Existe tratamento gratuito de acupuntura em Ponta Negra

Acupuntura é uma das formas alternativas de tratamento de algumas doenças, embora muita gente não acredita nestas agulhinhas poderosas. Mas, no bairro de Ponta Negra, a Associação dos Moradores de Ponta Negra e Alagamar (Ampa) fornecerá na próxima quinta-feira (15), a partir das 15 horas, serviço de acupuntura gratuito com o Professor Kern Dourado, que é fisioterapeuta, psicanalista e Acupunturista.

Para fazer as inscrições, basta ir no local, que fica na Rua Praia de Itamaracá, S/N Ponta Negra ou telefonar para (84) 3236-3209.

No primeiro dia, o acupunturista irá fazer uma avaliação com todos que estiverem presente para depois fazer o tratamento.

Para quem não sabe, a acupuntura é uma terapia milenar originária da China, que consiste na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo para tratar doenças e para promover saúde. Estas agulhas, quando aplicadas sobre algumas regiões específicas são capazes de tratar diversas doenças físicas ou emocionais como sinusite, asma, enxaqueca ou artrite por exemplo, além de melhorar o sistema imunitário.

Elas são colocadas em terminações nervosas existentes na pele e nos outros tecidos, enviando desta forma mensagens até ao cérebro, o que desencadeia diferentes efeitos no corpo, como ação analgésica ou anti-inflamatória, por exemplo. Existem diversas comprovações científicas de que a acupuntura funciona mesmo, porém no Brasil ela só deve ser utilizada como forma para complementar o tratamento clínico orientado pelo médico.

A acupuntura é uma técnica que pode ser usada para reforçar o sistema imunológico e para o tratamento de problemas e doenças, faringite, gengivite, sinusite, rinite, resfriado, conjuntivite, catarata, dor de cabeça, gastrite, prisão de ventre, artrite, insônia e além destes problemas, a acupuntura pode também ser utilizada no tratamento de doenças e distúrbios emocionais como ansiedade, excesso de estresse, síndrome do pânico ou depressão.

Futuro do jornalismo impresso será discutido na UFRN

É notório: os jornais impressos estão diminuindo com o crescimento de pessoas utilizando a internet como forma de consultar as notícias. No Rio Grande do Norte, nos últimos cinco anos, fecharam os seguintes impressos: Diário de Natal, Jornal de Hoje, Gazeta do Oeste e O Mossoroense. A próxima sexta-feira (7) é comemorado o Dia do Jornalista e o debate sobre o futuro do jornalismo é cada vez mais frequente.

Por isso, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), promove a palestra “Novos Rumos do Jornalismo Impresso”. O evento acontece às 19h, no auditório B do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), organizado pelo Departamento de Comunicação Social (Decom).

De acordo com a organização, o evento tem o objetivo de mostrar como as tecnologias mudaram o jeito de fazer jornalismo, em especial para o formato impresso. Também serão apontados os seus desafios diante de uma nova sociedade informacional e como enfrentar a “onda” tecnológica.

Para debater o assunto foram convidados o jornalista Luan Xavier, conselheiro editorial do Novo; o professor Emanoel Barreto, doutor em Ciências Sociais; a jornalista Cledivânia Pereira, editora executiva da Tribuna do Norte e o jornalista e escritor Osair Vasconcelos, ex-diretor do Diário de Natal.

Quer participar do evento? Não é necessária inscrição prévia, mas o número de pessoas é limitado ao máximo de 100 espectadores.

Google homenageia os 76 anos da brasileira que projetou o Orelhão

Você não está lendo errado, quem projetou a famosa cabine telefônica brasileira, o orelhão, foi uma mulher e que se estivesse viva hoje completaria 70 anos e nesta terça-feira (4) o Google a homenageou com o seu doodle. Mas quem é Chu Ming Silveira? Vamos contar a sua história. Primeiramente, ela é esta moça bonitona da foto a seguir:

Na verdade, ela nasceu na China, mais precisamente na cidade de Xangai em 4 de abril de 1941. Filha de Chu Chen e Shui Young Queen, foi a segunda de quatro filhos. Seu pai, Chu Chen, era engenheiro civil e durante a guerra serviu às forças armadas nacionalistas de Chiang Kai-Shek. Com a vitória dos comunistas, em 1949, a violenta perseguição e repressão aos opositores levaram-no a mudar-se com a família para Hong Kong, onde permaneceram por 4 anos.

Em 1950, a família embarcou de Hong Kong, empreendendo uma viagem de navio de 3 meses que terminaria no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, em pleno Carnaval de 1951. Mas a família instalou-se em São Paulo, no bairro de Pinheiros. Chu Ming não completara ainda seus 10 anos de idade.

Chu Ming estudou Arquitetura na Universidade Mackenzie, em São Paulo, formando-se Arquiteta em 1964, lá aprendeu com os professores Adolf Franz Heep, arquiteto formado pela Escola de Artes e Ofícios de Frankfurt, e os artistas plásticos Pedro Corona e Lazlo Zinner. Foi aluna também de Marcelo Fragelli, Fabio Penteado, Ubirajara Ribeiro e Ubirajara Giglioli.

Se formou na instituição de ensino em 1964. Mesmo ano em que seus pais se mudaram para Manaus, atraídos pelas facilidades para o comércio de importados na Zona Franca. Lá, fundaram a próspera Loja Oriente, que viria a tornar-se mais tarde em um escritório de importação e exportação de artigos refinados da China.

Chu Ming casou-se, em 1968, com o engenheiro paulista Clóvis Silveira. O primeiro filho, Djan, nasceu em abril de 1971. Alan, o caçula, nasceu em outubro de 1976.

Em 1965, Chu Ming montou escritório particular de Arquitetura, tendo desenvolvido projetos diversos na área de Edificações. No ano seguinte, passou a trabalhar na Companhia Telefônica Brasileira, em São Paulo, realizando, como arquiteta, anteprojetos, supervisão e coordenação do desenvolvimento dos projetos de Centrais Telefônicas e Postos de Serviço, além de acompanhamento de obras, até 1968.

Foi neste período que ela desenvolveu o projeto os projetos de protetores telefônicos Chu I e Chu II, popularmente conhecidos como Orelhinha e Orelhão, respectivamente. O desafio era criar um protetor para telefones públicos que reunisse funcionalidade e beleza. O ponto de origem de seu bem sucedido projeto foi o formato do ovo, segundo ela, “a melhor forma acústica”.

Na época de seu lançamento foram denominados pela CTB, Chu I (Orelhinha) e Chu II (Orelhão), em homenagem à sua inventora. O modelo Chu I, em acrílico alaranjado, foi idealizado para telefones públicos instalados em locais fechados, como estabelecimentos comerciais e repartições públicas, ao passo que o Chu II foi concebido para áreas externas, fabricado em fibra de vidro nas cores laranja e azul, resistente ao sol, chuva, frio e altas temperaturas brasileiras.

As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo receberam os primeiros telefones públicos com os novos protetores, nos dias 20 e 25 de janeiro, respectivamente. A população logo criou apelidos para a novidade, como “Tulipa”, “Capacete de astronauta” e o definitivo, “Orelhão”.

Em 1973, foram exportados os primeiros Orelhões, para Moçambique, na África. Orelhões ou modelos inspirados no projeto de Chu Ming podem ser encontrados, hoje, em outros países da África, como Angola, em países da América Latina como Peru, Colômbia, Paraguai, e até mesmo na China.

A partir de 1987, voltou-se ao desenvolvimento de projetos de residências no litoral paulista, como os da casa de praia em Ilhabela.

O projeto arquitetônico do orelhão pode ser visto aqui:

Chu Ming faleceu no dia 18 de junho de 1997, em São Paulo.

Burburinho de Artes: Festival promete movimentar Bosque das Mangueiras em maio

O Burburinho Festival de Artes liga artes integradas que reúne em três dias de atividades, teatro, música, dança, literatura, artes visuais, cinema e moda. Gosta de eventos ecléticos? Aqui é o seu lugar! O evento está marcado para acontecer entre os dias 26, 27 e 28 de maio, no Bosque das Mangueiras, que fica na Av. Nascimento de Castro, em frente a uma das unidades da Universidade Potiguar (UnP).

Nesta semana, a organização anunciou uma seletiva  para selecionar 3 espetáculos de cada linguagem artística para integrarem a programação do Burburinho. As inscrições já estão rolando e vai até o dia 09 de abril a convocatória. Ainda tem uma outra convocatória para aqueles que querem comercializar os seus produtos, no qual serão selecionados 12 expositores.

Veja o cartaz do evento a seguir:

Ao longo do dia teremos apresentações de dança, teatro, shows, mostra de curtas, exposição de artes, feirinha, brechós e comidinhas deliciosas. Não vai faltar coisa bacana pra conhecer e curtir.

Será o primeiro festival de artes integradas a ser realizado no estado do Rio Grande do Norte, onde diversas linguagens artísticas dialogam e proporcionam cinco dias de programação gratuita para toda a população e turistas, no qual conseguiu angariar recursos através de um edital da Prefeitura de Natal e também do pouco que conseguiu através da campanha do Catarse.

Devido aos poucos recursos, o festival que iria acontecer em cinco lugares diferentes, como Cidade da Criança, Praça do Gringos e CEU da Zona Norte, mas resolveram reduzir e irá acontecer apenas no Bosque das Mangueiras.

É um movimento que procura valorizar o artista potiguar estimulando a produção autoral, contribuir para o desenvolvimento do turismo cultural na cidade e impulsionar a geração de atividades remuneradas no segmento da cultura e áreas correlatas movimentando a economia criativa.

Tendo como referência grandes festivais de artes que acontecem ao redor do mundo, o Burburinho atuará promovendo campanhas que interagem de forma geral com todo conteúdo do evento, entre elas:

  1. Vivência Formativa: onde estudantes e iniciantes na área da produção cultural e comunicação poderão atuar como estagiários na execução do evento;
  2. Compartilhando Saberes: onde são reunidas as atividades de circulação de conhecimentos, oficinas e debates, a serem realizados em ONGs e escolas previamente selecionadas através de convite, tendo como prioridade para as localizadas em regiões de vulnerabilidade social na cidade do Natal;

E aí, vamos ao Burburinho? Esse projeto está sendo realizado com o patrocínio da Unimed Natal e Coral Plaza Apart Hotel através da Lei Djalma Maranhão e Prefeitura do Natal. Contamos ainda com a parceria cultural do Coletivo Mandaca, formado por um grupo de DJs que serão responsáveis pela música no festival.