Delícia de comer ginga com tapioca

É um prato tipicamente de Natal e é muito delicioso, principalmente quando estiver na beira da praia, em frente ao mar. Isto é ginga com tapioca e é um ótimo exemplo de que existe a possibilidade de misturar dois elementos em uma mesma comida. Este prato surgiu há mais de 60 anos no tradicional Mercado da Redinha, que fica na praia de mesmo nome.

Com menos de 10 reais, pode comer este prato (Não sei como ainda não criaram um foodtruck com isso). Consiste em um peixe que é frito com o óleo de dendê bem quente e servido com tapioca, que hoje é conhecido pela turma fitness de ser algo bastante saboroso e nutritivo.

Hoje, a ginga com tapioca é vendido não só na Redinha, mas também em diversas praias da cidade e é feito de várias formas. Podendo comer junto com a tapioca ou comer de forma separada. Depende do gosto do natalense.

O prato foi criado por Geraldo e Dalila Barbosa na década de 50 e 60. Eles tiveram a ideia de criar um prato a partir daqueles peixinhos minúsculos que os demais comerciantes da Redinha ignoravam. A ginga é um tipo de sardinha. O prato foi sucesso imediato. Hoje, a filha do casal, Ivanize, continua seguindo a tradição.

A ginga é preparada como se fosse um espetinho. A fritura faz com que a gente consiga comer o peixe com espinho e tudo.

Além do Mercado da Redinha, as pessoas podem comer na Vila de Ponta Negra e no Canto do Mangue. Alguns restaurantes tentam fazer a ginga com tapioca, mas não tem aquele gosto que a tradicional possui.

Em 2014, uma petição criada há pouco tempo na Internet está convocando os apreciadores da iguaria a promover o prato a Patrimônio Imaterial do RN, o link para poder assinar é só clicar aqui.

Prefeitura vai atuar autores da demolição do casarão de Petrópolis

Após uma comoção nas redes sociais sobre a demolição do casarão localizado na Avenida Nilo Peçanha, no bairro de Petrópolis, a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) afirmou que vai atuar quem realizou a demolição a casa. Eles confirmaram que não tinham concedido licença para demolição, conforme analisamos os arquivos do Diário Oficial do Município (DOM).

A fiscalização irá autuar o proprietário por efetuar a demolição sem o alvará, com penalidade de multa prevista no Código de Obras de até R$ 12 mil, como também vai solicitar ao empreendedor a comprovação da destinação correta dos resíduos gerados pela demolição.

Foi protocolado pedido de demolição na sexta-feira, 21, às 12h48, quando o expediente se encerra às 14 horas. O processo só hoje, 24 de agosto, chegou ao Setor de Análise. Não houve, portanto, tempo hábil para analisar o pedido.

“A Semurb entende que apesar de não fazer parte do Centro Histórico de Natal tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN) em 2010, o prédio possui características históricas e nesses casos, deve ter uma atenção especial antes da emissão do alvará de demolição, inclusive com uma consulta ao próprio IPHAN”, afirmou a nota.

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Mesmo com a demolição, o processo seguirá o seu trâmite normal. Ele será encaminhado ao Departamento de Planejamento, Projeto e Patrimônio da secretaria para um posicionamento acerca do assunto. Os procedimentos administrativos estão sendo tomados pela secretaria, já que foi realizado um serviço sem o devido licenciamento, o que pode caracterizar crime urbanístico e ambiental.

A casa, que já era alvo de muitas modificações, foi demolida na manhã de sábado (22). Em 2011, a casa era a Picuí Espetinhos. Através das redes sociais, a informação é que o terreno vai ser uma nova unidade de uma rede de farmácia que está há pouco tempo na cidade.

Na tarde desta segunda-feira (24), arquitetos se vestiram de preto e colocaram flores nos escombros da casa que foi derrubada. As fotos de Wellington Rocha, do Portal No Ar, mostram um pouco do que foi o protesto.

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Mais informações sobre o casarão pode ser conferido neste link.

Movimento Hip-Hop ativo movimenta zona Norte da cidade

O domingo (23) no conjunto Santa Catarina, zona Norte da capital potiguar, foi com bastante movimentos artístico de rua, uma vez que ocorreu a primeira edição do evento “Movimento Hip-Hop Ativo”, que tem a intenção de incentivar a juventude procurar outros meios de fugir da violência que assola as periferias dos principais centros urbanos brasileiros.

O objetivo é levar cultura e levar a cultura hip-hop nas quatro zonas da cidade. Nesta edição teve apresentação de break, grafite nos muros, batalhas de MCs, apresentação de bandas de rap e todo tipo de entretenimento. Os skatistas estiveram lá e realizaram manobras incríveis com a prancha sobre rodas.

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A fotógrafa Taline Freitas colaborou mais uma vez com o Brechando e registrou como foi o evento. O local estava lotado e visivelmente estavam curtindo o “bagulho”.

Vale lembrar que teve apresentações das bandas Suciaclam, Alquimia, IPCS, Cabela D’Galeto, Legalizadoss (um dos que estavam em frente à organização) e Chico Bomba e Zé Baga. Além disso, teve batalha de MCs e B-Boys.

O movimento é independente do poder público, contanto com ajuda de voluntários interessados em expandir a cena por todo canto do estado.

Mais fotos podem ser conferidas neste link aqui.