26 26America/Bahia outubro 26America/Bahia 2015 – Brechando

Vamos Brincar de Slackline

A prática do Slackline virou um hobby em Natal. É comum ver as pessoas praticando nas praças, se equilibrando sobre uma fita flexível e podendo regular a altura, como se estivessem andando sobre uma corda bamba, tipo as que são utilizadas em circos. Porém a diferença é que os praticantes fazem diversas acrobacias enquanto caminham.

Quem acompanhou a moda crescer em Natal foi o estudante Ylloh Gabriel, que pratica desde 2011 e conheceu o esporte a partir de uma viagem para Goiânia.  “Tinha visto e fiquei surpreso. Comecei a tentar praticar lá e nem conseguia ficar de pé. Então tomei como um desafio. Na mesma cidade, eu comprei o equipamento e voltei para Natal”, comentou.

Por aqui, Gabriel começou a praticar o slackline nas praças e praias, começou a ficar de pé e hoje consegue fazer diversas manobras.

Agora, ele está em um grupo chamado Natal Slackliners, no qual os integrantes se reúnem em diversos lugares para ficar fazendo as suas piruetas no ar. Na Cientec, por exemplo, eles ensinando os primeiros passos para aqueles que estavam curiosos em aprender uma novidade.

Slackline é mania em Natal (Fotos: Lara Paiva)
Slackline é mania em Natal (Fotos: Lara Paiva)

“A gente não possui um treino físico, marcamos um local e ficamos brincando o tempo todo. Nós vemos esta prática como um hobby mesmo”, afirmou.

Apesar da mania ter surgido em Natal nos últimos cinco anos, o  esporte surgiu em meados da década de 80 do Vale do Yosemite, nos Estados Unidos.  Começou a partir de escaladores que estavam acampados em busca de novas vias de escalada e nos tempos vagos esticavam suas fitas para se equilibrar e caminhar.

A origem do nome vem de “linha folgada” e hoje existem até competições relacionados ao esporte em vários cantos do país. É o caso de Gustavo Ferreira, conhecido como GTO, que já pratica diversas competições e chegou a vencer alguns prêmios, inclusive nas primeiras colocações.

“Nesses dois anos, eu já viajei para Fortaleza e João Pessoa. Competi em vários lugares do país. Minha última viagem foi em Foz do Iguaçu, no Paraná”, comentou.

Gustavo GTO é um dos praticantes de Slackline
Gustavo GTO é um dos praticantes de Slackline

De acordo com Gustavo, ele pratica o esporte há dois anos e treina uma vez por semana, pois ele tem que conciliar o trabalho de frentista. Apesar das dificuldade, ele não está desanimado. “O que mais gosto do esporte é a convivência com a galera e realizar as mais variadas manobras. Tudo que envolve o esporte já me deixa feliz. Não tenha medo de fazer, leve como uma diversão para depois levar a sério, pois isto pode mudar uma pessoa ou várias”, contou.

Quatro comidas de rua que os natalenses amam

O almoço acabou e está com aquele soninho de quem acabou de detonar aquele prato de lasanha. Daqui alguns minutos, o seu estômago se manifestará novamente por algumas comidas que são conhecidas nas ruas de Natal.  Nós listamos quatro comidas de ruas que o natalense ama/sou. Confira a lista a seguir:

1) Açaí

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Queridinho dos marombeiros de Natal, o açaí deixou de ser tradição apenas no Pará. Diferente do estado do Norte, o açaí daqui é colocado na tigela e é comum ver nas barracas de praias ou lojas especializadas. É feito da poupa da fruta, como se fosse um sorvete, misturada com xarope e coloca diversos recheios.

 

2) Cavaco Chinês

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No compasso do triângulo, o homem do cavaco chinês anda nas principais ruas e praias da cidade. Aquele biscoitinho feito apenas de uma massa seca de polvilho ou de farinha de trigo, untada em margarina e preparada em formato tubular (como um canudo) com auxílio de uma prensa. Hoje em dia esses vendedores são bem mais raros, porém ainda conseguimos comprar um.

3) Picolé Caseiro

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“Vai passando o picolé caseiro, na sua rua, na sua porta”. Quando escutamos esta frase, muitos correm em direção ao homem que vende o picolé. Com menos de cinco reais, você pode levar para casa uma sacola cheia de picolés do sabor pedacinho do céu (que é todo azul), morango, chocolate, leite condensado, doce de leite, mangaba, acerola e dentre outros sabores deliciosos.

4) Sebosão

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Alguns chamam de podrão e outros de X-Tudo, mas os natalenses chamam de sebosão, que também é comum no interior do Rio Grande do Norte. Quem nunca saiu de uma festa e correu para aqueles carrinhos de sanduíche? Tem gente que não tem dinheiro pagar aquele lanchinho da praça de alimentação dos shopping e correm para lá. São sandubas enormes e bastante recheados, podendo ter hambúrguer, presunto, milho, batata palha, queijo, ovo e tudo que se imagina.

O que os entrevistados do Brechando acharam do Enem 2015?

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já passou e alguns comemoram que a prova estava bem bolada e outros acharam que “estavam doutrinando as pessoas para ser comunistas”. Ignorando esta guerrinha da direita x esquerda que parece um Flamengo x Vasco dos tempos contemporâneos, a prova deste ano foi bastante plural, realmente tinha mais coisas para pensar do que aquela velha decoreba de vestibular e abordou todos os assuntos de utilidade pública.

Sobre a redação? A violência contra mulher ainda é um assunto persistente e de utilidade pública, principalmente quando sabemos que os casos de estupro no Rio Grande do Norte cresceu 8,7% em 2014. Sim, violência contra a mulher não é só agressão física, vai muito além disso. Falaremos isto a posteriori, quando publicar minha versão da redação 2015 do Enem.

Mas, o que os entrevistados do Brechando acharam deste Enem? Nós voltamos a conversar com alguns deles e falaram a sua opinião:

Sarah Vasconcelos, 15 anos

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Eu achava que a prova seria mais difícil e teria bastante problema em fazer, mas realmente foi bem mais simples do que imaginava, apesar de estar apenas no 1º ano do Ensino Médio. Não sei te responder qual prova que eu tive mais dificuldade, pois eu achei que o nível estava igual para todas as áreas.


Tatiana Andrade, 17 anos

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Eu achei mais difícil do que imaginava, principalmente na parte de Química. Tava infernal! Aliás, toda a prova de Ciências da Natureza. Todo mundo ficou reclamando do nível de dificuldade. Mesmo sendo mais difícil, acho que consegui acertar um número legal de questões. Sobre o tema da redação? Foi lindo, apesar de ficar retardando na hora de fazer o texto. Foi mais difícil, porém dava para fazer.


Raphael Ribeiro, 16 anos

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Acho que até que saí bem. Este foi o meu primeiro Enem e fiz só como um teste mesmo. Não era aquilo que o povo falava. Como no ano que vem vou estar no 3º ano do Ensino Médio, eu vou me dar melhor nas provas.