Potiguar terá filme exibido na Polônia

O jovem Diego Alves foi o vencedor de um dos prêmios do Festival Internacional de Baía Formosa. Lá, ele exibiu o curta de um minuto chamado “Sabor da Nação” e conquistou os jurados. Além do prêmio, Alves terá seu filme exibido no Festival Netia OFF CÂMERA 2017, um dos maiores festivais de cinema independente da Europa, que acontece na Cracóvia, cidade que fica na Polônia.

O Festival de Baía Formosa é realizado anualmente no litoral sul potiguar e já é considerado um dos maiores festivais de produção audiovisual independente do Nordeste.

Diego é estudante do Instituto Federal do Rio Grande do Nore (IFRN). Neste ano, através de uma parceria com o evento, neste ano o IFRN promoveu uma premiação exclusiva para a produção audiovisual de estudantes da Instituição.

O filme premiado tinha que ter duração máxima de um minuto e podia ser feito com qualquer equipamento digital como câmera de vídeo, câmera fotográfica ou celular. A premiação contou com a participação do reitor do Instituto, Wyllys Farkatt Tabosa, do pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Márcio Azevedo, e do assessor de Relações Internacionais, professor Marcelo Camilo.

O Brechando falou do festival nesta matéria aqui.

Este ano foi sétima edição do Festival de Baía Formosa, cujo tema deste ano será “Sou Brasileiro”. Na programação cultural estavam programadas oficinas, mostra de filmes e premiações para os melhores vídeos. Os filmes passaram pela curadoria de Dênia Sckaff, Andrea Mousinho e Nelson Marques.

O curta metragem vencedor tem como título “O sabor da nação” e evidencia a diversidade étnica do país através de imagens de alimentos típicos e da interação do povo nas feiras livres. A temática do evento neste ano foi o que despertou Diego para se inscrever no festival,

A viagem para Polônia está prevista para acontecer no primeiro semestre de 2017.

Três vítimas do acidente de avião com Chapecoense passaram pelo RN

Na manhã desta terça-feira (29), o Brasil inteiro ficou chocado com o acidente de avião que caiu na Colômbia, matando 76 pessoas e levava imprensa, tripulantes, além do time do Chapecoense. O clube ganhou destaque nacional após ser promovido da Série D para Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol em seis anos

O pequeno clube localizado no interior de Santa Catarina participaria da primeira final em um campeonato internacional, a Copa Sul-Americana.  Dentre as vítimas, três pessoas tem alguma ligação com o Rio Grande do Norte.

Você pode não jogar de futebol, mas pode sentir muito pela tragédia, principalmente porque sonhos foram interrompidos.

Saiba quem foram as vítimas que atuaram pelo estado ou são naturais da terrinha:

Gil

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Gil  ou José Gildeixon Clemente de Paiva é natural de Santo Antônio, mas morava em Nova Cruz. Jogava como volante no Chapecoense desde 2015, quando o Coritiba lhe emprestou para o time catarinense e começou a sua carreira no profissional em 2005. No Rio Grande do Norte, ele não atuou em nenhum dos times.

Os times mais famosos que atuou foi Santa Cruz, Vitória, Ponte Preta e Coritiba.

Deixou uma esposa e dois filhos pequenos.

Arthur Maia

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Arthur Maia pode ser natural de Maceió, mas conquistou muitos fãs potiguares, principalmente pela sua atuação no América de Natal. Ele atuava no Vitória, mas neste ano foi emprestado pelo Chapecoense.

No América de Natal, ele ficou conhecido por realizar um gol similar ao chamado Gol do Século, parecido com o que ex-jogador Maradona realizou na Copa do Mundo de 1986, o que lhe rendeu ao Arthur o apelido de Maiadona.

Bruno Rangel

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Bruno Rangel é fluminense, nascido na cidade de Campos dos Goytacazes. Em sua curta carreira, 10 anos, um dos times que atuou, antes do Chapecoense, foi o Baraúnas, da região Oeste do Rio Grande do Norte.

Ele atuou no time em 2009, quando foi trazido pelo técnico Samuel Cândido.

Estava no Chapecoense desde 2014, no qual era considerado o maior artilheiro da história da Associação Chapecoense de Futebol, atingindo essa marca na partida Chapecoense 5 x 0 Avaí, válida pelo Campeonato Catarinense de 2016.