Nesses 7 anos de Brechando eu digo que não tenho obrigação de priorizar

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“Você tem que priorizar uma atividade importante?”, disse uma reunião de trabalho que deu problema após as minhas atividades se cruzarem e a resposta sobre essa frase só surgiu hoje. O 1º de agosto é um dia especial na minha vida, pois completa 7 anos que postei pela primeira vez no Brechando. Ou seja, ele é aniversário do site. Hoje, podemos dizer, com muita prioridade, que já chegamos longe. Além disso, passei por problemas no site e normalmente cansei de escutar que eu poderia priorizar um trabalho específico para poder crescer pessoalmente.

Hoje, posso dizer que eu não tenho a obrigação, pois criar um site de jornalismo com quase três milhões de visualizações me alcançou muitos voos e consegui desfrutar várias ações profissionais, como começar como social media, fazer especializações e atuar como publicitária, inclusive inserir neste antigo trabalho. Também despertou o meu lado empreendedora.

Às vezes é difícil conciliar e fazer uma gestão de tempo, muitas vezes os compromissos podem chocar. Ficar desesperada, ansiosa ou a galera ficar bem antipática por conta disso. Confie na sua atividade e que dias ruins vão acontecer e anote o que está bagunçando para que possa reorganizar.

Infeliz ou felizmente, isto somente acontece pelo motivo dos profissionais de comunicação estão acumulando as atividades. A galera está procurando os mais trabalhos para poder conseguir ser um pouquinho independente. E esse ser independente custa caro.

Mesmo que você saiba técnicas do jornalismo e da publicidade, procure estudar mais e se envolver mais com as novas organizações, parcelando mais coisas. Sem contar que conhecimentos de administração nunca é demais.

Não dá para desistir do jornalismo e muito menos da publicidade

E o mais importante que me faz continuar com o Brechando é não desistir do jornalismo, sempre sou incentivada a procurar mais coisas, captar mais histórias de Natal que estão vivas e também aderir aos novos projetos que o jornalismo.

Não vejo que o jornalismo está morto, se regenerou. Hoje, existem outras oportunidades que possam trabalhar pesquisa, entrevista e reportagem. Tem infográficos, fact checking, reportagens em portais de notícias, canais de aplicativo e inúmeros meios de comunicação novos e os antigos também estão unindo para que as redes se torna uma coisa só.

Agora é o momento de pensar e refletir para que novos sete anos continue.

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