Existe algum lugar frio no Rio Grande do Norte?

O Nordeste é conhecido por ser um lugar de praia e bastante calor, principalmente durante o inverno. Mas, existem algumas cidades que dá para aproveitar o frio no inverno, como Gravatá e Garanhuns, ambas localizadas em Pernambuco. Mas, existe alguma cidade fria no RN?

Poderemos resumir em um nome: Martins (foto acima). A cidade, conhecida como a Campos do Jordão do Rio Grande do Norte e como a princesa serrana, apresenta um agradável clima de montanha. A mais de 700 metros de altitude, Martins apresenta, no inverno, temperaturas em torno dos 15°C. Muitos turistas visitam a cidade para aproveitar o clima e curtir seu Festival Gastronômico.

O município, de quase 10 mil habitantes, foi emancipado de Portalegre em 1841, com a denominação de Maioridade, em alusão ao Golpe da Maioridade, ocorrido no ano anterior. Seis anos depois, a denominação foi alterada para Imperatriz e, desde 1890, tornou-se definitivamente Martins, em referência a Francisco Martins de Roriz, fundador da capela de Nossa Senhora da Conceição, hoje igreja do Rosário.

De acordo com o site Dicas Nordeste, a “Princesa Serrana”, outro nome dado à cidade, possui um visual elegante e ainda tem resquícios da arquitetura portuguesa. Sua economia básica é a agricultura, e pecuária de leite e corte. Ainda é possível encontrar engenhos de cana-de-açúcar e casas de farinha.

As belas paisagens da serra podem ser admiradas através dos mirantes, outro momento que você pode aproveitar é o banho de cachoeira na época das chuvas. Não deixe de fazer uma visita a Casa de Pedra, montanha de mármore que se destaca no cenário pelo brilho acinzentado das pedras. Essas e outras atividades tornaram Martins como um dos municípios mais peculiares do Rio Grande do Norte.

A distância entre a cidade e a capital é de 380km, em cerca de 5 horas você chega a um dos melhores destinos do Rio Grande do Norte.

Jornalista cria um aplicativo para mostrar prédios históricos de Natal

Após ter falado desta matéria, o jornalista Gustavo Sobral, que também adora se aventurar na internet, mandou o link do seu aplicativo. Trata-se do Natal Histórica, criado para apresentar um pouco do patrimônio histórico da cidade de Natal, que sobrevive nos bairros de Cidade Alta e Ribeira. Tem gente que quer brechar os prédios da cidade, mas não tem carro, pegar um Eucaliptos, 53 ou 46 ou acha o Centro Histórico um lugar perigoso (que não deixa de ser verdade). Por isso, o  jornalista e contou com a ajuda da Smarto.

Sobre a empresa que desenvolveu o aplicativo, ela já fez outros Apps móveis para smartphones e tablets. Para Natal Histórica, a Smarto preparou duas versões, uma para iOS e a outra para Android, respeitando a identidade de cada sistema. A Smarto ainda oferece serviços de consultoria e de viabilidade de ideias e projetos na área. Entre em contato e conheça os nossos serviços. A empresa também foi responsável sobre o aplicativo que conta a história da cidade de Caicó.

O critério de seleção foi utilizar as definições do Centro Histórico estabelecido pela Prefeitura na Década de 90, que é uma área delimitada de aproximadamente 201.278 m², na qual estão inseridos 150 imóveis de diversos estilos, incluindo a arquitetura colonial, neoclássica, art-déco e modernista. Com o App, você pode localizar o edifício no mapa (ilustrado pelo arquiteto Arthur Seabra) e saber um pouco sobre a sua história. Foram catalogados mais de  20 prédios que compõe o Centro Histórico de Natal. Só clicar no prédio e saiba a sua história, veja estes prints a seguir que eu usarei como exemplo:

Da esquerda para direita:
1- Mostra a introdução do Centro Histórico
2- Apertando o botão do meio do app mostra os diversos prédios mapeados
3- Informação do prédio histórico escolhido
Aqui tem um mapa com os alfinetes demarcando aonde fica cada prédio histórico do Centro Histórico

Como vocês podem perceber, nós testamos o aplicativo para saber se ele presta mesmo. Ele é um ótimo começo para contar a história do Natal, visto que resume os detalhes de onde fica o prédio, o que funcionou e a sua atual função. Mas também poderia mapear aqueles prédios históricos que estão abandonados no Centro Histórico, como a Faculdade de Odontologia, que infelizmente hoje está abandonada, ou falar da Rua Conceição, a primeira rua de Natal.

Além disso, priorizou mais a Cidade Alta do que a Ribeira e lembrar que a parte de baixo do Centro Histórico foi o que ajudou no desenvolvimento comercial da cidade.

Mas, se quiser aprender o básico da história de Natal, baixe este aplicativo, pois vale a pena.

O aplicativo não tem página nas redes sociais, mas você pode encontrar mais informações através deste link.