Uma mineira e potiguar cantando juntas pelo Nordeste

Ser mulher não é fácil e muito menos artista. Tem que provar que é inteligente e que sabe fazer música. Fazer uma turnê é quase uma missão do chefão do videogame, no qual precisa se unir com outros artistas. Que tal fazer uma turnê juntas e divulgar as suas canções autorais? Esta foi a ideia de Joana Knobbe e Laura Jannuzzi. A primeira citada é potiguar e a Laura é natural de Minas Gerais. Em Natal, no dia 10 de fevereiro, elas vão tocar no Mahalila Café & Livros, a partir das 20h.

Nesta quinta-feira (2), elas começam as suas apresentações por Garanhuns (PE).

‘Curto Circuito tem a finalidade de conectar e descentralizar a cena musical contemporânea, além de abrir caminhos para a visibilidade e valorização de mulheres compositoras da atual cena musical brasileira’, explica a idealizadora do projeto, Dani Falcão, produtora pernambucana.

‘Tenho percorrido algumas capitais do nordeste e já toquei em algumas cidades do sul do Brasil. Porém nós mulheres ainda não temos a mesma visibilidade que os compositores que estão sempre circulando’, declara a compositora Joana Knobbe, que nasceu no interior de São Paulo e se mudou ainda quando criança para Natal, no Rio Grande do Norte.

Confira o diário de bordo das meninas.

Garanhuns (02 de fevereiro, quinta-feira)

As duas cantautoras serão recebidas pelo Coletivo Tear, grupo de resistência artística. Lá, o show acontece no espaço cultural ‘Minha casa, Minha vida’ com a participação do cantautor Alexandre Revorêdo.

Arcoverde

No dia seguinte, a viagem segue por 90km até Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, para um show no espaço cultural Tom Chopin, reduto da música autoral da cidade, num palco em plena praça pública.

Olinda

Pegando novamente a estrada, a dupla pisa em Olinda para um show no Café dos Poetas, no sítio histórico e contará com a participação de Luna Vitrolira, poetisa natural de Arcoverde.

Recife

A Casa Candeeiro, no dia 7 de fevereiro, importante reduto de poetas, atores de teatro e músicos será o espaço para as suas apresentações. Na ocasião, haverá a participação especial de Patrícia Solis.

João Pessoa

Tchau, Pernambuco. Seguindo pela estrada rumo à Paraíba, Joana e Laura dividem o palco do Café da Usina, na cidade de João Pessoa, na quarta-feira, dia 8 de fevereiro. O show contará com a participação do importante músico paraibano Titá Moura.

Natal

Seguindo pela estrada, as duas compositoras chegam no bar Mahalila Café 7 Livros, em Natal/RN, para um show no dia 10 de fevereiro, em clima de encerramento.

Durante essa viagem, cada uma fará um show mostrando as peculiaridades. Joana, desde a adolescência, sempre gostou de música experimental. Em 2016, apresenta um projeto novo, que demarca sua transição de intérprete/compositora para “CantAutora”, com um formato de show solo, em que a artista também apresenta-se como instrumentista (piano/sintetizador, violão, flauta transversal e percussão corporal), em uma performance crua, mesclada à performance cênica.

A Laura Jannuzzi, por sua vez, é um dos nomes da Nova MPB, e sua música flerta com o folk, o jazz e a música alternativa. A jovem artista tornou-se cantora profissional aos 25 anos, escolhendo a carreira artística a seu curso de medicina, para desenvolver as técnicas de composição e execução musical. Laura, então munida de um considerável repertório autoral, estabelece parcerias com compositores, diferentes artistas e instrumentistas, começando um trabalho que traria a surpreendente resposta do público em relação à peculiaridade das características da cantora e de suas canções.

Peça potiguar é elogiada pelos jornais paulistas

A peça Jacy, do Grupo Carmin, foi elogiada pelo jornal Estado de S. Paulo nesta quarta-feria (1), que fez uma crítica sobre a sua temporada em São Paulo no SESC Pinheiro. Sobre a peça, a crítica Maria Eugênia de Menezes disse que:

Com suas hesitações calculadas, os intérpretes parecem nos dizer que aceitaram aquilo que não entenderam. Poderíamos ter ido por aqui, mas fomos por ali. Ninguém sabe, de fato. A atriz Quitéria Kelly até se arrisca a representar Jacy, imitar como seriam seus gestos, sua voz, mas não se demora muito na personagem. Narração, representação e comentário se intercalam constantemente.

