais precisamente na Pra\u00e7a Augusto Severo, apresentar\u00e1 diversas atividades. Al\u00e9m do Festival Cine Sol, tamb\u00e9m ser\u00e1 o palco do Festival Liter\u00e1rio de Natal, que re\u00fane artistas locais e nacionais que contribuem com a literatura, al\u00e9m de shows musicais gratuitos. Neste ano, o evento homenagear\u00e1 Henfil, Ariano Suassuna e Zuenir Ventura. Os tr\u00eas, com muito humor e ironia, ajudaram a sociedade a pensar politicamente, principalmente na d\u00e9cada de 60, quando a Ditadura Militar insistia que os brasileiros ficassem em sil\u00eancio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ser\u00e3o novos debates e intelectuais de grande contribui\u00e7\u00e3o para a cultura brasileira. Seu conte\u00fado engloba as muitas vertentes do fazer liter\u00e1rio, mas vai al\u00e9m ao refletir sobre trajet\u00f3rias relevantes, localmente ou em \u00e2mbito nacional, como \u00e9 o caso das mesas sobre Ver\u00edssimo de Melo, N\u00edsia Floresta, Manoel Dantas, Frei Miguelinho e Woden Madruga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E de emblem\u00e1ticos como Tom Z\u00e9 e Jos\u00e9 Carlos Capinan, que representam contribui\u00e7\u00f5es reais para a m\u00fasica, poesia e vanguardas brasileiras, assim como Marcelo Rubens Paiva (\u201cFeliz Ano Velho\u201d, \u201cBala na Agulha\u201d, \u201cBlecaute\u201d, \u201cMalu de Bicicleta\u201d, \u201cN\u00e3o \u00e9s tu, Brasil\u201d) e Carla Camurati (\u201cCarlota Joaquina\u201d, \u201cIrma Vap \u2013 o retorno\u201d, \u201cCopacabana\u201d) se tornaram divisores de \u00e1guas para a literatura e o cinema. E o cartunista Henfil, o artista que revolucionou com seu tra\u00e7o \u00fanico e o humor, que agora ser\u00e1 revisitado por Jaguar, Andr\u00e9 Dahmer, Claudio Oliveira e Ivan Cosenza, filho de Henfil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por falar em Tom Z\u00e9, o primeiro dia de Flin \u00e9 encerado com uma apresenta\u00e7\u00e3o musical na noite desta quarta (8). O tropicalista rebelde iria se apresentar no Natal de 2014, por\u00e9m teve que adiar o show por problemas de sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 sobre o Zuenir Ventura, o \u00fanico homenageado vivo, o mesmo participar\u00e1 com Cassiano Arruda C\u00e2mara e Mauro Ventura, diretor de teatro e cinema e jornalista. Ser\u00e1 o grande momento de pontuar a carreira e o caminhar deste autor militante na vida, no jornalismo e na literatura. Zuenir escreveu obras que misturam fic\u00e7\u00e3o e realidade, como \u201cN\u00e3o ver\u00e1s Pa\u00eds Nenhum\u201d (Global) que chegou a 27\u00aa edi\u00e7\u00e3o, \u201c1968 \u2013 O Ano que N\u00e3o Terminou\u201d, \u201cCidade Partida\u201d, \u201cInveja \u2013 Mal Secreto\u201d, \u201cSagrada Fam\u00edlia\u201d, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mossoroense rec\u00e9m-empossado na Academia Brasileira de Letras, Jo\u00e3o Almino (\u201cEnigmas da Primavera\u201d, \u201cIdeias para onde passar o fim do mundo\u201d e \u201cEntre Facas, Algod\u00e3o\u201d) estar\u00e1 pela primeira vez em uma mesa liter\u00e1ria no FLIN, ao lado do tamb\u00e9m potiguar Humberto Hermenegildo (\u201cRastejo\u201d, \u201cArgueirinha\u201d). Eles falar\u00e3o sobre suas escritas e a rela\u00e7\u00e3o entre fic\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O poeta e ensa\u00edsta Ant\u00f4nio C\u00edcero est\u00e1 de volta para falar sobre o \u201cvale tudo da poesia\u201d, ao lado de Nelson Ascher, tradutor e cr\u00edtico liter\u00e1rio e cinematogr\u00e1fico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cantora e compositora Z\u00e9lia Ducan participar\u00e1 sobre um bate-papo sobre a autora Hilda Hilst e tamb\u00e9m far\u00e1 uma apresenta\u00e7\u00e3o musical na quinta-feira (9).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O evento ainda ter\u00e1 a presen\u00e7a das irm\u00e3s Ana Miranda e Marlui Miranda abordaram tem\u00e1ticas mais recentes em seus trabalhos. Rec\u00e9m diplomada com o 2\u00ba lugar no Pr\u00eamio Jabuti 2017 pela biografia \u201cXica da Silva, a Cinderela Negra\u201d (Ed. Record), Ana Miranda tem sua carreira calcada em biografias e romances hist\u00f3ricos, como \u201cBoca do Inferno\u201d (sobre Greg\u00f3rio de Matos e Padre Ant\u00f4nio Vieira), \u201cDias e Dias\u201d (sobre Gon\u00e7alves Dias) e \u201cA \u00daltima Quimera\u201d (Sobre Augusto dos Anjos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste bate-papo falar\u00e1 sobre sua pesquisa que nos transporta para o Brasil do s\u00e9culo 18: uma realidade de fidalgos e p\u00e9s-rapados, de cantos africanos e rezas cat\u00f3licas, um quadro vivo e riqu\u00edssimo de detalhes do violento ciclo do diamante, por meio do qual Ana Miranda reconstr\u00f3i a biografia de Xica da Silva, uma personagem que nos fascina h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m haver\u00e1 atividades dentro do Museu de Cultura Popular Djalma Maranh\u00e3o. Confira a programa\u00e7\u00e3o completa a seguir:<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">08\/11 (Quarta-Feira)<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">18h \u2013 Tenda Moacy Cirne<br \/>\n\u2018O Liter\u00e1rio em Ver\u00edssimo de Melo\u2019 \u2013 Por Di\u00f3genes da Cunha Lima e Michelle Paulista<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ver\u00edssimo de Melo (Natal, 1921-1996) escritor, cronista, folclorista e advogado, professor de Etnografia do Brasil da Faculdade de Filosofia de Natal e de Antropologia Cultural da UFRN. Al\u00e9m de grande cronista, publicou livros sobre etnografia e cultura popular. Entre as obras publicadas est\u00e3o Adivinhas (1948), Acalantos (1949), Parlendas (1949), Rondas Infantis Brasileiras, Jogos populares do Brasil (1956)), Cantador de viola (1961), Ensaios de Antropologia Brasileira (1973), O conto folcl\u00f3rico no Brasil (1976), Medicina popular no mundo em transforma\u00e7\u00e3o (1996). Ver\u00edssimo conhecia muitos poetas e escritores e se correspondia com muitos deles. Suas cartas trocadas com o poeta pernambucano Ascenso Ferreira est\u00e3o em uma plaquete editada pelo Sebo