aulas da UFRN

Entenda como será oferecido aulas da UFRN

Será proposto um semestre extra para 2020 como uma opção de aulas da UFRN, o 2020.3 para aqueles que querem pagar matéria dentro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).  A princípio esse semestre extra já foi utilizado outras vezes, sendo que para aqueles que queriam aulas nas férias.

As aulas da UFRN começam dia 15 de junho e terão duração de 30 dias.

Esse semestre extra, por conseguinte, não é obrigatório e o semestre 2020.1 ainda está suspenso. 

Serão aceitas matérias com carga de 180 horas, o equivalente a três turmas de 60 hs.

Veja como acontecerá esse semestre para cada turma da universidade:

No final da página, portanto, haverá o infográfico mostrando um resumo.

Pós-Graduação

No âmbito da pós-graduação, os programas, residências e cursos de especialização ficam autorizados a ministrar aulas remotas, mediante plano de atividades aprovado.

De forma, facultativa, o docente utilizará a Turma Virtual do sistema oficial da UFRN, o famoso Sigaa, além de outras plataformas virtuais para mediação das atividades. 

Graduação

Já as aulas da UFRN na graduação, fica instituído o Período Letivo Suplementar Excepcional (2020.3), que consiste na oferta de componentes curriculares e outras atividades acadêmicas, em formato remoto e facultativo, para docentes e estudantes com status “ativo” ou “formando”.

Os professores poderão utilizar o Sigaa ou outras plataformas virtuais , já os discentes poderão cursar até 180 horas, em componentes curriculares do tipo disciplina, módulo ou bloco.

Assim como para os cursos da modalidade presencial, o calendário 2020. 1 continua suspenso. Para participar das atividades remotas, as matrículas serão realizadas pelos alunos no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA). 

Ensino básico, técnico e tecnológico

As unidades que desenvolvem Educação Básica, Técnica e Tecnológica da UFRN ficam autorizadas a ofertar, de forma remota e em caráter excepcional, componentes curriculares e outras atividades acadêmicas.

A oferta deverá ser apresentada por meio de plano de atividades acadêmicas excepcionais e aprovado pelo colegiado do curso ou instância deliberativa correspondente.

Outras ações em planejamento

Para o médio prazo, as discussões sobre o período letivo 2020.1 continuam acontecendo e ainda haverá deliberação no Consepe. Dessa maneira, os alunos que não participarem do Período Letivo Suplementar Excepcional terão suas matrículas garantidas para quando for possível retornar as atividades presenciais.

Para longo prazo, a Reitoria formou uma comissão de especialistas para estudar e propor metodologias inovadoras. Essa ação faz parte do Plano de Gestão para o quadriênio de 2019 a 2023, que foi aprovado pelo Conselho Universitário (Consuni), em dezembro de 2019. As metodologias propostas pelo grupo serão ainda discutidas pela comunidade universitária.

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furando a quarentena

59% dos potiguares estão furando a quarentena

Real e oficial, as pessoas estão furando a quarentena. Faz 75 dias que o Brechando entrou no isolamento social juntamente com várias instituições e empresas natalenses, com a flexibilização de algumas regras nos últimos dias. As pessoas estão desistindo de ficar em casa e foram para as ruas. A principio várias lojas foram fechadas, mas as medidas de quarentena estão sendo cada vez mais flexibilizadas.

Além disso, quanto mais estabelecimentos abertos, mais gente na rua. Enquanto isso, o estado ainda não decretou o Lockdown.

Quando completamos 40 dias de quarentena, o site já mostrou que o isolamento já começava a ser descumprido.

As faltas de medidas mais duras estão cada vez mais visível, uma vez que existe pouca fiscalização, uma vez que lojas não inseridas na lista do decreto do Governo do Estado estão funcionando.

Nesta terça-feira, 2 de junho, o Brechando rodou as principais vias da cidade para mostrar que a cidade está um pouco mais cheia de pessoas. Veja o vídeo a seguir:

41% dos potiguares estão isolados

De acordo com a empresa In Loco, que faz pesquisa através de geoprocessamento, no qual monitoram celulares através do GPS e indicam a localização desses equipamentos. O Rio Grande do Norte só tem 41% das pessoas isoladas.

Em Natal, no início da quarentena, era de 58% de isolados. Já o estado do RN era em torno de 60%, conforme colocamos nesta outra matéria.

