Campus Party em Natal confirmada para 2019

A segunda edição da Campus Party em Natal vai ser realizada no segundo semestre de 2019. O governo do Estado do Rio Grande do Norte confirmou a realização não só desta edição, mas também dos próximos três anos. A continuidade do evento, considerado uma das maiores experiências tecnológicas do mundo, foi assegurada nesta quarta-feira, durante reunião entre as equipes do Governo e do Instituto Campus Party.

A data de realização da feira tecnológica será estendida para o próximo semestre, em virtude de ajustes na obra do Centro de Convenções.

Realizada pela primeira vez em 1997, na Espanha, tem hoje mais de 500 mil campuseiros cadastrados em todo mundo em países como Holanda, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, Colômbia, Itália e Cingapura. O evento está presente no Brasil há onze anos e coloca Natal em evidência no cenário tecnológico mundial, com a vinda de empreendedores, investidores, cientistas e entusiastas de tecnologia, movimentando a economia e fomentando a ciência e tecnologia local. Natal foi a 3ª cidade do Nordeste a receber a Campus Party (Recife e Salvador foram as pioneiras), tendo sua primeira edição realizada em 2018.

Em fevereiro, entre os dias 12 a 17, vai acontecer em São Paulo. A Campus Party é o principal acontecimento tecnológico realizado anualmente em várias cidades brasileiras. Recentemente, houve a primeira edição em Brasília e no início do ano houve a de São Paulo. Nele são tratados os mais diversos temas relacionados à Internet, reunindo um grande número de comunidades e usuários da rede mundial de computadores envolvidos com tecnologia e cultura digital.

No Brasil, o Instituto Campus Party é comandado por Francesco Farruggia, italiano radicado no Brasil, foi sócio fundador da Futura Estudios com o ex vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, atuou com o escritor Gabriel Garcia Marquez na produtora de cinema Amaranta, e hoje é sócio da Futura Networks Worldwide, empresa organizadora da Campus Party e, também, Presidente do Instituto Campus Party.

Surgiu na Espanha, onde foi realizado o primeiro dos eventos em 1997, posteriormente estendendo-se a outros países como Brasil, Colômbia e México. Hoje é considerado um dos maiores eventos de inovação, ciência, criatividade e entretenimento digital de todo o mundo, tendo reunido milhares de cidadãos de todos os cantos do mundo em um único espaço.

Para organizar e facilitar a participação das pessoas, o evento é divido em quatro Zonas principais: Inovação, Criatividade, Ciência e Entretenimento Digital. Dentro das Zonas, são encontradas as Áreas de Conteúdos onde ocorrem efetivamente as atividades programadas.

A circulação dos campuseiros, como são conhecidos os participantes do evento, é livre entre estes espaços.

Além de Natal, o evento já aconteceu em Salvador, Brasília, São Paulo e Recife.

Esta entrevista com Serguei em Natal precisa ser viralizada

Serguei é o nome de Sérgio Augusto Bustamante, de 85 anos. O nome artístico veio na infância quando um amigo russo que lhe chamava de “Sergei”, porque tinha dificuldade em pronunciar seu nome corretamente, por isso o apelido ficou. Aos 12 anos, foi morar com Lia Anderson, sua avó materna, em Long Island, Nova Iorque, onde participou de festivais estudantis. De volta ao Brasil, em 1955, trabalhou como bancário e comissário de bordo até começar a sua carreira musical.

No Brasil, ele ficou conhecido por ter tido um flete com Janis Joplin e chegou a assistir o Festival de Woodstock. Em 1972, de volta ao Brasil, foi morar na cidade de Saquarema, no Estado do Rio de Janeiro, onde vive até hoje. O cantor entra em contradição cronológicas em suas entrevistas, não há como confirmar a própria cantora já que ela faleceu em 1970. Contudo, no documentário de 2015 “Little Girl Blue”, onde exibem cartas da cantora narrada pela cantora Cat Power, ela menciona um par de vezes um carioca, que parece muito com a descrição dos encontros do Serguei com a Janis.

Em 2011, o Multishow produziu o programa “Serguei Rock Show”, que contou com 10 episódios, e a participação de roqueiros como Rogério Skylab e Zéu Brito.

Considerado o roqueiro mais antigo do Brasil, Serguei faz shows até hoje ao lado de sua atual banda, a Pandemonium, que o acompanha desde 2008. É considerado cantor oficial do grupo Hells Angels (motoclube internacional). Em abril de 2013, sentindo fortes dores pelo corpo, Serguei foi internado no hospital Nossa Senhora Nazareth, no Rio de Janeiro. Voltou para casa após alguns dias, mas duas semanas depois retornou, passando mais dois dias internado. Ao ser liberado novamente, declarou estar tomando remédios e querer voltar a fazer shows, pois já se sentia bem.

Porém, eu achei no You Tube um vídeo do cantor fazendo uma entrevista para a TV Ponta Negra, afiliada do SBT, quando ele foi convidado a realizar um show em Natal no Sancho Pub, boate que ficava em Ponta Negra, próximo ao Taverna Pub. Esta foi a única vez que ele veio na capital potiguar.

“Sou um hippie de estrada, bicho solto, mas responsável. Sem drogas, claro”, afirmou durante a entrevista. Claro que tocaram no assunto da Janis Joplin, com quem o roqueiro teve um caso durante a passagem da cantora no carnaval do Rio de Janeiro, na década de 60, meses antes da morte da intérprete de “Piece of My Heart” e “Ball In Chain”. “Ela era uma pessoa bem difícil de lidar mesmo”, revelou.

A sua casa em Saquarema fica o Museu do Rock, constituído com peças de roupas, discos, prêmios, livros, cartazes, filmes em VHS e outros materiais sobre a vida do cantor. Sua residência é um ponto turístico da cidade.

Confira a entrevista completa a seguir:

Armas diminuem violência ? Potiguar fala como cresceu com pais policiais e armados o tempo todo

No dia 15 de janeiro, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que facilita a posse de armas no país. Ou seja, a autorização para manter uma arma de fogo em casa (ou numa residência de campo, por exemplo) ou no local de trabalho (desde que o dono da arma seja o responsável legal pelo estabelecimento).

O Decreto traz uma lista de hipóteses que podem ser consideradas como “efetiva necessidade”. Por exemplo: ser dono de estabelecimento comercial e industrial, morar em área rural ou em área urbana de estados com altos índices de violência (pelos critérios adotados pelo governo, isso vale para todos os estados do Brasil). O novo texto também diz que a Polícia Federal vai continuar examinando se há, de fato, a necessidade da posse de armas, mas deve presumir como verdadeiros os fatos apresentados no pedido.

E ainda acrescenta um parágrafo ao artigo sobre o registro de arma para impedir a identificação dos integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin, órgão equivalente à CIA nos Estados Unidos) que pedirem a posse. Além disso, o decreto revogou um artigo que tratava da necessidade de comprovar a capacidade técnica para manuseio da arma de fogo a cada duas renovações de registro de arma.

Para conseguir posse ou porte, é necessário cumprir as exigências legais e ter o pedido aprovado pela Polícia Federal (PF). Há penas em caso de descumprimento das normas.

Recententemente, uma potiguar chamada Bianca Andrade escreveu em seu twitter o porquê é contra esse Decreto, relatando o fato dos pais serem policiais, andarem armados e as péssimas experiências em torno disso. Confira o relato a seguir: