Quatro natalenses desabafam sobre o seus dates ruins

Cidades
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12 de junho é o Dia dos Namorados. Após o momento fofinho para falar da reviravolta do Tinder, agora é a vez de dar aquele espaço para os solteiros desabafarem sobre os seus encontros amorosos. Na verdade, o Date Ruim. Você já saiu com algum gatinho ou gatinha? Criou expectativas? Achou que iria se dar muito bem? Mas na verdade o rolé foi o pior pesadelo da sua vida. Baseado no viral da tag #DateRuim, nós queríamos saber dos natalenses e potiguares qual foi o pior encontro amoroso na vida. Identificados anonimamente, eles resolveram publicar e os desabafos podem ser vistos a seguir:

Elisa

Nós estávamos juntos há algum tempo, ele era apaixonado, mandava mensagens, ligava. Até que apareceu super atrasado em um encontro. Chegou de mãos dadas com uma menina que me apresentou – essa é minha namorada. falou assim na maior cara de pau. Na hora fiquei tão passada que não tive reação, mas lembro da cena em detalhes até hoje. Foi cruel.


Lucas

Com uma garota do Tinder. Saímos para jantar, mas não tínhamos nada em comum. Conversamos meia hora e acabou o assunto! E olhe que eu falo muito!


Paulo

Eu tinha 15 anos e ela 14, era amiga de umas amigas. A primeira vez que a vi, fiquei completamente doido por ela. Trocamos poucas palavras, mas nada muito consistente. Depois, conversando com essas amigas, descubro que ela é fã dos Hanson. Nessa época, eu só escutava “metal do capiroto”, ou seja, não havia menor possibilidade de escutar Hanson, isso sem falar na vergonha que causaria se alguém do metal soubesse que eu escutaria. Mas o que não fazer quando se gosta de uma pessoa?

Fiquei 1 mês sem lanchar na escola para guardar dinheiro, fui na loja de CDs do Natal Shopping e comprei três álbuns. Escutava todos os dias (em casa, no fone de ouvido, com medo de alguém me ver escutando), acompanhando as letras no encarte e tudo mais.

Cerca de 3 meses depois teve uma festa na casa de uma outra amiga e a menina foi convidada. Fui confiante de que começaria o papo falando dos irmãos Hanson. A chamo para ir pra fora da casa para conversar a sós. Ela aceita. Começo o assunto perguntando o que ela gostava de ouvir. Prontamente ela responde que “AAAAAAAAMA HANSON”. Na hora disse: “Sério? Eu também curto. O ‘Middle of Nowhere’ é o ‘live’ são muito, muito bons, mas o de natal escutei pouco. Qual seu preferido?”. Ela, com uma cara de espanto, pergunta: “Ahn? Você é viado? Hanson é música de mulher.”

Ela levantou e voltou pra dentro da casa e eu, morrendo de vergonha, aproveitei que estava fora e fui embora pra casa… e nunca mais falei com ela.
Ainda hoje, 20 anos depois, às vezes a encontro em bares, mas ela nem deve lembrar mais de mim ou dessa história.
O único lado bom dessa história é que, quando escuto Hanson, me divirto lembrando do primeiro e mais traumático fora da vida. E sim, ainda escuto Hanson e é muito bom. =)


Daniella

Tudo começa quando marco de sair com o crush para um evento na Ribeira, até aí tudo bem, beleza, pois fazia muito tempo que eu queria beijar aquela boca. Quando chego no evento trocamos uma ideia, conversa vai, conversa vem e de repente aparece uma amiga dele entrona nesse rolê, sendo que a desgraçada chamou a atenção dele só pra ela.

Aí não fiz questão de conversar mais com essa pessoa, chamei minha amiga e fui beber pra passar a raiva. Copo vai, copo vem fiquei bem louca nesse rolê e percebi que tinha um carinha maravilhoso me encarando, como não sou otária fiquei flertando com esse carinha e de repente ele chega em mim e começamos a conversar. Quando vi eu já estava beijando aquela boca maravilhosa como se não houvesse amanhã, único problema era que eu tava pensando no crush, me virei e vi a criatura puta da vida, depois de uns minutos ele foi embora e até hoje não dei uns beijos nesse crush.

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