Dia do Orgasmo

Dia do Orgasmo: 3 matérias sobre sexo para relembrar

Leia este copilado de matérias do Dia do Orgasmo ao som desta música:

Hoje, sexta-feira, é dia 31 de julho, dia do Orgasmo, que deveria ser todo dia e não apenas uma ação promocional de lojas. Neste momento, muitos casais que não moram juntos estão fazendo inúmeras atividades para conseguir superar a distância, as pessoas solteiras estão comprando brinquedinhos sexuais e o sexo ainda é considerado tabu para algumas pessoas, principalmente por alguns acharem um pecado fazer antes do casamento.

Mas, o Brechando nunca achou que fazer sexo fosse um grande problema na humanidade e odeia quem impõe regras para o prazer e no amor. Por isso, relembramos três matérias que falávamos sobre este ato que ajuda a formar vários seres.

Lembrar que estamos na quarentena. Por isso, se você não está com seu companheiro ou é solteira, invista em comprar brinquedos, fazer brincadeirinhas à distância e outras coisas neste Dia do Orgasmo. Nada de fazer sexo e p

Confira as reportagens a seguir:

Desenvolveram um guia para fazer sexo oral nas mulheres

Muitos falam do famoso boquete (utilizando o termo popular, porém nada formal, mesmo), conhecido sexo oral que as mulheres fazem nos homens. Seja em música ou filme pornô, este tipo de prática é ensinada como a certa e que a mulher deve satisfazer apenas o homem e não a mesma. Porém, poucos se falam do inverso e algumas mulheres suplicam que façam, porém muitos machos não sabem ou sentem nojo de fazer isso. Por isso, a artista natalense, Sunsara, teve a brilhante ideia de criar praticamente um tutorial completo para ensinar os machos a satisfazer a mulher utilizando o paladar.

Para saber todo esse procedimento, clique aqui para ler mais.


Sexo é um assunto popular, não para as mulheres…

Hey, moça, você já gozou hoje? Eu ouvia muito de um colega de escola no terceiro ano de Ensino Médio que queria zoar com a cara das meninas, período em que muitas perderam as suas respectivas virgindades com os primeiros namoros sérios ou nas festas de Porto Seguro (BA). Umas ficavam envergonhadas e uns 2% falavam na cara dele que sim. Eu era dos 98%, confesso, a UFRN me deixou menos hipócrita.

O prazer associado ao sexo pode ser explicado em termos evolutivos. Ele pode funcionar como um bônus para a realização do ato sexual. Em muitas espécies o sexo tem um alto custo energético, de forma que, se não houvesse tal compensação, provavelmente as espécies não o realizariam e consequentemente desapareceriam.

A gente foca muito no sexo para as mulheres nuas, nos quais os homens desde cedo são ensinados a ler revistas de mulher pelada ou assistir pornô e até mesmo levar o rapaz para ter sua primeira noite com uma prostituta. Mas, pouca gente se pergunta se as mulheres podem ter prazer quando transa. Pelo contrário, a maioria das pessoas são fiscais de virgindade. Querem saber se as damas ainda são virgens.

Segundo o Huffpost, 53% das brasileiras solteiras entre 18 e 25 anos jamais tocaram uma siririca. Para quem não sabe, isto se chama a masturbação feminina.

Sabendo destes questionamentos em Natal, existe uma artista que quer expor esses tabus e estimular com que outras mulheres pensem sobre o assunto.

Leia Mais aqui.


Menina, o povo gosta mesmo de ir ao Sex Shop

Se jogar no Google a palavra Sexo+Brasil, o resultado é ter conhecimento de duas pesquisas sobre o assunto, após uma porrada de pornôs falando de sexo à brasileira.

  1. Em 2016, uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) apontou que os brazucas fazem sexo duas vezes por semana.
  2. No ano seguinte, o site “Sexlog” apontou que em entrevista com os usuários, 80,4% dos mesmos afirmaram que nunca recusaram uma relação sexual.

Por isso, um Sex Shop localizado em um principal shopping de Natal é bastante disputado por ambos os gêneros, héteros ou LGBT. Fica dentro de outra loja, separada apenas por uma porta de vidro, no qual a entrada e saída é bastante movimentada.

Ficava questionando o porquê da disputa. Até um dia criei coragem para uma vendedora e perguntei se podia entrar: “A porta está livre? Posso entrar para saber?”.

Continue lendo clicando aqui.


Tenha, portanto, um ótimo Dia do Orgasmo.

Discutindo novo Plano Diretor de Natal em vídeo

Natal com prédios gigantes na orla. O que significa isso? Um dos projetos do novo Plano Diretor de Natal é permitir arranha-céus na orla das praias urbanas. Primeiramente está em análise a partir de reuniões a partir de videoconferência enquanto a cidade está sofrendo uma pandemia.

O crescimento de prédios é defendido com veemência pelo prefeito de Natal Álvaro Dias. Sem contar que em setembro do ano passado criticou a orla da capital potiguar, dizendo que não incentiva os turistas a visitar à cidade.

Após ter elaborado uma matéria para discutir portanto sobre o assunto, hora de colocar um vídeo explicando com mais detalhes o porquê encher a cidade de prédios, principalmente na região da orla é uma péssima ideia.

Confira o vídeo a seguir para compreender o Plano Diretor de Natal:

Confira a proposta da Prefeitura do Plano Diretor de Natal

O prefeito realmente quer prédios gigantes na cidade, é um projeto de construção desenfreada por toda a cidade, desrespeitando os limites que a sua infraestrutura pode suportar.

Além dos exemplos apontados, a prefeitura do Natal ainda defende as seguintes propostas:

• Eliminação do controle de verticalização no entorno do Parque das Dunas.

• Áreas de preservação reduzidas e permitir obras nestes lugares.

Dentre outros pontos, a prefeitura ainda se omite, em:

• Garantir o embargo dos “espigões” de Ponta Negra.

•  Omite na regulamentação das regiões de interesse pessoal.

Opiniões das entidades

“O “novo Plano Diretor” evidencia a submissão da proposta aos interesses do mercado especulativo-imobiliário, que deseja apropriar-se das belas paisagens da nossa cidade, ignorando os desejos, as necessidades e o direito à moradia da população. Além de não apontar soluções significativas para antigas questões pautadas, ignora os efeitos da lei na degradação ambiental e agrava a desigualdade socioespacial”, diz o grupo Salve Natal.

UFRN

E a UFRN que criou um gás…

Muita gente acha o boletim da Agecom, a Agência de Comunicação da UFRN, um porre, mas é um prato cheio para as curiosidades de Natal. Uma delas foi que descobri que a UFRN criou uma máquina para produzir gás natural sintético de amoníaco e metanol.

Apesar de parecer um termo bem nerd, este gás é uma forma alternativa para os derivados de petróleo, que estão cada vez mais escassos da natureza.

Assim, eles podem fabricar mais combustível ou lubrificante para automotivos, mas não foi explicado se isso pode ajudar ou não a diminuir os poluentes.

Como é feito esse gás

Este equipamento da foto acima do título é onde o gás é elaborado. Sim, o formato de microondas é proposital, uma vez que ele se chama de Catalisadores Trimetálicos Obtidos por Combustão Assistida por Micro-Ondas para Reforma Catalítica do Metano.

O dispositivo foi resultado da tese de doutorado de Rodolfo Luiz Bezerra de Araújo Medeiro, na área de Engenharia de Materiais.

“Geralmente, os catalisadores contendo apenas níquel possuem um tempo de vida útil menor, uma vez possui uma tendência para formar carbono na superfície do catalisador. Assim, a combinação de Ferro e Cobalto formam uma liga com o níquel otimizando o catalisador. Além disso, esses metais possuem um custo muito inferior aos metais tradicionalmente utilizados. Outra vantagem é sua forma de preparo, que além de ser prática, utiliza apenas os sais dos metais e ureia solubilizados em água”, explicou para Agecom.

Ainda pode produzir hidrogênio

Em entrevista à Agecom, o doutorando explicou que pode ser utilizado na produção de hidrogênio e monóxido de carbono, utilizando Metano e Gás Carbônico, conhecido pelas siglas CH4 e CO2, respectivamente. Ele exemplificou que o hidrogênio tem uma ampla área de aplicações, desde de seu uso na petroquímica como na produção de energia limpa por meio das células a combustível.

Mais uma tecnologia da UFRN para ser patenteada

O depósito do pedido desta patente passa a integrar o portfólio de ofertas tecnológicas da UFRN.  O procedimento é um dos passos para conferir a propriedade intelectual dos inventos de titularidade da UFRN, para uso aplicado pelos interessados, mediante licenciamento. Como retorno, a Universidade recebe royalties, divididos com os inventores.