A empresa utiliza uma escala de 0 a 100% e separados pelas seguintes cores: vermelho (muito ruim),  amarelo (ruim), laranja (regular) e verde (considerado na média ideal, que é 60%).  O Rio Grande do Norte está no meio do ranking e está junto com os estados das cores alaranjadas.

Veja o infográfico a lista dos estados que estão isolados:

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João Câmara

Dia que a terra tremeu em João Câmara

A cidade de João Câmara fica na região de Baixa Verde e há mais de 30 anos aconteceu um terremoto que chocou não só os habitantes da região, mas também em Natal e chocou todo o país, visto que abalos sísmicos são raros e o país fica no meio de uma placa tectônica, dificuldando a vinda de maremotos, vulcões e terremotos.

O primeiro abalo foi registrado em Brasília, no dia 21 de agosto, alcançando magnitude 4.3. Nos dias 3 e 5 de setembro, foram dois tremores. Um de 4.3 e outro de 4.4 graus na escala Richter. Esses abalos provocaram danos materiais e assustaram ainda mais a população.

No dia 30 de novembro, às 5h19min48s, o maior tremor, de 5.1 graus foi registrado, seguido de várias réplicas, inclusive com magnitude 4.0.

Na época, estava rolando festividades da padroeira e muita gente teve que correr para as ruas por conta do abalo de madrugada, também sentido não só no RN, mas também em Recife e Pernambuco.

Os tremores destruíram ou danificaram 4 mil casas, 500 delas foram reconstruídas adotando normas anti-sísmicas, desenvolvidas pelo Batalhão de Engenharia do Exército Brasileiro.

O caso teve uma repercussão tão grande que a Globo de Recife veio à Natal fazer uma reportagem, na época a TV Cabugi ainda nem existia. Veja o vídeo a seguir:

Além disso, a cidade chamou atenção de outros grandes veículos de comunicação, o Jornal do Brasil fez uma reportagem em uma página inteira falando do assunto.

No entanto, não houve mortos na região, apesar de muita gente ter ficado sem casa naquele período. Muitos tiveram que ficar acampados por dias até conseguirem um novo lar.

Super reportagem em alusão aos 30 anos de João Câmara

Quando o abalo sísmico completou 30 anos, a repórter Emmily Virgílio relembrou o dia que houve o abalo,

Durante a reportagem, ela relata que tinha quatro anos e estava com a família na cidade visistando os seus tios quando tudo isso aconteceu. Por 14 minutos, ela entrevistou as vítimas, as pessoas que foram entrevistadas naquela época no Jornal Nacional e como está a cidade hoje em dia. Confira o vídeo a seguir:

https://www.youtube.com/watch?v=oL3YwAG1pIM

Os tremores de João Câmara ainda continuam

No ano de 2018 foi registrado pelos noticiários que houve pelo menos 51 tremores de terra foram registrados entre a madrugada e a manhã de 06 de julho de 2018, segundo o Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Labsis/UFRN).

Desse total, dois abalos superaram os 2 graus de magnitude na Escala Ritcher. O maior, por volta das 3h30, chegou a quase 3.

Os tremores também foram sentidos pelos moradores de Poço Branco, Taipu e Parazinho.

Por que houve terremoto naquela região?

O municipío de João Câmara é atravessado pela Falha da Samambaia, que tem 38km de comprimento e cerca de 4km de largura, passando também pelas cidades potiguares de Poço Branco, Parazinho e Bento Fernandes. Samambaia é a maior falha geológica do Brasil.

Falha Geológica é a ruptura ou cisão de um bloco de rochas ou faixas estreitas da superfície que é responsável pelo deslocamento de suas partes. O acúmulo de energia e a eventual liberação desta em zonas de falhas geológicas é um dos fatores responsáveis pela ocorrência dos terremotos.

Esse fenômeno geológico surge em função da pressão aplicada por uma força, geralmente as placas tectônicas, em que a pressão exercida excede a capacidade de resistência e plasticidade das camadas rochosas, provocando a sua cisão ou ruptura, podendo gerar também algumas pequenas fraturas em seu entorno. Veja, a seguir, os elementos que formam a estrutura de uma falha geológica.

De acordo com o Laboratório de Sismologia da UFRN  (LabSis) os recentes e frequentes tremores na região demonstram que a falha geológica está em atividade.