Vermelho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Di\u00f3genes da Cunha Lima \u2013 Nova Cruz, 1937, Advogado, foi Presidente da Funda\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 Augusto e hoje \u00e9 Presidente da Academia Norte-Riograndense de Letras. Educador e intelectual, sempre atuou na literatura, tendo publicado, \u201cLua 4 vezes Sol\u201d, \u201cC\u00e2mara Cascudo \u2013 Um Brasileiro Feliz\u201d, \u201cInstrumento D\u00factil\u201d, \u201cCorpo Breve\u201d, \u201cO Homem que Pintava Cavalos Azuis\u201d \u2013 uma biografia de Djalma Marinho; \u201cOs P\u00e1ssaros da Mem\u00f3ria\u201d; \u201cLivro das Respostas\u201d (face ao \u201cLibro de las preguntas\u201d, de Pablo Neruda) 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o; \u201cSolid\u00e3o, Solid\u00f5es, Uma Biografia de Dinarte Mariz\u201d, \u201cA Av\u00f3 e o Disco Voador\u201d, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Michelle Paulista \u2013 \u00c9 advogada, escritora e diretora da Escola do Legislativo Miguel Arraes, institui\u00e7\u00e3o pertencente \u00e0 C\u00e2mara Municipal do Natal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">19h \u2013 Tenda dos autores<br \/>\nMESA 1: \u2018Tropic\u00e1lia Lixo L\u00f3gico\u2019<br \/>\nCom Tom Z\u00e9 | Andr\u00e9 Vallias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tom Z\u00e9 ( Irar\u00e1- Bahia, 1936). Cantor, compositor, escritor e arranjador, \u00e9 um dos \u00edcones do movimento conhecido como Tropic\u00e1lia. Comp\u00f4s \u201c2001\u201d,em parceria com Rita Lee; e \u201cS\u00e3o S\u00e3o Paulo, meu amor\u201d, vencedora do IV Festival de MPB da TV Record, em 1968..Nesse tempo grava seu primeiro disco, \u201cTom Z\u00e9 \u2013 Grande Liquida\u00e7\u00e3o\u201d, que tematiza a vida urbana brasileira. A inova\u00e7\u00e3o musical n\u00e3o foi compreendida na \u00e9poca e isso fez com que sumisse da cena musical. Retornou nos anos 80 quando o norte-americano David Byrne, l\u00edder do grupo Talking Heads, o descobriu em \u2018Estudando o samba\u2019. A compila\u00e7\u00e3o \u2018The Best of Tom Z\u00e9\u201d, da gravadora de Byrne, foi o \u00fanico \u00e1lbum brasileiro a figurar entre os dez discos mais importantes da d\u00e9cada nos E.U.A. Desde ent\u00e3o, Tom Z\u00e9 v\u00eam sendo crescentemente prestigiados pelas novas gera\u00e7\u00f5es. No fim dos anos 90 lan\u00e7ou Com defeito de fabrica\u00e7\u00e3o, logo seguido por Post modern Pilatos, um CD de remixes, feito por bandas internacionais. Em 2000, com Jogos de armar (fa\u00e7a voc\u00ea mesmo), inovou a ideia de autoria nas composi\u00e7\u00f5es. Em 2006, lan\u00e7ou dois discos igualmente inovadores: Estudando o pagode e Dan\u00e7-\u00cah-S\u00e1. O mais recente \u00e9 Can\u00e7\u00f5es er\u00f3ticas de ninar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andr\u00e9 Vallias \u2013 (S\u00e3o Paulo em 1963) \u00e9 formado em direito, poeta visual, designer gr\u00e1fico. Na d\u00e9cada de 80 desenvolveu uma s\u00e9rie de desenhos com composi\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas. Come\u00e7ou a criar poemas visuais em 1985. Viveu de 1987 a 1994 na Alemanha, onde, movido pelas ideias do fil\u00f3sofo Vil\u00e9m Flusser, orientou suas atividades para a m\u00eddia digital. Em 1990 foi co-curador (com Friedrich W. Block e Valeri Scherstjanoi) da exposi\u00e7\u00e3o \u201cTransfutur \u2013 poesia visual da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, Brasil e Pa\u00edses de l\u00edngua alem\u00e3\u201d (Kassel e Berlin). Voltou ao Brasil em 1994 para atuar como produtor de multim\u00eddia e designer gr\u00e1fico. Vive atualmente no Rio de Janeiro, onde dirige a produtora de web site Refazenda. Publicou A poesia dos n\u00fameros (Err\u00e1tica), Arte, tecnologia e poesia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20h \u2013 Tenda dos autores<br \/>\nMesa 2: Tropicalismo: inser\u00e7\u00e3o &amp; desdobramentos<br \/>\nJos\u00e9 Carlos Capinan | Carlos de Souza<br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o Gereba Barreto<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jos\u00e9 Carlos Capinan (Esplanada BA 1941). Letrista, poeta, escritor, jornalista, publicit\u00e1rio, m\u00e9dico. Em 1960 come\u00e7a a marcar seu nome na m\u00fasica popular brasileira com letras politizadas, por\u00e9m n\u00e3o panflet\u00e1rias. A preocupa\u00e7\u00e3o formal e a postura inquieta perante a realidade aproximam Capinan de Caetano Veloso e Gilberto Gil, principais nomes do movimento tropicalista. Estreou como cancionista em Ladainha, parceria com Gil, gravada por Nara Le\u00e3o em 1966. Nesse ano, comp\u00f5e Can\u00e7\u00e3o para Maria, musicada por Paulinho da Viola, que fica em terceiro lugar no 2\u00ba Festival de M\u00fasica Popular Brasileira, da TV Record, interpretada por Jair Rodrigues. Publica o primeiro livro de poemas, Inquisitorial, retorna a Salvador e se forma em medicina. Vence o 3\u00ba Festival da M\u00fasica Popular Brasileira, com Ponteio, parceria com Edu Lobo, com quem tamb\u00e9m assina Canto de Despedida, Cirandeiro, Corrida de Jangada. Comp\u00f5e em parceria com Gilberto Gil \u00c1gua de Meninos e Aboio. Em 1968 comp\u00f5e Clarice, com Caetano Veloso, e Soy Loco por Ti, Am\u00e9rica, com Gilberto Gil. Participa do disco Tropic\u00e1lia: ou Panis et Circensis. Entre 1973 e 1975 comp\u00f5e com Fagner e Edu Lobo. Em 1977, lan\u00e7a o livro de poesia Ciclo de Navega\u00e7\u00e3o, Bahia e Gente. Dois anos mais tarde, comp\u00f5e com Mirab\u00f4 Dantas N\u00e3o Posso Crer, gravada por Terezinha de Jesus, e Pitanga, por Marlui Miranda. Terezinha interpreta outra can\u00e7\u00e3o de Capinan e Mirab\u00f4 Dantas, Caso de Amor; Amelinha canta Gemedeira, de Capinan e Robertinho de Recife, em 1980. No ano seguinte, da parceria com Geraldo Azevedo resulta Mo\u00e7a Bonita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carlos de Souza \u2013 Natural de Areia Branca-RN. \u00c9 jornalista e escritor. Lan\u00e7ou Cr\u00f4nica da Banalidade\u201d (romance), que agora completa 30 anos. Depois veio \u201cCachorro Magro\u201d (Sebo Vermelho), \u201c\u00c9 tudo fogo de palha\u201d (pe\u00e7a teatral\/Sebo Vermelho), \u201cCidade dos reis\u201d (romance) e \u201cUrbi\u201d (colet\u00e2nea de contos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gereba Barreto \u2013 Natural de Monte Santo-BA. \u00c9 compositor, violonista, arranjador e produtor. Tem uma vasta carreira como solista, cantor e compositor. Lan\u00e7ou seu primeiro disco solo em 1973 pela gravadora Fontana, intitulado Bendeg\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">21h -Mesa 3 \u2013 O Escritor Militante<br \/>\nCom Zuenir Ventura | Mauro Ventura | Cassiano Arruda C\u00e2mara<br \/>\nZuenir Ventura \u00e9 escritor e jornalista h\u00e1 mais de quarenta anos. Nascido em Al\u00e9m Para\u00edba (MG), em 1931, trabalhou nos principais ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, como cronista e redator. A reflex\u00e3o sobre as desigualdades da cidade e do pa\u00eds onde vive tem sido um eixo constante de seu trabalho. Com Cidade partida (1994), livro-reportagem que retrata as tens\u00f5es sociais e da din\u00e2mica da viol\u00eancia no Rio. Venceu o Pr\u00eamio Jabuti na categoria Reportagem. Em 2008, lan\u00e7ou 1968, o que fizemos de n\u00f3s, que retoma uma de suas obras mais conhecidas, 1968, o ano que n\u00e3o terminou (38\u00aa edi\u00e7\u00e3o), que inspirou a miniss\u00e9rie Anos Rebeldes. Uma reflex\u00e3o sobre o impacto humano no meio ambiente d\u00e1 o tom de N\u00e3o ver\u00e1s pa\u00eds Nenhum (lan\u00e7ado em 1981, que chegou a 27\u00aa edi\u00e7\u00e3o pela Global). Tamb\u00e9m escreveu o livro-reportagem Chico Mendes, crime e castigo (2003).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mauro Ventura \u2013 (Rio de Janeiro, 1963) \u00c9 jornalista, rep\u00f3rter do jornal O Globo e assina a coluna Dois Caf\u00e9s e a Conta, na Revista O Globo. Filho de Zuenir Ventura e Mary Ventura, venceu em 2008, o pr\u00eamio Esso e o pr\u00eamio Embratel pela reportagem \u201cTribunal do tr\u00e1fico\u201d, quando acompanhou numa favela o julgamento de um bandido por traficantes. Venceu o Jabuti em 2012 com o livro \u2018Espet\u00e1culo Mais Triste da Terra\u2019 sobre o inc\u00eandio do Gran Circo Norte-Americano. que tem entre seus her\u00f3is m\u00e9dicos, escoteiros, religiosos e at\u00e9 uma elefanta, que salvou dezenas de espectadores ao abrir um rasgo na lona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">22h \u2013 Palco \u2013 Show musical de Tom Z\u00e9 \u201cCan\u00e7\u00f5es Er\u00f3ticas de Ninar\u201d<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">09\/11 (Quinta-Feira)<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">8h \u2013 Abertura do Espa\u00e7o Sesc\/Flin<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8h \u00e0s 9h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3rias com Ivan Zigg- RJ<br \/>\n. Em 2004 recebeu o Pr\u00eamio Jabuti de Ilustra\u00e7\u00e3o Para Livro Infantil. Considerada pela Funda\u00e7\u00e3o Nacional do Livro Infantil e Juvenil como Altamente Recomend\u00e1vel, sua obra inclui livros como \u201cTodos os Meus Sonhos\u201d, \u201cQuando os Tam-Tans Fazem Tum-Tum\u201d, \u201cO Livro do Rex\u201d, \u201cO Elefante Caiu\u201d, \u201cSegredo e S\u00f3 um Minutinho\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9h \u00e0s 10h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3rias de O Tapete Voador- PE<br \/>\nO grupo O Tapete Voador \u00e9 formado pela carioca Mila Puntel (atriz e contadora de hist\u00f3rias) &amp; a pernambucana Bruna Peixoto (musicista e contadora de hist\u00f3rias). O Tapete Voador prop\u00f5e um di\u00e1logo entre a conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias, a m\u00fasica e a arte de interpretar. O repert\u00f3rio \u00e9 repleto de lendas, mitos e contos do mundo todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10h \u00e0s 11h \u2013 Um livro para cada leitor: Kalliny Moura e M\u00e1rcio Benjamin Media\u00e7\u00e3o da jornalista e poeta Michele Ferret<br \/>\nKalliny Moura \u00e9 advogada e escritora. Em 2016, sua primeira personagem no mundo virtual, a Eduarda Miudinha. Lan\u00e7ou em 2017 seu primeiro livro \u2018Miga, querem roubar meu crush: Eduarda Miudinha e suas aventuras amorosas\u2019.<br \/>\nMarcio Benjamin \u00e9 advogado e escritor. Participou de antologias de terror (Noct\u00e2mbulos, Caminhos do Medo, pela Editora Andross), escreveu pe\u00e7as de teatro (Hippie-Drive, Flores de Pl\u00e1stico, Ultraje) e lan\u00e7ou o livro de contos Maldito Sert\u00e3o (Jovens Escribas). A obra foi quadrinizada pelo coletivo Quadro 9. Michele Ferret \u00e9 jornalista, poeta e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13h \u00e0s 14h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3rias- Ivan Zigg- RJ<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">14h \u00e0s 15h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3rias- O Tapete Voador- PE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">15h \u00e0s 16h \u2013 Tra\u00e7o e rabisco, o que \u00e9 isso?<br \/>\nLuiza de Souza-RN e Aureliano Medeiros-RN. Media\u00e7\u00e3o de Michele Ferret RN<br \/>\nAureliano Medeiros \u00e9 jornalista por forma\u00e7\u00e3o, ilustrador de quadrinhos autobiogr\u00e1ficos sobre sa\u00fade mental, cotidiano. Publica-os em sua p\u00e1gina no facebook e instagram \u201cOi, Aure\u201d.<br \/>\nLuiza de Souza formou-se em Comunica\u00e7\u00e3o mas escolheu trabalhar com ilustra\u00e7\u00e3o. Publicou a HQ Contos Rabiscados para Cora\u00e7\u00f5es Maltrapilhos (2014) Marcela, Mulher, Melhore! (2015), iniciou a web-comic Os Cool Kids (2016) e lan\u00e7ou o zine O Invent\u00e1rio Amoroso de Marcela (2017).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">18h \u2013 Tenda Moacy Cirne<br \/>\n\u201cN\u00edsia Floresta\u201d, por Diva Cunha e Nivaldete Ferreira<br \/>\nN\u00edsia Floresta Brasileira Augusta era o pseud\u00f4nimo de Dion\u00edsia Gon\u00e7alves Pinto, nascida em Papari- hoje N\u00edsia Floresta, em 1810. De origem burguesa, casou-se aos 14 anos contra sua vontade. Abandonou o marido meses depois e retornou \u00e0 casa de seus pais, que logo se mudaram para Pernambuco. L\u00e1, conheceu seu segundo marido, o bacharel em Direito Manuel Augusto de Faria Rocha, com quem teve duas filhas e de quem ficou vi\u00fava aos 23 anos de idade. Fundou col\u00e9gios para meninas no Recife, em Porto Alegre e no Rio de Janeiro. Escreveu v\u00e1rios livros sobre a tem\u00e1tica feminina. Como educadora, defendeu suas posi\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias em obras e ensaios, enfatizando a tem\u00e1tica feminina, e sendo considerada a primeira mulher a romper barreiras entre o p\u00fablico e o privado. Morou na Europa por cerca de 28 anos e onde conheceu e conviveu com grandes escritores e intelectuais, como Almeida Garret, Alexandre Herculano, Alexandre Dumas (pai), Victor Hugo e Auguste Comte, de quem foi amiga e grande admiradora.<br \/>\nDiva Cunha \u2013 Natural de Natal. \u00c9 poeta, professora universit\u00e1ria e acad\u00eamica da Academia Norte-rio-Grandense de Letras. Publicou mais de dez livros, entre ensaios e poesia: \u201cDom Sebasti\u00e3o, a met\u00e1fora de uma espera\u201d, \u201cPalavra Estampada\u201d, \u201cCora\u00e7\u00e3o de lata\u201d, \u201cArmadilha de vidro\u201d. Foi professora de literatura portuguesa na UFRN. Seu campo de interesse est\u00e1 a literatura do Rio Grande do Norte, em especial autoras mulheres. Nesta \u00e1rea publicou \u201cLiteratura feminina no Rio grande do Norte, de N\u00edsia Floresta \u00e0 Zila Mamede\u201d, \u201cRevista Via L\u00e1ctea, de Palmira e Carolina Vanderley\u201d, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nivaldete Ferreira \u2013 Paraibana de Nova Palmira, como Zila Mamede. Estudou em Natal e formou-se em Letras na UFRN, onde \u00e9 professora do Departamento de Artes. Publicou Sertania, de 1979 e s\u00f3 retornou a escrever mais de uma d\u00e9cada depois, com Trap\u00e9zio e outros movimentos, livro de poesia. Em 1997, recebeu uma importante Men\u00e7\u00e3o Especial da Uni\u00e3o Brasileira de Escritores \/RJ, pelo conto \u201cDescanso das s\u00edlabas\u201d e pelo texto infantil \u201cPsilinha Cosmo de Caramelo\u201d. Recebeu 1\u00ba Lugar no concurso Jesiel Figueredo de Textos Teatrais In\u00e9ditos, da Prefeitura Municipal de Natal- 2004, com a pe\u00e7a \u201cNo Reino dos Distra\u00eddos\u201d (in\u00e9dito), e Men\u00e7\u00e3o Honrosa no Concurso C\u00e2mara Cascudo-2005, da mesma Prefeitura, com o romance \u201cMem\u00f3rias de B\u00e1rbara Cabarr\u00fas\u201d. Em 2007, publicou \u201cEntre o Carrossel e a Lei\u201d (teatro), pela Editora UFRN. Lan\u00e7ou ainda o Cantando e Aprendendo, CD com m\u00fasicas para crian\u00e7a, tendo por tema a \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">19h \u2013 Tenda dos Autores<br \/>\nTema: \u2018A poesia de Hilda Hilst\u201d<br \/>\nCom Z\u00e9lia Duncan e Marize Castro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Z\u00e9lia Duncan \u2013 (Niter\u00f3i, 1964), Z\u00e9lia Cristina Duncan \u00e9 cantora e compositora. Formada em Teatro pela Faculdade Dulcina de Moraes de Bras\u00edlia, onde come\u00e7ou a carreira, com Oswaldo Montenegro na Oficina dos Menestr\u00e9is, como Z\u00e9lia Cristina. A m\u00fasica Catedral, do \u00e1lbum Z\u00e9lia Duncan, foi seu primeiro grande sucesso radiof\u00f4nico, ficando entre as dez melhores m\u00fasicas de 1994. Al\u00e9m do trabalho autoral, entravam em seu repert\u00f3rio Rita Lee, Alice Ruiz e Itamar Assump\u00e7\u00e3o. Como compositora e int\u00e9rprete, lan\u00e7ou Acesso, Eu me transformo em outras, Intimidade, Sortimento, entre outros \u00e1lbuns. Em 2007, al\u00e9m da carreira solo, substitui Rita Lee na turn\u00ea de Os Mutantes. Em 2009 lan\u00e7a Pelo Sabor do Gesto, eleito o melhor \u00e1lbum em sua categoria, no Grammy Latino. Depois lan\u00e7ou \u201cZ\u00e9lia Duncan canta Itamar Assump\u00e7\u00e3o: Tudo Esclarecido\u201d. Estudiosa de literatura, a cantora destaca sua paix\u00e3o pela obra de Hilda Hilst. Foi essa paix\u00e3o respons\u00e1vel pela amizade com Zeca Baleiro e participa\u00e7\u00e3o no disco \u2018Ode Descont\u00ednua e Remota para Flauta e Obo\u00e9 \u2013 De Ariana para Dion\u00edsio\u2019, produzido e musicado por Baleiro a partir da obra de Hilda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marize Castro \u2013 (Natal, 1962). Poeta, jornalista e editora. Estreou em 1984 com o livro Marrons Crepons Marfins, o qual antecipa um di\u00e1logo com Ana Cristina Cesar. Seu segundo livro, Rito (1993), d\u00e1 continuidade \u00e0 busca por novas formas de falar, novos experimentos, aliando \u00e0 sua voz, desta vez, a ecos de Orides Fontela. Depois lan\u00e7ou Po\u00e7o. Festim. Mosaico. (1996), Esperado Ouro (2005), L\u00e1bios-espelho (2009), Habitar teu nome (2011) e A Mesma Fome (2016). Tamb\u00e9m publicou o livro de entrevistas Al\u00e9m do Nome e disserta\u00e7\u00e3o O silencioso exerc\u00edcio de semear bibliotecas (2011), sobre Zila Mamede. Editou o Jornal Cultural O Galo, da Funda\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 Augusto e a revista Odiss\u00e9ia (CCHLA\/UFRN).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20h \u2013 Festival da viola<br \/>\nApresenta\u00e7\u00f5es de Sebasti\u00e3o Dias e Z\u00e9 Carlos do Paj\u00e9u | Oliveira de panelas e Z\u00e9 Viola | Ivanildo Vila nova e Raimundo Caetano | Valdir Teles e Severino Feito | Ismael pereira e Jonas Bezerra | .Aboiador Am\u00e2ncio Sobrinho<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Participa\u00e7\u00e3o especial: Jessier Quirino \u2013 pocket show<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">22h \u2013 Show musical de Z\u00e9lia Duncan<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">10\/11 (Sexta-Feira)<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">8h \u00e0s 9h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare-RN<br \/>\nAs ca\u00e7adoras de Hist\u00f3rias, nova produ\u00e7\u00e3o do grupo de teatro Clowns de Shakespeare, \u00e9 uma obra h\u00edbrida, mescla de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias e de espet\u00e1culo teatral dirigido ao p\u00fablico infantil. Se por um lado a obra \u00e9 