Nesse contexto, tudo aquilo que se diz ocupa papel central. Estamos diante de uma encenação calcada nas palavras e nos mundos que apenas as palavras podem revelar. Mas as imagens não foram, por isso, esvaziadas. A cenografia é erigida diante do público. Elege objetos prosaicos projetados em tela grande, flagra o efeito surpreendente das coisas mais modestas. Como se desse corpo e materialidade ao mistério que atravessa o texto.

Jacy foi elogiada pela sua crítica política e visão das mudanças que o Brasil já passou e ainda passa.

O espetáculo é o segundo trabalho da companhia. A montagem de Jacy conta com a direção e atuação de Henrique Fontes, que partiu da temática sobre o envelhecimento.

A história, protagonizada por Quitéria Kelly e Henrique Fontes, mistura ficção com fatos reais, visto que Fontes se inspirou numa frasqueira que encontrou na rua, onde tinha cartão de crédito, carta, radiografia, fotografias e número de telefones.  A única coisa que sabiam era que pertencia à uma mulher Jacy.

Então, eles desenvolveram a história de uma mulher que viveu em Natal, durante a Segunda Guerra Mundial, morou no Rio de Janeiro à trabalho e depois retornou ao Nordeste, morrendo sozinha aos 90 anos de idade, sob os cuidados de uma enfermeira.

No ano passado, o mesmo jornal elogiou o colocou nos 10 melhores espetáculos do país. A lista também incluía “Beije Minha Lápide”, do ator Marco Nanini e a releitura “Um Bonde Chamado Desejo”, protagonizado por Maria Luísa Mendonça. Naquele período, eles foram participar de uma rápida temporada em São Paulo. Além de SP, eles já se apresentaram em Brasília.

O jornal Folha de S. Paulo, nesta semana, também elogiou o espetáculo, alegando que o grupo Carmin acertou em reinventar o Teatro Documental.  Clique aqui para saber mais detalhes do texto.

Baile de Inverno do Harry Potter inspira festa temática no Taverna Pub

Para quem leu Harry Potter sabe o que foi o Baile de Inverno, uma festa formal realizada no dia 25 de dezembro. O baile foi um dos grandes destaques do quarto livro da série. Como estamos no Brasil, vai ter o Baile de Verão, no qual será no castelo de praia do Ministério Mágico em Natal. Está marcado para acontecer no dia 25 de março, a partir das 17 horas. Clique aqui para comprar o ingresso.

A Escola de Magia e Bruxaria do Brasil convida para o maior baile de verão da história magica. O baile acontece no castelo do Ministério mágico brasileiro. Rei e rainha do baile, coruja elegante,show da banda Nicolau e os Flaméis, comidas bruxas, cerveja amanteigada com bastante colarinho e muito mais espera por vocês!

Na verdade, o castelo de praia é simplesmente o Taverna Pub e vai ter a presença de Charles Emmanuel (Dublador do personagem Ron Weasley da saga Harry Potter) e os professores Bellona Hill, Hércules Ourinho, Inaiê e Rodolpho Valdeuz, da Escola de Magia e Bruxaria do Brasil, organizadores do evento.

A Escola de Magia e Bruxaria do Brasil (EMB) é um evento temático inspirado na saga Harry Potter. Como ela funciona? Por quatro dias, uniformizados com as típicas capas da EMB, os alunos se matricularão e frequentarão as aulas que mais forem de seu interesse. Há temas apropriados para todos os tipos de bruxos;

Por se tratar de um grande castelo, os alunos receberão mapas para se guiarem pelas dependências da escola, além de ter aula com os professores “especializados” em magia. Sempre acontece no período de férias.

A escola realmente fica em um castelo de verdade, na cidade paulista de Campos do Jordão e recebe alunos do Brasil inteiro.