Tem homem no Pole Dance e ele vai fazer um workshop em Natal na semana que vem

Quem disse que pole dance não pode ter homem? O atleta Carlos França estará em Natal no dia 08 de junho para um workshop e ensinar as suas técnicas. As aulas serão na Athletic Escola de Pole Dance, na WM Fitness (Avenida Senador Salgado Filho, 3010, Candelária). Ele simplesmente é campeão brasileiro e sul-americano de pole dance, e roda o mundo levando sua arte. É um dos poucos representantes masculinos no Brasil. Atualmente, França divide o tempo entre treinos para competições, trabalhos artísticos, estudos técnicos, além de se dedicar como instrutor do esporte, aplicando a técnica Spotting Technique, em que acompanha o aluno durante a execução do exercício.

Desde 2014, é um dos atletas que representam a Gaia Pole Fitness, única empresa brasileira que produz, em escala industrial, equipamentos para a prática do Pole Dance. Com a atribuição principal de auxiliar no desenvolvimento dos produtos, ao testar e garantir a alta performance e qualidade dos projetos. França ainda tem um curso online chamado Pole4All, que faz 300 videoaulas para preparar o corpo para um poledance de alto nível.

Veja o vídeo de uma de suas apresentações a seguir:

Apesar do sucesso, ele ralou muito para chegar. Ele cresceu na periferia de Mogi das Cruzes (SP) e na infância foi criado por um tio na cidade de Campinas (SP).  Desde cedo o esporte sempre esteve presente em sua vida, assim como a dedicação pelos estudos. Porém, aos 14 anos, quando passou a morar com a mãe e retornou à cidade de origem, por questões financeiras, teve que  interromper os estudos e começou a fazer serviços braçais, trabalhando em fazenda, mercado, construção civil e diversos segmentos.

No entanto, ele nunca deixou de sonhar em ser um grande artista. Quando completou 23 anos, ele foi convidado para uma audição de circo e foi aprovado, onde aprendeu a fazer inúmeras atividades. Mas a palavra acomodação nunca existiu em seu vocabulário e foi quando decidiu focar no trabalho fora do país e conheceu o pole dance. O artista passou pela Turquia, Egito, onde trabalhou como acrobata em uma rede de resorts; também morou na Alemanha, lá conquistou o Mr Pole Dance Germany 2011.

Foi nessa época, com apenas dois anos de experiência, que chegou em terceiro lugar no campeonato mais cobiçado do mundo, o Pole Art, realizado na Finlândia.

Hoje, Carlos França mora no Brasil e é admirado e respeitado por realizar tricks de extrema dificuldade, com leveza, naturalidade e muita técnica, no estilo chamado Finesse (união de manobras refinadas e delicadas).

Além do atleta, a Athletic também levará nesta semana Nath Diniz, atleta de Calistenia e de Pole Dance. Veja o que a menina trabalha a seguir:

Existem pontos de coleta de lixo eletrônico em Natal

As constantes inovações tecnológicas e o estímulo ao consumo de novos equipamentos faz com que a gente cada vez mais produza lixo eletrônico. Muita gente não sabe, o mesmo não pode ser descartado junto com o lixo comum. Isso mesmo, bateria, fios com USB, computador quebrado e dentre outros devem ser descartados em um local específico. Mas, por quê?

Muitos possuem cádmio, níquel, chumbo, mercúrio, lítio e várias outras substâncias tóxicas, cancerígenas e até letais, caso sejam absorvidas por pessoas ou animais em grandes quantidades. Além disso, com a reciclagem dos materiais promove-se a sustentabilidade e uma menor extração de um recurso finito.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU),  em uma tonelada de PCs existe mais ouro do que 17 toneladas de minério bruto do metal!!

Depois de aprovada a lei 13.576/09, que responsabiliza os fabricantes pelo descarte do lixo eletrônico, muita gente ainda não sabe o que fazer com teclados, monitores, baterias e pilhas em desuso. A ONU também relatou que o Brasil produziu 1,4 milhão de toneladas de lixo eletrônico apenas em 2014.

Isto quer dizer que na teoria os produtos ou peças eletrônicas que não não tem mais utilidade devem ser entregues nas lojas que os vendem para que sejam devolvidos aos fabricantes, que são  obrigados por lei a darem destino correto aos resíduos, ou levados para centros de triagem para serem separados e reaproveitados.

A campanha começa na próxima segunda-feira (05) e terminará na sexta-feira (9). Haverão seis pontos de coletas distribuídos nas quatro zonas urbanas de Natal. A campanha é uma parceria entre a Urbana, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a PRF.

Os locais de descarte são Unidade de Saúde da Família na zona Norte (no bairro de Lagoa Azul, no conjunto Cidade Praia), Miranda Computação da Av. Prudente de Morais, no Ministério da Fazenda na Ribeira, na Semurb em Mirassol (perto do Cei), Cemure (Cidade da Esperança, do lado da Rodoviária), Arsban (Na rua que fica a Secretária do Cei da Av. Romualdo Galvão) e a unidade da zona Norte da Faculdade Estácio de Sá.

Serão recolhidos pela Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana): televisores, computadores, teclados, placas, HDs, celulares, máquinas fotográficas, videogames, relógios, caixas de som, fones de ouvido, impressoras, monitores, mouse, mp3 e calculadora, entre outros materiais.

Veja o cartaz a seguir:

Mas se a campanha acabar e não tive tempo de descartar, o que fazer? Existem duas empresas que recolhem este lixo eletrônico, a EVS Reciclagem Digital , no conjunto Potilândia, e Natal Reciclagem, no bairro de Cidade da Esperança, onde eles retiram os lixos de suas casas e entregam para as fabricantes.

Algumas manchetes de jornais na década de 50

Durante a década de 50, Natal tinha quatro jornais que estavam em circulação: A Ordem, A República, Tribuna do Norte e Diário de Natal. A Biblioteca Zila Mamede da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (BCZM/UFRN) digitalizou alguns jornais da cidade e dispõe gratuitamente algumas páginas para alunos e comunidade consultarem. Eles têm alguns jornais disponíveis na década de 50 e um deles era A Ordem, que existe até hoje e é administrado pela Arquidiocese de Natal.

Vamos relembrar que na década de 50, o mundo passava por diversas mudanças, que são: Fim da Segunda Guerra Mundial,  crescimento dos Estados Unidos e União Soviética, Guerra da Coreia, fim do governo de Getúlio Vargas, início da Guerra Fria e dentre outros fatos.

Por isso, o Brechando catou alguns jornais que foi disponibilizado na Zila Mamede e mostrou quais eram as manchetes produzidas por aqui. Confira a seguir:

Perigo do comunismo no Brasil – Março de 1952
Curso de Jornalismo dirigido por Carlos Lacerda – Março de 1952
Guerra na Coreia – 1951
Empréstimo Fundiário

O que seria a regeneração dos costumes?
Brasil de posse dos discos voadores