Intervenção Militar? Não no Alecrim, meu bem!

Cidades
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Recentemente houveram diversos protestos no Brasil. No ano de 2015, por exemplo, pessoas pediram em passeatas o impeachment da então presidente Dilma Rousseff e o combate da corrupção. Em meio as manifestações, um grupo de pessoas pediu a volta do Governo Militar (1964-1985), período que os Estados Unidos financiou diversos golpes feitos pelas Forças Armadas em diversos países da América Latina, incluindo o Brasil, para impedir um possível avanço do comunismo. Nesta época o país do Tio Sam e a finada União das Repúblicas Socialistas (URSS), que hoje é representada pela Rússia e mais 11 países.

É também chamada de Ditadura Militar pelo fato do Governo ter torturado e matado os seus opositores, principalmente se tivesse ideias marxistas, independente se participasse de guerrilhas ou não. Foram 21 anos de chumnbos, como alguns estudiosos apontam.

Os argumentos dos amantes da Ditadura Militar pela volta do regime para o século XXI é que eles acabariam com a corrupção no Brasil e botar moral nos valores considerados torpes.

Algumas ruas da cidade foram pichadas pedindo “Intervenção Militar”, visível isso em muros de grandes prédios na cidade, viadutos e até mesmo nos asfaltos.

No Alecrim, a artista, comunicadora popular e estudante de Pedagogia, Catarina Santos, resolveu fazer algo diferente e resolveu botar o bloco na rua, no caso a tinta na rua. A mesma ficou revoltada que na avenida 02, próximo da  feira do Alecrim, alguém tinha pichado esta frase. Então, ela resolveu pegar uma lata de tinta e jogar em cima da frase. Uma forma de apagar os anos de chumbo a sua maneira.

A foto pode ser conferida a seguir:

E o vídeo do momento que jogou tinta aqui:

 

Observação: Do mesmo jeito que as pessoas têm direito de pedir algo terrível, as pessoas têm direito de criticar. Certo ? Se fosse na Alemanha, o rapaz que fizesse apologia ao regime nazista seria preso!

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