composta pela narra\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias da literatura infantil, essas hist\u00f3rias s\u00e3o apresentadas ao p\u00fablico por meio de duas personagens clownescas, que atrav\u00e9s de suas interven\u00e7\u00f5es e improvisa\u00e7\u00f5es criam uma dramaturgia paralela \u00e0quela das hist\u00f3rias narradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9h as 10h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias Companhia P\u00e9 de Baob\u00e1- PB<br \/>\nA Narra\u00e7\u00e3o da Companhia baseia-se em tr\u00eas contos do romanceiro popular. Em cena vemos Jo\u00e3ozinho transformar suas perdas em ganho; O Rei Mand\u00e3o que encontra a sabedoria atrav\u00e9s das hist\u00f3rias de matuto; e, por fim, Mariazinha, que se perde da m\u00e3e, mas para voltar para casa precisar\u00e1 da esperteza de sua m\u00e3e.Concep\u00e7\u00e3o, Dire\u00e7\u00e3o e Narra\u00e7\u00e3o: Cris Leandro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">10h as 11h \u2013 Nerd e Otaku: di\u00e1logos de for\u00e7a:<br \/>\nGabriel Andrade-RN, Giovana Leandro-RN e Paulo Morais-RN. Media\u00e7\u00e3o de Milena Azevedo<br \/>\nGabriel Andrade Jr nasceu em Macau-RN. \u00c9 m\u00fasico, Ilustrador, artista e roteirista de quadrinhos. Seu primeiro trabalho publicado foram ilustra\u00e7\u00f5es para o livro A Ordem da Rosa Branca, de Daniel Nasser, no ano de 2005. Desde 2009, tem trabalhos requisitados por editoras norte-americanas, como Kingstone Comics (The Last Convert of John Harper), Dark Horse (Aliens), BOOM! Studios (Die Hard: Year One), Sea Lion Books (adapta\u00e7\u00e3o do livro O Alquimista, de Paulo Coelho) e Avatar Press (Lady Death, Feral, Uber, Crossed). Atualmente desenvolve uma s\u00e9rie de t\u00edtulos de horror e suspense com o escritor ingl\u00eas Alam Moore (V de Vingan\u00e7a, Watchmen), com quem foi co-autor da s\u00e9rie internacional Crossed One Hundred.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Giovana Leatro (Ilustradora e quadrinista) tem, com trabalhos publicados no Brasil e no exterior (Jap\u00e3o, Dinamarca, Emirados \u00c1rabes, Estados Unidos e Reino Unido). Nos quadrinhos trabalha para \u201cRevolt\u201d dos Emirados \u00c1rabes e desenha quadrinhos sob encomenda. no Brasil, participou recentemente da colet\u00e2nia \u201cDracomics\u201d da Editora Draco e junto com a Editora Jamb\u00f4 dois quadrinhos da saga de RPG Brigada Ligeira Estelar.<br \/>\nPaulo Morais (roteirista e editor) \u2013 Nasceu em Mossor\u00f3. Juntamente a Giovana foi um dos campe\u00f5es do Silent Manga Audition 3 e grande campe\u00e3o do 7. Tamb\u00e9m publicou a one-shot Physics na colet\u00e2nea Dracomics Shonen da editora Draco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Intervalo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13h as 14h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare-RN<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">14h as 15h \u2013 Conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias Companhia P\u00e9 de Baob\u00e1- PB<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">15h as 16h \u2013 Mistura de versos: poesia, cordel e rap: Manoel Cavalcante-RN, Regina Azevedo-RN e F\u00e1bio Brazza- SP.<br \/>\nMedia\u00e7\u00e3o de Carlos Fialho-RN<br \/>\nManoel Cavalcante de Souza Castro. Nasceu em Pau dos Ferros- RN. Possui 5 livros lan\u00e7ados, 21 t\u00edtulos de cordel publicados, mais de 100 premia\u00e7\u00f5es em concursos liter\u00e1rios no Brasil e no exterior.<br \/>\nRegina Azevedo \u2013 \u00c9 poeta. Nasceu em Natal (RN) em 2000. Autora dos livros de poesia \u201cDas vezes que morri em voc\u00ea\u201d, \u201cPor isso eu amo em azul intenso\u201d e \u201cPirueta\u201d, al\u00e9m de alguns fanzines, entre eles \u201cCarca\u00e7a\u201d.<br \/>\nFabio Brazza \u2013 Nasceu em S\u00e3o Paulo. Neto do poeta concreto Ronaldo Azeredo, \u00e9 poeta, m\u00fasico e improvisador e j\u00e1 conta com mais de 1,5 milh\u00e3o de seguidores nas redes sociais. Atualmente lan\u00e7ou seu terceiro \u00e1lbum e vem preparando 3 livros de poesia pro ano que vem.<br \/>\n18h \u2013 Tenda Moacy Cirne<br \/>\n\u201cConversas com Woden Madruga \u2013 60 anos de jornalismo\u201d<br \/>\nCom T\u00e1cito Costa, Franklin Jorge e Beatriz Madruga<br \/>\nWoden Madruga \u2013 Jornalista e cronista norte-rio-grandense. Um dos maiores nomes da cr\u00f4nica jornal\u00edstica potiguar, completou, este ano, 80 anos de idade e mais de 60 anos de jornalismo. Desde 1964, ele escreve diariamente uma coluna para Tribuna do Norte, Jornal de WM, p\u00e1gina 2. Seus temas favoritos s\u00e3o literatura, mem\u00f3rias, cultura popular, cotidiano e pol\u00edtica. Foi presidente da Funda\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 Augusto por tr\u00eas vezes e professor do curso de Comunica\u00e7\u00e3o Social da UFRN. Em 2016, foi eleito na Academia Norte-rio-grandense de Letras.<br \/>\nFranklin Jorge \u2013 Franklin Jorge nasceu no Cear\u00e1-Mirim em 1952 e criou-se no Vale do A\u00e7u. Jornalista de renome, viveu durante tr\u00eas anos na Amaz\u00f4nia, onde dirigiu o Complexo Rio Branco de Comunica\u00e7\u00e3o (jornal e emissora de TV). De volta a Natal, em 1993, editou o caderno semanal DN Revista e assumiu a chefia da Sucursal do Di\u00e1rio de Natal o Poti, em Mossor\u00f3. Foi um dos tr\u00eas editores que implantaram, em 1997,o Jornal de Hoje. Em 1998 obteve por unanimidade o Pr\u00eamio de Literatura Luis C\u00e2mara Cascudo, atribu\u00eddo pela Prefeitura Municipal de Natal. Autor de 11 livros publicados, entre os mais conhecidos est\u00e3o O Spleen de Natal, O Livro dos Afiguraves, O Ouro de Goi\u00e1s, e de quarenta ainda in\u00e9ditos.<br \/>\nT\u00e1cito Costa \u2013 Jornalista formado em 1984 pela UFRN. Criador do portal cultural Substantivo Plural, T\u00e1cito trabalhou nos principais ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o e assessorias de imprensa do RN. Foi professor da UNP, editou a revista PRE\u00c1 e coordenou o Concurso de Poesia Lu\u00eds Carlos Guimar\u00e3es.