Mada 22

Mada voltou mesmo? Sim! Relato do primeiro dia do evento em 2022

Mada 2022
Compartilhe:

Após um longo hiato, o Festival Mada 22 voltou. E parece que voltou para ficar, se nenhum vírus maligno e cruel e uma gestão negacionista aparecer. O primeiro dia de show aconteceu nesta sexta-feira (23) e as pessoas estavam tão enlouquecidas, sendo que menos escatológicas que o de João Gomes em Mossoró.

O Festival contou com apresentações de pessoas desejando a volta do Lula, gente que fez o pessoal rebolar a raba e, o mais importante, se divertir. Um detalhe interessante é a continuação das apresentações dentro do campo de futebol.

O estádio Arena das Dunas foi construído para receber a Copa do Mundo, mas mostrou que é muito mais que isso. Agora, você vai entender o que eu vi nos shows, onde tivemos acesso a todos os lugares.

O primeiro show que vimos do Mada 22 foi Terno Rei, banda do selo Balaclava e surgiu na cidade de São Paulo. O grupo já veio para Natal em outros momentos, mas a sensação dos membros era de alegria ver o público cantando tudo e esperando prontamente, mesmo com 40 minutos de atraso. “A gente queria muito tocar em Natal, mesmo antes da pandemia”, disse o vocalista Ale Sater.

Inicialmente tocou as músicas do álbum mais novo, “Gêmeos”, fazendo a alegria dos jovens. Sim, havia muita presença de juventude, entre 18 a 22 anos circulando o seu voto com adesivos de Lula, gente criticando o presidente Jair Bolsonaro, mostrando roupas legais da Shein e, por fim, dando seu brilho. Fazendo com que o Mada 2022 virasse um mini-Rock In Rio, com mais organização.

O próximo foi a drag potiguar Potyguara Bardo no Mada 22. Uma das coisas peculiares foi o fato de que o telão no fundo do palco colocou primeiramente o nome Cazasuja, causando gargalhadas na plateia. Todavia, rapidamente alteraram. Potyguara mostra o amadurecimento do seu show, que foi bem perfomática e destaque ao Pout-Pourri com Wicked Games de Chris Isaak.

Agora vamos falar das apresentações principais do Mada 22

Mesmo não concedendo entrevista, o Emicida fez um show ímpar da turnê AmarElo, com banda completa e percussão maravilhosa. Além disso, enfatizou a importância de acabar com o neofascismo e apoiou a vitória de Lula no primeiro turno.

Agora vem a Letrux que volta a se apresentar com a banda completa após os dois anos de pandemia. Ainda mais a moça enfatizou a importância de votar no Lula, com calça de estrela e brinco com o nome do ex-presidente. Sem contar que alternou a apresentação com as músicas do seu primeiro e segundo álbum. “Como é um show de festival, será mais curto, mas entregarei a mesma energia de um show solo e se a energia daqui for boa, vai rolar uma interação massa”, disse em entrevista ao Brechando que postaremos na semana que vem.

A frase que ela encerrou o show vai marcou com uma frase que ri bastante.

Beijo para quem tem fogo no c*. Quem não tem, cria.

disse Letrux antes de cantar “Ninguém perguntou por você”

A penúltima apresentação foi com Glória Groove com a apresentação completa de “Lady Leste”. Inclusive, a primeira canção foi “A Queda”, uma crítica para política de cancelamento. A apresentação tinha influência de circo e também do burlesco. Além disso, antes da apresentação, no final do post falo da saga de tentar entrevistá-la.

Um dos destaques foi o Cover da cantora Pitty, gente gritando que ama Glória e com emoção disse: “Amo vocês muito mais”.

Por fim, Djonga

O Djonga foi quem encerrou o primeiro dia do evento, com uma apresentação eletrizante e o espaço ficou apertado de tanta gente querendo ver o rapper mineiro. Como resultado, o artista ficou impressionado com a galera cantando todas as músicas Além disso, a galera não parava de se mexer e não parou de gritar o governo.


Quer saber como foi o primeiro dia? Confira as fotos de João Pedro Rebouças a seguir e neste sábado (24) vai ter mais.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *