22 22America/Bahia outubro 22America/Bahia 2015 – Brechando

Vamos ajudar Pedro Balduíno publicar um livro

Os irmãos Daniel e Pedro Balduíno estão realizando um financiamento coletivo para conseguir publicar, de forma independente, o livro “Os Mongos Estão Levando as Nossas Coisas”. Esta é a primeira obra de ambos conta a história de Daniel (olha a coincidência!), sua família e os infortúnios que passam logo após se mudarem para uma nova casa grande e amarela.

Logo no primeiro dia em sua nova morada as coisas mais importantes começam a desaparecer sem nenhuma explicação aparente: o chocolate utilizados na pizza da mãe, as tintas de pintura do irmão mais velho e o videogame de Daniel.

Com o objetivo de encontrar respostas para o misterioso desaparecimento das coisas da família, o garoto inicia uma importantíssima investigação e logo descobre que as coisas foram levadas pelos MONGOS, que você vai descobrir lendo o livro, caso a campanha tiver sucesso.

“Estamos no último mês disponível para apoio, e se não alcançarmos nossa meta até dia 14 de novembro, o livro pode nem existir”, comentou o Pedro, formado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e já publicou quadrinhos, zines e atua como pintor em diversas exposições do país. “Qualquer apoio é bem-vindo e o seu apoio é muito estimado”, complementou o artista.

Veja o vídeo de Pedro pedindo um “help”:

Como faz para ajudá-los? Você pode doar entre 20 até mil reais. A quantia que poder poderá ganhar diversas recompensas elaboradas pelos próprios autores, que pode ser um marcador, pôster, o livro, agradecimento e dentre outras coisas. O objetivo dos Balduínos é conquistar 10 mil pila e até o momento eles só conseguiram arrecadar quase dois mil.

Eles prometem que o livro será um belíssimo exemplar de 50 páginas coloridas, impresso em papel couché 170g e com capa cartonada. Como queres ajudar com os oito mil reais restantes? Simples, acesse ao site do Catarse, neste link.

Pesquisadores da UFRN estudam os sinais da gravidez de um sagui

Os alunos de pós-graduação de Psicobiologia e pesquisadores do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto do Cérebro (ICe), descobriram que os saguis conseguem detectar uma gravidez através de pistas visuais, como mudança da cor e da iluminância da pele.

O questionamento surgiu na década de 1990 e eles analisaram que as fêmeas emitiam sinais para os outros saguis. De acordo com os pesquisadores, a necessidade de sinalizar se dá por questões de sobrevivência e reprodução, pois os machos precisam se preparar fisicamente, inclusive, ganhando peso para cuidar do filhote. Além disso, poderia ser uma forma de a fêmea inibir a gravidez de uma outra fêmea do mesmo grupo social.

A pesquisa foi realizada com o suporte do Laboratório de Estudos Avançados em Primatas (LEAP) da UFRN, uma colônia de quase 200 saguis. Quatro fêmeas de sagui comum, seus parceiros reprodutivos e filhotes foram alojadas em área cercada ao ar livre, em condições naturais em temperatura, umidade e iluminação, com acesso à luz do sol, frutas sazonais e ração e em contato parcial com outras famílias de saguis e com a vegetação.

O estudo procurou medir a luminância e cor da pele da região genital e da coxa das fêmeas durante a gravidez. A escolha desses dois elementos se deu porque esses primatas enxergam o espectro de apenas duas cores; já a maior parte das fêmeas consegue visualizar a partir de três pigmentos distintos, com visão semelhante a dos seres humanos. Como a visão dos machos é limitada para as cores foi necessário observar aspectos relacionados a intensidade da luz.

Os resultados sugerem que durante a gravidez período de luminância prevalece para todos os saguis, porém diminui quando chega próximo ao parto. É neste período que somente as fêmeas, portanto, sabem quando uma sagui está pronta para dar a luz.

O artigo científico resultante foi publicado em junho de 2015 na revista científica on-line PLoS ONE. Para vê-lo, acesse: http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0129319.

Onde ficava o cine Polytheama?

Os prédios onde atualmente o Datanorte e alguns bares da Ribeira guardam uma história oculta aos olhos nus. Antigamente já foram grandes e bonitos casarões. Um deles estava o primeiro cinema de Natal, Polytheama, que funcionou durante a década de 20. A empresa pertencia a uma rede que tinha em várias cidades brasileiras. A paulista Jundiaí, por exemplo, transformou seu Polytheama em um teatro.

O cinema exibia filmes vindos do Rio de Janeiro que eram importados pelas Companhias norte-americanas que montaram sucursal na então capital do Brasil. O local foi inaugurado pelos idos de 1915, na Rua Chile. Porém, os filmes demoravam a chegar pela falta de produção suficiente.

Naquela mesma época, o Teatro Alberto Maranhão, ainda chamado de Carlos Gomes, também exibia filmes.

Entrada do Cine Polytheama
Entrada do Cine Polytheama

Além disso, o Poly exibia o Cine-Jornal, onde se filmava os principais acontecimentos do Rio Grande do Norte daquele tempo, conforme um cartaz exibido naquela época:

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Foto: Tok de História

Depois se mudou para um prédio bem maior, com duas portas arcadas, quatro janela e arejado na Praça Augusto Severo, com sorveterias para os seus clientes, servindo taças de sorvete e picolés de diversos sabores. Tanto que muitos natalenses chamavam essas sobremesas de “Poly”. O local era um grande encontro dos natalenses, eles se vestiam como se fosse para um grande baile. Mulheres com os vestidos mais finos e homens de terno, gravata e chapéu. .

As sessões eram bem mais concorridas aos finais de sábado e domingo. Porém, tinha aqueles que preferiam assistir, também, às quartas-feiras.

Com a chegada de novos cinemas da cidade e das dificuldades de exibir filmes naquela época, o primeiro cinema fechou as portas e o espaço daquela Praça Augusto Severo foi se modificando ao longo dos anos. Apesar das modificações existentes, o Polytheama ainda estará guardado nas mentes dos natalenses.

Quer saber aonde ficava? Veja esta imagem a seguir:

Era nesta casa verde onde funcionava o cinema
Era nesta casa verde onde funcionava o cinema