<br \/>\nBeatriz Madruga \u2013 Filha do homenageado Woden Madruga, escolheu primeiro a Psicologia, n\u00e3o sabe bem por qu\u00ea. Hoje, cursa Letras. Escreve \u00e0 esmo desde os treze, e compulsivamente desde os dezenove. Como contista publicou \u201cAos Peda\u00e7os, com tudo\u201d e o livro de contos \u201cEm fim, N\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">19h \u2013 Tenda dos Autores<br \/>\nMESA 1: \u2018Romance: Fic\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3ria<br \/>\nCom Jo\u00e3o Almino e Humberto Hermenegildo<br \/>\nJo\u00e3o Almino \u2013 Escritor e diplomata, Jo\u00e3o Almino nasceu em Mossor\u00f3, no RN, em 1950. \u00c9 autor do Quinteto de Bras\u00edlia, composto pelos romances Id\u00e9ias para Onde Passar o Fim do Mundo (indicado para o Pr\u00eamio Jabuti, ganhador de Pr\u00eamio do Instituto Nacional do Livro e do Pr\u00eamio Candango de Literatura), Samba-Enredo, As Cinco Esta\u00e7\u00f5es do Amor (Pr\u00eamio Casa de las Am\u00e9ricas 2003), O Livro das Emo\u00e7\u00f5es (Record, 2008; finalista do 7\u00ba Pr\u00eamio Portugal Telecom de Literatura 2009 e finalista do 6\u00ba Pr\u00eamio Passo Fundo Zaffari &amp; Bourbon de Literatura 2009); Cidade Livre (Record, 2010; Pr\u00eamio Passo Fundo Zaffari &amp; Bourbon de Literatura 2011 de melhor romance publicado no Brasil entre 2009 e 2011; finalista do Jabuti e do Pr\u00eamio Portugal Telecom de Literatura 2011) e Enigmas da Primavera (Record, 2015; finalista do Pr\u00eamio Rio de Literatura 2016 e finalista do Pr\u00eamio S\u00e3o Paulo de Literatura 2016). Em 2017, foi conduzido para a Academia Brasileira de Letras.<br \/>\nHumberto Hermenegildo \u2013 Escritor, professor e poeta potiguar. Nasceu em Acari, \u00e9 mestre e doutor em Letras, Hermenegildo ocupa a cadeira n\u00famero 2 da ANL, cuja patronesse \u00e9 N\u00edsia Floresta. Enquanto escritor, publicou recentemente o elogiado romance \u201cRastejo\u201d e o livro de poesia \u201cArgueirinha\u201d. Em 2015 foi vencedor do Pr\u00eamio de Poesia do concurso \u201cCole\u00e7\u00e3o Vertentes\u201d da Universidade Federal de Goi\u00e1s, com o livro Argueirinho\/Vis\u00e3o. Tamb\u00e9m \u00e9 autor de livros que tratam do modernismo no Rio Grande do Norte, com \u00eanfase no poeta Jorge Fernandes e C\u00e2mara Cascudo. Atualmente tamb\u00e9m \u00e9 colaborador do N\u00facleo C\u00e2mara Cascudo de Estudos Norte-rio-grandenses, daquela universidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20h \u2013 Tenda dos Autores<br \/>\nMESA 2: \u2018Vale Tudo em Poesia?\u2019<br \/>\nAnt\u00f4nio C\u00edcero, Nelson Ascher e Vicente Serejo<br \/>\nAntonio Cicero \u2013 ( Rio de Janeiro em 1945). Fil\u00f3sofo e poeta, compositor, publicou dois livros de ensaios \u2013 O mundo desde o fim (1995) e Finalidades sem fim (2005) \u2013 e os livros de poemas Guardar (1996) e A cidade e os livros (2002). Nos anos 1990, coordenou os cursos de Est\u00e9tica e Teoria das Artes do Galp\u00e3o do Museu de Arte Moderna (MAM-RJ). Em colabora\u00e7\u00e3o com Eucana\u00e3 Ferraz, editou a Nova antologia po\u00e9tica de Vin\u00edcius de Moraes (2003); e com Waly Salom\u00e3o, organizou O relativismo enquanto vis\u00e3o do mundo (1994). Seus poemas figuram em importantes antologias, entre elas Os cem melhores poemas brasileiros do s\u00e9culo 20 (2001), compila\u00e7\u00e3o proposta por \u00cdtalo Moriconi. \u00c9 autor de in\u00fameras e importantes letras de can\u00e7\u00e3o em parceria com a irm\u00e3 Marina Lima, Adriana Calcanhotto e Jo\u00e3o Bosco, para citar alguns.<br \/>\nNelson Ascher (S\u00e3o Paulo SP 1958). Poeta, ensa\u00edsta, jornalista e tradutor. Filho de pais judeus h\u00fangaros emigrados para Israel e posteriormente para o Brasil. Iniciou o curso de Medicina, ao qual abandonou ap\u00f3s o primeiro ano. Formou-se em Administra\u00e7\u00e3o na Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas, e se especializou em Comunica\u00e7\u00e3o e Semi\u00f3tica. No final dos anos de 1970 publica sua primeira resenha na Folha da Tarde, passando, desde o in\u00edcio da d\u00e9cada de 1980, a escrever para a Folha de S.Paulo, da qual se tornaria um dos principais editores culturais, onde foi um dos editores do Folhetim. Em 1983 publica seu primeiro livro de poesia Ponta da l\u00edngua e em 88\/89 criou a Revista da USP e se tornou seu editor, permanecendo na fun\u00e7\u00e3o at\u00e9 1994. Foi finalista do Pr\u00eamio Portugal Telecom 2006, por Parte Alguma.<br \/>\nVicente Serejo \u2013 Jornalista, cronista, professor aposentado do curso de Comunica\u00e7\u00e3o Social da UFRN. Nos anos 1970 estreou na coluna \u201cCena Urbana\u201d do Di\u00e1rio de Natal, onde escrevia cr\u00f4nicas. Algumas foram reunidas em seu primeiro livro \u201cCena Urbana\u201d (Editora da UFRN, 1982). Em 1984, transformou um veraneio na praia da Redinha em fonte de inspira\u00e7\u00e3o para escrever uma s\u00e9rie de cartas endere\u00e7adas ao \u2018Sr Editor\u2019, na mesma coluna Cena Urbana. Publicou tamb\u00e9m \u201cCan\u00e7\u00e3o da Noite Lil\u00e1s \u2013 Cr\u00f4nicas\u201d (Lidador, 2000).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">21h \u2013 Lan\u00e7amento de \u201cEntre Facas, Algod\u00e3o\u201d, de Jo\u00e3o Almino<br \/>\n(Local: Estande da Cooperativa Cultural no FLIN)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">21h \u2013 Tenda dos Autores<br \/>\nMesa 3: Literatura e Cinema<br \/>\nPor Marcelo Rubens Paiva e Carla Camurati<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marcelo Rubens Paiva (S\u00e3o Paulo, 1959). Jornalista, romancista e dramaturgo. Vitimado por um acidente que o deixou parapl\u00e9gico em 1979, escreveu uma autobiografia, Feliz ano velho (1982), que virou filme, marcou a gera\u00e7\u00e3o de 1980 e o projetou como escritor de sucesso editorial. N\u00e3o parou de escrever \u2013 Blecaute (1986), Ua Brari (1990), Bala na agulha (1992), As f\u00eameas (1994) \u2013 at\u00e9 1996, quando publicou N\u00e3o \u00e9s tu, Brasil? Se no primeiro livro a autobiografia \u00e9 expl\u00edcita, nesse \u00faltimo mistura fic\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria ao fazer um acerto de contas com o passado, relembrando fatos dolorosos vividos por seu pai, Rubens Paiva, deputado federal assassinado pela ditadura em 1971. Em 1999 estreou como dramaturgo com a pe\u00e7a E a\u00ed, comeu?. Em 2003 lan\u00e7ou o romance Malu de bicicleta, e em 2008 lan\u00e7ou A segunda vez que te conheci.<br \/>\nCarla Camurati (Rio de Janeiro, 1960). Diretora, produtora, roteirista, atriz. No final dos anos 1970, abandona gradua\u00e7\u00e3o em biologia e matricula-se em um curso de f\u00e9rias de teatro. O curso \u00e9 oferecido pelos atores Gilda Guilhon e Buza Ferraz (1950-2010), atuando na pe\u00e7a Parab\u00e9ns pra Voc\u00ea (1978) ao lado de Cazuza (1958-1990) e Pedro Cardoso (1961). Foi convidada pela Rede Globo para atuar na miniss\u00e9rie Amizade Colorida (1981). Inicia uma s\u00e9rie de participa\u00e7\u00f5es em filmes do chamado novo cinema paulista, tais como O Olho M\u00e1gico do Amor (1981) e Eternamente Pagu (1988). Come\u00e7a carreira como diretora com os curtas A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal (1987) e Bastidores (1991). Em 1994 lan\u00e7a o longa Carlota Joaquina, Princesa do Brasil, seguidos por La Serva Padrona (1998), Copacabana (2001) e Irma Vap \u2013 O Retorno (2006). No teatro, dirige as \u00f3peras La Serva Padrona (1996), Madama Butterfly (1999\/2002), Carmem (2001) e O Barbeiro de Sevilha (2003).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">22h \u2013 Palco<br \/>\nShow musical de \u201cOs Nonatos\u201d<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">11\/11 (S\u00e1bado)<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">18h \u2013 Tenda Moacy Cirne<br \/>\n\u201cFrei Miguelinho e Manuel Dantas\u201d<br \/>\nCom Edgar Dantas e Gustavo Sobral<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">18h50 \u2013 Lan\u00e7amento da Revista cultural digital #Brouhaha \u2013 2017\/01<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">19h \u2013 Tenda dos Autores<br \/>\nMESA 1: \u201cPol\u00edticas P\u00fablicas para a Cultura Popular \u201d<br \/>\nAnt\u00f4nio Nobrega<br \/>\nAntonio Carlos N\u00f3brega (Recife, 1952). Dan\u00e7arino, m\u00fasico, cantor e instrumentista. Aos 12 anos d\u00e1 in\u00edcio aos estudos de m\u00fasica erudita na Escola de Belas Artes do Recife, onde aprende a tocar violino e estuda canto l\u00edrico. Em 1970, em Recife, integra o Quinteto Armorial como instrumentista e compositor, a convite do escritor Ariano Suassuna. \u00c9 nesse grupo, cuja base est\u00e1 enraizada na m\u00fasica erudita em comunh\u00e3o com as tradi\u00e7\u00f5es populares, que N\u00f3brega afirma seu interesse e intensifica os estudos sobre a cultura popular brasileira. Com Maracatu Maravilhoso (1982), N\u00f3brega fixa resid\u00eancia em S\u00e3o Paulo.. A m\u00fasica ganha relev\u00e2ncia nas obras do artista em 1996. Fazem parte de sua discografia Na Pancada do Ganz\u00e1 (1995), Madeira que Cupim N\u00e3o R\u00f3i (1997), Pernambuco Falando para o Mundo (1998), O Marco do Meio Dia (2000), Lun\u00e1rio Perp\u00e9tuo (2002) e Nove de Frevereiro (2006). O espet\u00e1culo Lun\u00e1rio Perp\u00e9tuo ganha, em 2003, vers\u00e3o em registro cinematogr\u00e1fico sob a dire\u00e7\u00e3o do fot\u00f3grafo e cineasta Walter Carvalho. Ao longo da carreira recebe importantes pr\u00eamios na \u00e1rea da m\u00fasica e da dan\u00e7a, entre eles o da Associa\u00e7\u00e3o Paulista dos Cr\u00edticos de Arte (APCA), em 1989, 1996 e 2009; Shell (1994); e Sharp (1996). Sua carreira de artista multidisciplinar cuja pesquisa, alicer\u00e7ada em matrizes populares brasileiras, articula a fus\u00e3o entre o erudito e o popular resultando na codifica\u00e7\u00e3o de um gestual pr\u00f3prio .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20h \u2013 Tenda dos Autores<br \/>\nMESA 2: \u201cO Rebelde do Tra\u00e7o &amp; Outros Tra\u00e7os\u201d<br \/>\nJaguar | Andr\u00e9 Dahmer | Claudio Oliveira | Ivan Cosenza<br \/>\nHenfil (1944-1988). Henrique de Souza Filho, o Henfil, foi um dos maiores cartunistas do Brasil. Colaborou com jornais e revistas como O Pasquim, Jornal do Brasil, Realidade, O Cruzeiro e Isto \u00c9. Expoente da renova\u00e7\u00e3o do desenho humor\u00edstico nacional numa \u00e9poca de grande distribui\u00e7\u00e3o de quadrinhos americanos, Henfil se popularizou pelas tirinhas e cartuns de humor cr\u00edtico, com forte cunho pol\u00edtico-social, representados por personagens ic\u00f4nicos como os fradinhos Baixim e Cumprido, a ave Gra\u00fana, o bode Orellana, o Capit\u00e3o Zeferino e o \u201cUbaldo, o paranoico\u201d. Assim como os irm\u00e3os Herbert de Souza, o Betinho, e Francisco M\u00e1rio, Henfil era hemof\u00edlico. Em 1976, depois de dois anos nos Estados Unidos, onde passou por um tratamento de sa\u00fade, o cartunista retorna ao Rio de Janeiro e, de supet\u00e3o, resolve ir morar em Natal. Em entrevista ao jornal O Povo, de Fortaleza, ele chegou a explicar a escolha: \u201cFoi uma decis\u00e3o rel\u00e2mpago, depois de um ano no Rio, escolhi Natal por ser um lugar que eu tinha uma pessoa conhecida, por ser um lugar muito bonito e tamb\u00e9m por causa do n\u00famero de habitantes, na \u00e9poca trezentos mil. Chego a Natal e descubro que o dia tem vinte e quatro horas, proporcionando-me criar outras coisas\u201d. Em pouco mais de dois anos na cidade, Henfil vivenciou a din\u00e2mica local, fez boas amizades e produziu intensamente, seja desenhos ou textos.cartunista, jornalista e escritor brasileiro. Como escritor, publicou sete livros entre 1976 e 1984: \u201cHiroxima, Meu Humor\u201d, \u201cDi\u00e1rio de Um Cucaracha\u201d, \u201cDez em Humor\u201d (coletiva), \u201cDiretas J\u00e1\u201d, \u201cHenfil na China\u201d, \u201cFradim de Liberta\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cComo se Faz Humor Pol\u00edtico\u201d. .