Como adotei a Nala, minha gata

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Quem acompanha nas redes sociais sabem da existência de Nala, minha outra gata e como sou muito gateira. Mas, este texto é para falar como foi sua adoção.


Um gato preencheu minha vida como jamais pensei. A gente obriga tantos requisitos para querer um amor e ele exige apenas o mais simples. O mais legal é que amores podem se multiplicar, desde os românticos até uma simples amizade. Gatos gostam de simplicidade. Não são eufóricos, mas sabem fazer o carinho mais certeiro na hora que você mais precisa.


Eles te abraçam com o rabo, esfregam a cabeça com os pés para dizer que lhe ama e dão uma piscadela para dar aquele beijinho. O amor felino também pode se multiplicar.

Julho de 2020 começou a história que conheci Nala

Poderia dizer que foi durante seu nascimento, mas foi bem antes, quando o fator em comum nos uniu. Meu amigo Daniel passou por um momento bem difícil de saúde e acompanhei todo o passo, no qual teve que amputar a sua perna.


Pandemia, medo de morrer e mudanças no seu corpo fez com que a gente passasse horas conversando e ajudei a dor sangue para recuperar no pós-cirúrgico. Um belo dia chegou na sua casa o gato meio vaquinha chamado Ramon, que foi superimportante na recuperação de sua cirurgia.


Meses depois Ramon trouxe uma gata parecida. Ela era praticamente a versão invertida do bichano. O problema que era bem barrigudinha e sempre questionava se tava prenha ou não. Além disso, ficou preocupado porque mal conseguia viver com dois gatos, imagine quando os filhotes nascerem. Porque uma gata pode gerar cinco gatos rapidamente.


“Ele dizia, você vai ficar com um. Quero nem saber, fale para sua família logo”, dizia com voz de zoeira e eu ria, pois amigos se zombam o tempo todo.


Ele mostrava os bastidores do final da gestação de Sasha, mostrou a caixa onde queria ficar os filhotes e até que um dia me mostrou uma videochamada para tirar dúvida se iria nascer ou não. A data era 27 de junho de 2021, há um ano.

Do nascimento até quando adotei a gata


“A gata está muito quieta e eu não sei o que faço”, disse.


Eu sei que alguns minutos depois saiu o primeiro filhote. Depois veio o segundo, terceiro…E a medida que se passava mostrava a evolução dos gatos. E comecei a sentir uma conexão, afinal acompanhei toda a sua geração.


Até que ele utilizou o indicativo: “Você vai ficar com uma das gatas (ele tinha me avisado que eram todas fêmeas), quero nem saber e Thor será o irmão mais velho, disse em referência ao meu gato.


Após uma conversa, eu disse que iria pegar sim a gata siamesa que me chamou mais atenção e após montar toda uma estrutura para receber da melhor forma possível. Além da demora do desmame da mãe biológica. Assim, veio mais uma adoção.

Já completa um ano que adotei a Nala, minha gata; faltam dois meses para esta dara. Sim, este é o seu nome.


Nala chegou em casa para a surpresa dos meus pais, que cinco minutos após o susto já estavam a bajulando.

Hoje, ela me diverte com suas danações, as caçadas inesperadas, fiquei angustiada quando foi castrada, além dos vários conteúdos que poderia criar com a irmandade dela com Thor (com as suas brigas, claro) e o seu maior charme: olhinho azul e vesguinho.


Nala completa 1 ano, mas acho quem ganhou o presente foi o pessoal daqui de casa em ter um ser vivo que nos traz amor, risada e danações. Não adotei apenas uma gata, mas ganhei um grande amor.


E, por fim, não compre, adote uma gata ou gato, uma cachorra ou um cachorro! Não importa! Adote!

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