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jaguar (Rio, 1932) est\u00e1 entre os maiores destaques da gera\u00e7\u00e3o \u2013 \u201ccom o seu talento\u201d, escreveria Mill\u00f4r Fernandes, \u201cJaguar n\u00e3o estaria aqui. Estaria em cana, nos Estados Unidos\u201d. Atuou nas revistas Senhor e no Pif Paf de Mill\u00f4r antes de fundar O Pasquim, em 1969. Permaneceria at\u00e9 o final da publica\u00e7\u00e3o, em 1991. Seu livro mais recente, Ningu\u00e9m \u00e9 perfeito, foi lan\u00e7ado em 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andr\u00e9 Dahmer (Rio de Janeiro, 1974). Cartunista e desenhista brasileiro, autor das tiras dos Malvados, que t\u00eam como personagens dois seres indefinidos de estilo minimalista. As tirinhas s\u00e3o uma cr\u00edtica politicamente incorreta aos costumes e pris\u00f5es do dia-a-dia. A carreira de cartunista teve in\u00edcio em 2001, quando o ent\u00e3o bacharel em Desenho Industrial pela PUC-RJ resolveu publicar algumas de suas tirinhas em um blog. O tra\u00e7o simples, o estilo minimalista eo humor corrosivo de Malvados logo conquistaram admiradores \u2013alguns deles famosos, como Ziraldo, que definiu Dahmer como \u201ccartunista machadiano\u201d \u2013 e o transformaram em um dos mais influentes da web. Suas cria\u00e7\u00f5es j\u00e1 apareceram no Jornal do Brasil, no portal de internet G1, no jornal O Globo, na Folha de S. Paulo, nas revistas Sexy Premium, Piau\u00ed e Caros Amigos.. E tamb\u00e9m foi usada no tema da reda\u00e7\u00e3o do Enem de 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cl\u00e1udio Oliveira. Nasceu em Natal-RN. Cartunista, trabalha com charge pol\u00edtica desde 1977, quando come\u00e7ou a desenhar no jornal O Pasquim. Estudou Artes Gr\u00e1ficas em Praga, na Rep\u00fablica Tcheca, entre 1989 e 1992. Em 1999, ganhou o 11\u00ba Trof\u00e9u HQ Mix na categoria \u201cLivro de charges\u201d com a publica\u00e7\u00e3o Pittadas de Maluf, da editora Boitempo, que compilava uma sele\u00e7\u00e3o de desenhos que publicara na capa do jornal Folha da Tarde desde 1996. Publicou charges na Tribuna do Norte e atualmente \u00e9 chargista do jornal Folha da Tarde., de SP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ivan Cosenza \u2013 Filho de Henfil e Gilda, \u00e9 produtor cultural e presidente do Instituto Henfil. Quando crian\u00e7a, acompanhou as andan\u00e7as do pai atrav\u00e9s dos desenhos que ele lhe mandava. Costumava ir muito a S\u00e3o Paulo para visit\u00e1-lo. Quando ele se mudou para os Estados Unidos, descobriu uma nova maneira de manter mais contato, mandando desenhos e hist\u00f3rias pelo correio. Muitas delas se transformaram na s\u00e9rie de livros sobre o Sapo Ivan. \u201cEle mandou a primeira hist\u00f3ria quando eu tinha uns 3 anos e continuou criando tramas para o Sapo Ivan at\u00e9 o fim dos anos 1970\u201d, lembra o produtor. As tirinhas Ivan transformou em s\u00e9rie de livros, um dos t\u00edtulos \u00e9 \u201cO Sapo que queria beber leite\u201d (Nova Fronteira), \u201cSapo Ivan e a aranha Arabela\u201d, \u201cSapo Ivan e o Bolo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">21h \u2013 Tenda dos Autores<br \/>\nMESA 3: Xica da Silva, a Cinderela Negra<br \/>\nAna Miranda, Marlui Miranda e Angela Almeida<br \/>\nAna Miranda (Fortaleza, 1951) \u00e9 autora de romances hist\u00f3ricos e biografias. Estreou com Boca do inferno (Companhia das Letras,1989), que tem o poeta Greg\u00f3rio de Matos e o jesu\u00edta Ant\u00f4nio Vieira como personagens. Seguiram-se t\u00edtulos como A \u00faltima quimera (Companhia das Letras, 1995), sobre Augusto dos Anjos, Dias e Dias, em torno de Gon\u00e7alves Dias, e Sem\u00edramis (Companhia das Letras, 2016), em que figuram Jos\u00e9 de Alencar e B\u00e1rbara do Crato. O mais recente \u00e9 Xica da Silva: a Cinderela negra (Record, 2017), biografia da escrava que se tornou poderosa senhora das minas de diamante.<br \/>\nMarlui Miranda \u2013 Nascida em Fortaleza e criada em Bras\u00edlia, mudou para o Rio de Janeiro na d\u00e9cada de 70 e estudou viol\u00e3o cl\u00e1ssico com professores renomados como Tur\u00edbio Santos, Paulo Bellinati e outros. Tocou com Egberto Gismonti, Milton Nascimento, Jards Macal\u00e9, e em 1979 lan\u00e7ou o disco \u201cOlho d\u2019\u00c1gua\u201d. Comp\u00f4s trilhas para cinema e teatro e atua tamb\u00e9m como compositora. Suas m\u00fasicas j\u00e1 foram gravadas por Ney Matogrosso, S\u00e1 &amp; Guarabyra e outros. A partir da d\u00e9cada de 70 passou a pesquisar e estudar a m\u00fasica dos \u00edndios brasileiros, atividade a que se dedicou por diversos anos. Ganhou bolsa de uma institui\u00e7\u00e3o nova-iorquina e realizou um projeto de preserva\u00e7\u00e3o e recria\u00e7\u00e3o da m\u00fasica ind\u00edgena da Amaz\u00f4nia brasileira. Com esse trabalho atuou como consultora de m\u00fasica ind\u00edgena em filmes e eventos, gravou discos para o Brasil e para o exterior e produziu espet\u00e1culos, como a missa ind\u00edgena criada a partir de m\u00fasicas de tribos e apresentada na Catedral da S\u00e9, em S\u00e3o Paulo em 1997 com a participa\u00e7\u00e3o de orquestra jazz sinf\u00f4nica e coral. Desde 1996 \u00e9 integrante do grupo Pau Brasil. Em 1998 participou do disco \u201cO Sol de Oslo\u201d com Gilberto Gil, Bugge Wesseltoft, Trikot Gurtu, Rodolfo Stroeter e Toninho Ferragutti.<br \/>\n\u00c2ngela Almeida \u2013 Natural de Natal-RN. \u00c2ngela Almeida \u00e9 jornalista, fot\u00f3grafa e pesquisadora na \u00e1rea das artes visuais. \u00c9 ligada ao Grecom \u2013 Grupo de Estudos da Complexidade, na UFRN. Publicou livros e exp\u00f4s trabalhos de pesquisa fotogr\u00e1fica, entre deles o mais recente \u00e9 \u201cQuando a pele incendeia a mem\u00f3ria\u201d, colet\u00e2nea fotogr\u00e1fica do acervo de Jos\u00e9 Ezelino, o primeiro fot\u00f3grafo negro do Rio Grande do Norte, nascido no s\u00e9culo XIX. .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">22h \u2013 Show: Ant\u00f4nio N\u00f3brega em<br \/>\n\u201cUm Recital para Ariano Suassuna\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">22h \u2013 Show: Ant\u00f4nio N\u00f3brega em<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cUm Recital para Ariano Suassuna\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir desta quarta-feira (8), a Ribeira, mais precisamente na Pra\u00e7a Augusto Severo, apresentar\u00e1 diversas atividades. 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